O que é o "vazio existencial" e como ele se relaciona com a impulsividade?
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O que é o "vazio existencial" e como ele se relaciona com a impulsividade?
O chamado “vazio existencial” é uma sensação profunda de falta de propósito, desconexão e perda de significado na vida.
Ele costuma surgir quando a pessoa se distancia dos próprios valores, desejos e emoções passando a viver no “modo automático”, apenas reagindo às circunstâncias.
Essa ausência de sentido interno pode gerar tédio, ansiedade e uma busca constante por algo que preencha esse vazio.
É justamente aí que a impulsividade aparece: como uma tentativa rápida e momentânea de aliviar a dor interna.
A pessoa pode agir sem refletir, buscar estímulos intensos (compras, comida, relações, trabalho, redes sociais) para tentar sentir algo.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para reconectar o indivíduo ao que dá sentido à sua vida, ajudando-o a identificar pensamentos automáticos, crenças e padrões emocionais que o mantêm preso nesse ciclo.
Com o tempo, é possível substituir a impulsividade por ações conscientes e alinhadas aos próprios valores, preenchendo o vazio com propósito real, não com urgências momentâneas.
Cristiane Teixeira
Psicóloga | TCC & Desenvolvimento Emocional
Agende comigo: Doctoralia
Ele costuma surgir quando a pessoa se distancia dos próprios valores, desejos e emoções passando a viver no “modo automático”, apenas reagindo às circunstâncias.
Essa ausência de sentido interno pode gerar tédio, ansiedade e uma busca constante por algo que preencha esse vazio.
É justamente aí que a impulsividade aparece: como uma tentativa rápida e momentânea de aliviar a dor interna.
A pessoa pode agir sem refletir, buscar estímulos intensos (compras, comida, relações, trabalho, redes sociais) para tentar sentir algo.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para reconectar o indivíduo ao que dá sentido à sua vida, ajudando-o a identificar pensamentos automáticos, crenças e padrões emocionais que o mantêm preso nesse ciclo.
Com o tempo, é possível substituir a impulsividade por ações conscientes e alinhadas aos próprios valores, preenchendo o vazio com propósito real, não com urgências momentâneas.
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Oi, tudo bem? Essa é uma daquelas perguntas que chegam perto de algo muito íntimo, porque o vazio existencial não é só um conceito filosófico. Ele costuma ser sentido no corpo como um silêncio incômodo, uma falta de direção, uma espécie de desencaixe entre o mundo interno e a vida que se vive. Na logoterapia, esse vazio aparece quando a pessoa se desconecta do sentido, dos próprios valores ou da experiência de propósito. Não é “fraqueza”, não é “frescura” e muito menos falta de força de vontade. É um chamado interno que ainda não encontrou resposta.
Quando esse vazio se estende por muito tempo, a impulsividade muitas vezes entra como uma tentativa rápida de preencher o buraco. O impulso vira uma espécie de atalho emocional, uma forma imediata de aliviar a angústia, mesmo que o alívio dure pouco. É como se o corpo dissesse “faz qualquer coisa para eu não sentir isso agora”. Já percebeu se seus momentos mais impulsivos acontecem justamente quando você está entediado, desconectado, angustiado ou com aquela sensação de estar vivendo no automático?
A relação entre vazio e impulsividade é quase como uma dança silenciosa: o vazio cria uma urgência, a impulsividade tenta resolver essa urgência, e depois o vazio volta, às vezes até maior. É por isso que, na terapia, o caminho não é só “domar” o impulso, e sim entender o que esse vazio está pedindo. O que você sente que tem faltado na sua vida quando esses impulsos aparecem? E que tipo de significado você imagina que poderia devolver um pouco de direção ao seu cotidiano?
Quando a pessoa começa a encontrar sentido — mesmo que aos poucos, mesmo que em pequenas escolhas — o impulso perde essa função de tampar buracos internos. Ele dá lugar a decisões mais alinhadas com quem você é, e não apenas com o que tenta evitar sentir. Se quiser explorar com mais profundidade esse espaço entre o que falta e o que você busca, posso te acompanhar nesse processo. Caso precise, estou à disposição.
Quando esse vazio se estende por muito tempo, a impulsividade muitas vezes entra como uma tentativa rápida de preencher o buraco. O impulso vira uma espécie de atalho emocional, uma forma imediata de aliviar a angústia, mesmo que o alívio dure pouco. É como se o corpo dissesse “faz qualquer coisa para eu não sentir isso agora”. Já percebeu se seus momentos mais impulsivos acontecem justamente quando você está entediado, desconectado, angustiado ou com aquela sensação de estar vivendo no automático?
A relação entre vazio e impulsividade é quase como uma dança silenciosa: o vazio cria uma urgência, a impulsividade tenta resolver essa urgência, e depois o vazio volta, às vezes até maior. É por isso que, na terapia, o caminho não é só “domar” o impulso, e sim entender o que esse vazio está pedindo. O que você sente que tem faltado na sua vida quando esses impulsos aparecem? E que tipo de significado você imagina que poderia devolver um pouco de direção ao seu cotidiano?
Quando a pessoa começa a encontrar sentido — mesmo que aos poucos, mesmo que em pequenas escolhas — o impulso perde essa função de tampar buracos internos. Ele dá lugar a decisões mais alinhadas com quem você é, e não apenas com o que tenta evitar sentir. Se quiser explorar com mais profundidade esse espaço entre o que falta e o que você busca, posso te acompanhar nesse processo. Caso precise, estou à disposição.
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