O que é seletividade alimentar em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
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O que é seletividade alimentar em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
significa que a criança tem um repertório muito restrito de alimentos que aceita comer. Isso não é "birra" ou má vontade, mas sim uma característica ligada ao autismo.
As vezes ñão gosta de textura ou até mesmo da cor do alimento...
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A seletividade alimentar em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é quando a criança aceita apenas alguns alimentos específicos, muitas vezes por causa da textura, cor, cheiro ou aparência, rejeitando outros. Essa dificuldade pode causar deficiências nutricionais, baixo peso, resistência à insulina, alterações na glicemia e desequilíbrios intestinais.
O acompanhamento com nutricionista, psicólogo e terapeuta ocupacional é essencial para ampliar a variedade alimentar e garantir nutrientes que favorecem o desenvolvimento, energia e controle metabólico.
Nutrição e comportamento alimentar infantil é com a Dra Cleonice Soares.
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A seletividade alimentar em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição comum e se caracteriza por um repertório alimentar extremamente restrito e limitado, com recusa em experimentar novos alimentos e preferência por uma pequena variedade de comidas.
A seletividade alimentar no TEA não é apenas uma questão de "gostos" é uma experiência sensorial. Crianças autistas não recusam alimentos porque são “manhosas” ou “difíceis”. Elas vivem o momento da alimentação com uma intensidade neurossensorial completamente diferente. O que pra nós é um simples preparo, pra elas pode ser uma explosão de texturas, cheiros (sim, acredite) e sons difíceis de processar. A seletividade é, muitas vezes, um mecanismo de proteção neurológica, não de escolha ou força de vontade. Além disso, existe uma ligação profunda entre o sistema nervoso entérico (o ‘segundo cérebro’) e o comportamento alimentar. Alterações na microbiota intestinal, na sensibilidade tátil e na integração sensorial explicam boa parte desses padrões seletivos, algo que a ciência moderna vem confirmando. O papel do Nutricionista então vai muito além de fazer a criança comer mais variado. É sobre criar segurança alimentar, respeitar o tempo do corpo e reconectar o prazer de comer com o conforto sensorial. Quando entendemos que o alimento conversa com o cérebro através dos sentidos, deixamos de ver birra e passamos a enxergar biologia. Isso muda tudo no processo nutricional de uma criança com TEA.
A Seletividade alimentar no TEA vem de um mecanismo biológico, eles tem algumas estruturas neurológicas rígidas que fazem do comportamento alimentar, seletivo, por exemplo, cor, textura, cheiros. Com uma boa estratégia você consegue ter uma alimentação saudável dentro do que a seletividade dele permite.
É uma dificuldade comum relacionada à alimentação restrita, em que a criança aceita apenas alguns tipos específicos de alimentos, geralmente com base em textura, cor, cheiro, temperatura, aparência ou marca.
A criança não recusa comida “por birra”, mas porque o cérebro dela processa os estímulos sensoriais de forma diferente. Isso pode fazer com que certos alimentos pareçam desagradáveis, estranhos ou até ameaçadores.
A criança não recusa comida “por birra”, mas porque o cérebro dela processa os estímulos sensoriais de forma diferente. Isso pode fazer com que certos alimentos pareçam desagradáveis, estranhos ou até ameaçadores.
A seletividade alimentar em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a dificuldade em aceitar uma variedade de alimentos, manifestada por preferência por poucos alimentos, recusa de novos alimentos e aversão a certos tipos. Essa seletividade está frequentemente ligada a alterações no processamento sensorial e reações intensas a texturas, cheiros, cores e sabores, impactando negativamente a ingestão nutricional e o desenvolvimento da criança.
não aceitaçao de alguns grupos de alimentos.
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