O que fazer com ego ferido por ex? Não sinto mais nada por ele, mas queria que ele sofresse tanto qu
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O que fazer com ego ferido por ex? Não sinto mais nada por ele, mas queria que ele sofresse tanto quanto sofri, o que devo fazer pra me libertar disso?
Olá... espero que esteja bem! De acordo com a psicanálise o ego é o senso de realidade do indivíduo, e estar frustrado (a) por uma vivência é natural. Porém é mas importante compreender os teus sentimentos, importante também é saber que, se quer que seu ex sofra assim como você sofreu, isso mostra que ao contrário do que escreveu, sente algo por ele. Procure ajuda com um psicólogo com registro ativo no CRP, para que alcance o autoconhecimento, e possa compreender melhor seus sentimentos, elaborar feridas narcísicas, para que estas dores não controlem o teu comportamento. Fico a disposição.
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Em primeiro lugar precisa ter em mente que esse desejo de vingança está diretamente ligado à sua dependência emocional ao ex. Essa dependência emocional vem de sua baixa autoestima. O que precisa fazer é se conhecer melhor através da terapia e conseguir enxergar que você não merece se envenenar com esse sentimento.
Lembre-se que o ódio é o amor adoecido. Precisa se libertar desse sentimento para conseguir se amar e ser feliz em um novo relacionamento sem permitir que se repitam as experiências anteriores.
Lembre-se que o ódio é o amor adoecido. Precisa se libertar desse sentimento para conseguir se amar e ser feliz em um novo relacionamento sem permitir que se repitam as experiências anteriores.
Olá! Eu sugiro iniciar uma psicoterapia, ate para analisar com mais profundidade o que te levou para este relacionamento, trabalhar o seu ego que esta contra você mesma e seus relacionamentos, lidar de forma assertiva com essa raiva, desejo de vingança. Culpar o outro esta ligado ao narcisismo também.
Olá! Nem sempre o que falamos/escrevemos é o que sentimos. Pode ainda estar ligada afetivamente a esse relacionamento ou permanece vinculada por não ter autonomia emocional e continuar fixada como objeto do outro. Somente em conversas durante as sessões de psicanálise poderemos trabalhar esses pensamentos e sentimentos, investigar se isso se repete ou não nas distintas relações em sua vida, para que possa elaborar e entender como se libertar disso.
Entre em contato pela plataforma ou whatsapp ou agende uma primeira consulta on-line para falar mais sobre o que está acontecendo.
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Olá. Ao contrário do que muitos pensam a paixão, a raiva, o ódio, ou mesmo o ego ferido, não significa que não sente mais nada, se não sentisse nada provavelmente seu sentimento seria de indiferença. Todos estes sentimentos são bem próximos, é uma linha tênue em relação ao que você pode ter sentido antes. Como você mesmo relata seu ego ferido já demostra que ainda sente algo por ele, seja a raiva, ou o desejo de vingança, frustação, são sentimentos naturais diante de uma perda, mas que falam na verdade sobre sua forma em lhe dar com as separações e rompimentos. É importante buscar ajuda de um psicólogo para trabalhar seus prováveis sentimentos de dependência emocional, e elaborar seu luto será crucial para prosseguir com o fluir da vida, deixando essas pendências no lugar onde precisam estar (no passado). Se conhecer será o melhor caminho para que no futuro tenha novas posições em relação a si mesma e outros relacionamentos. Caso desejar, estou a disposição. Abçs
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia - R$ 180
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Depende: de que você quer se libertar?
Sentir raiva da pessoa amada que foi embora é uma reação muito comum: como foi que essa pessoa pode me abandonar? É um processo frequente naquilo que chamamos de luto. O luto não ocorre somente quando uma pessoa morre, mas também quando uma pessoa vai embora. Como lidar com isso? Isso pode demandar trabalho, elaboração e pode ser às vezes cansativo, mas somente depois de percorrer esse caminho você se sentirá bem para amar novamente.
Sentir raiva da pessoa amada que foi embora é uma reação muito comum: como foi que essa pessoa pode me abandonar? É um processo frequente naquilo que chamamos de luto. O luto não ocorre somente quando uma pessoa morre, mas também quando uma pessoa vai embora. Como lidar com isso? Isso pode demandar trabalho, elaboração e pode ser às vezes cansativo, mas somente depois de percorrer esse caminho você se sentirá bem para amar novamente.
Olá! Antes de tudo parabéns por admitir isso sobre si! Muita gente não tem essa clareza e abertura. Seguindo uma linha de terapia no método de Psicanalise, talvez você tenha uma facilidade em chegar no que te leva a sentir-se assim e do motivo de buscar se libertar (por você mesma, pressão social/ familiar?).
Seria um primeiro caminho para trilhar nessa direção de entendimento dos seus desejos e necessidades.
Busque um profissional com o qual sinta confiança e simpatia e o restante do processo será bastante interessante!
Desejo sorte e bom trabalho analítico pra você!
Seria um primeiro caminho para trilhar nessa direção de entendimento dos seus desejos e necessidades.
Busque um profissional com o qual sinta confiança e simpatia e o restante do processo será bastante interessante!
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Olá!
Fazer algo que maltrate o outro pode fazer mais mal ao autor da maldade do que à vítima.
Nesta linha poderíamos concluir que a vingança não vai resolver seu problema.
Diante de um evento desfavorável, estar consciente das próprias potencialidades e saber lidar com as emoções pode fazer toda a diferença.
Sugiro que você faça uma Psicoterapia com objetivo inicial de melhorar sua autoestima e não permitir que a sensação de ego ferido se repita nos próximos relacionamentos.
Abçs.
Psicologa Carmen Bitarães/Atendimento Online
Fazer algo que maltrate o outro pode fazer mais mal ao autor da maldade do que à vítima.
Nesta linha poderíamos concluir que a vingança não vai resolver seu problema.
Diante de um evento desfavorável, estar consciente das próprias potencialidades e saber lidar com as emoções pode fazer toda a diferença.
Sugiro que você faça uma Psicoterapia com objetivo inicial de melhorar sua autoestima e não permitir que a sensação de ego ferido se repita nos próximos relacionamentos.
Abçs.
Psicologa Carmen Bitarães/Atendimento Online
Olá! Nada fácil a separação, não é? Pode ser que não queira mais nada com seu ex, mas acredita que teu sofrimento com o final da relação foi de responsabilidade dele, então ele deve sofrer para pagar por isto. Se refazer depois que uma relação acaba é aprender a lidar com faltas, reorganização de sonhos e planos. Vai um tempo para elaborar esta perda. Poder falar sobre isto pode te ajudar a sair deste desejo de vingança e aprender sobre você mesma. Uma terapia pode te ajudar!
Imagino o quanto está sendo doloroso ainda não conseguir pensar no seu Ex, mas penso que você já começou o processo para se "libertar" desse pensamento constante e comparativo com esse amor do passado que ainda está presente. Digo que começou o processo pq está falando disso e como isso te atinge, no desejo de que o ex sinta o mesmo. Saiba que a terapia pode te ajudar nessa caminhada de deixar o que é passado no passado.
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Olá. Se existe a necessidade de ver essa pessoa sofrendo é porque ainda existe sentimento, amor e ódio andam juntos. É natural que esteja vivenciando o luto do término, mas é importante que tenha um espaço de escuta sensível e acolhimento para que possa compreender esse momento, possibilitando assim, a elaboração do porquê você aparentemente quer estar por cima da carne " SECA", se que me entende. O que essa posição te trará? Caso queira marcar uma entrevista, estou à disposição!
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Não escolhemos ou rejeitamos conscientemente aquilo que desejamos. Não funcionamos assim. Podemos fazer escolhas com base na razão, mas, se estas escolhas não atendem nosso desejo inconsciente, seguimos divididos, precisando de algo. Não temos o domínio pleno daquilo que desejamos ou rejeitamos. Adoraríamos ter este controle do nosso desejo e o desejo do outro. Mas, não controlamos. Então, nem sempre estas questões lógicas, racionais vão nos satisfazer. Entender seu desejo de vingança de forma racional pode não ser o bastante, ou nem fazer sentido. Muitas pessoas podem te aconselhar a apenas "superar", "seguir adiante", mas não é uma escolha simples, racional ou óbvia. A análise pode te trazer mais conhecimento do seu desejo. Nunca um conhecimento completo, mas uma parte dele. E entendendo um pouco mais do seu desejo você mesma chegará a uma resposta para a sua questão. Acredito que a análise psicanalítica pode te trazer um pouco mais de entendimento de si mesma, e te trazer a oportunidade de interpretar melhor este término, seus sentimentos e esta relação com o outro. Antes de apenas se livrar deste sentimento, acredito que vale a pena tentar levá-lo para a análise e conhecê-lo melhor. Pode ser muito libertador saber mais sobre nossos sintomas e sofrimentos. Boa sorte!
Entendo que esses sentimentos podem ser complexos e difíceis de lidar, mesmo quando não há mais amor envolvido. É importante explorar as raízes desse desejo de vingança, pois muitas vezes está ligado a feridas emocionais mais profundas.
Um caminho para se libertar desse sentimento é buscar compreender as origens dessas emoções, talvez através de terapia. Ao investigar esses sentimentos, podemos descobrir conexões com experiências passadas que estão influenciando nossa forma de lidar com a situação atual. Além disso, praticar a autocompaixão e o perdão, tanto a si mesma quanto ao ex-parceiro, pode ser transformador. Reconhecer que todos nós erramos e que o perdão não é apenas para o outro, mas também para nosso próprio bem-estar emocional, pode ajudar a liberar esses sentimentos negativos. É importante lembrar que superar esses sentimentos não significa esquecer o que aconteceu ou minimizar a dor que você sentiu. Significa encontrar uma maneira saudável de lidar com essas emoções, para que você possa seguir em frente com mais leveza e paz interior.
Um caminho para se libertar desse sentimento é buscar compreender as origens dessas emoções, talvez através de terapia. Ao investigar esses sentimentos, podemos descobrir conexões com experiências passadas que estão influenciando nossa forma de lidar com a situação atual. Além disso, praticar a autocompaixão e o perdão, tanto a si mesma quanto ao ex-parceiro, pode ser transformador. Reconhecer que todos nós erramos e que o perdão não é apenas para o outro, mas também para nosso próprio bem-estar emocional, pode ajudar a liberar esses sentimentos negativos. É importante lembrar que superar esses sentimentos não significa esquecer o que aconteceu ou minimizar a dor que você sentiu. Significa encontrar uma maneira saudável de lidar com essas emoções, para que você possa seguir em frente com mais leveza e paz interior.
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Você diz que não sente mais nada por ele, mas nutre outros sentimentos. O amor e o ódio caminham lado a lado; em qualquer deslize, um deles prevalece. Você ainda investe sentimento 'ódio' nessa relação, o que sugere que algo não está totalmente resolvido ou acabado, como você diz. O que você deve fazer para se libertar? Sugiro que você faça análise para observar mais profundamente sobre essa sua demanda e compreender as razões subjacentes aos seus sentimentos. Ao explorar suas emoções mais profundamente, você pode encontrar maneiras de liberar-se desses sentimentos conflitantes e alcançar uma verdadeira resolução. Conte comigo. Abraços, Aline.
Olá ! Este tipo de pensamento ocorre porque você ainda sente muita coisa por ele, a ponto de desejar que ele sofra tanto quanto você sofreu. Racionalmente você até pode dizer que quer se libertar disto mas inconscientemente você se apega muito a isto. Você deseja que ele sofra como uma forma compensatória pelo que ele te fez passar. Se seu ego está ferido como você diz, alargue as fronteiras do seu mundo. Quando seu mundo é bem pequeno e se resume a você e ás suas necessidades, o sofrimento é enorme porque você ocupa todo o espaço do seu mundo. Mas se você alarga as fronteiras e consegue enxergar outras pessoas, outras necessidades que não as suas, outras prioridades e motivos que te dêem alegria para viver, seu mundo ficará tão grande que o ex e seu ego ferido ficarão bem pequenininhos, até que um dia você não se abalará mais por todo sofrimento que te aprisiona neste momento. A empatia é um belo caminho a se trilhar nestes momentos, desenvolver novos interesses também ! Uma terapia bem feita também pode te ajudar muito a alargar o seu mundo, para que você descubra que seu potencial é muito maior do que todo sofrimento que supostamente ele te causou. Espero ter ajudado ! Abraços !
Sentir raiva e desejar que seu ex sofra tanto quanto você sofreu é uma reação comum após um rompimento doloroso. No entanto, esses sentimentos podem se tornar um fardo emocional que impede a sua própria cura e crescimento. Aqui estão algumas estratégias para lidar com um ego ferido e encontrar o caminho para a libertação e a paz interior:
1. Reconheça e Aceite Seus Sentimentos
Valide Seus Sentimentos: Aceite que é normal sentir raiva, tristeza e ressentimento após um rompimento. Esses sentimentos são uma parte natural do processo de cura.
Autocompaixão: Seja gentil consigo mesmo. Entenda que seus sentimentos são válidos e que você está passando por um momento difícil.
2. Processamento Emocional
Escreva Sobre Seus Sentimentos: Manter um diário pode ajudar a expressar e processar suas emoções. Escreva sobre sua dor, raiva e qualquer coisa que queira dizer ao seu ex, mas sem a intenção de enviar.
Terapia: Conversar com um terapeuta pode ser extremamente útil. A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar seus sentimentos e desenvolver estratégias para seguir em frente.
3. Redirecionamento do Foco
Cuidado Pessoal: Concentre-se em atividades que promovam seu bem-estar físico, emocional e mental. Exercícios, hobbies, meditação e práticas de mindfulness podem ser benéficos.
Metas Pessoais: Estabeleça novas metas e projetos que sejam significativos para você. Isso pode ajudar a redirecionar sua energia para algo positivo e produtivo.
4. Prática do Perdão
Perdão Não é Esquecimento: Perdoar não significa esquecer o que aconteceu ou justificar as ações do seu ex. É um ato de liberar o peso emocional que você carrega.
Benefícios do Perdão: Estudos mostram que o perdão pode levar a uma melhor saúde mental e física. Perdoar pode ser uma forma poderosa de se libertar do passado.
5. Limitação de Contato
Estabeleça Limites: Se possível, limite ou evite o contato com seu ex para ajudar a reduzir os gatilhos emocionais e permitir que você se concentre na cura.
Redes Sociais: Considere deixar de seguir ou bloquear seu ex nas redes sociais para evitar se deparar com postagens que possam causar dor ou raiva.
6. Círculo de Apoio
Converse com Amigos e Família: Compartilhar seus sentimentos com pessoas de confiança pode oferecer apoio emocional e perspectivas diferentes.
Grupos de Apoio: Participar de grupos de apoio ou comunidades online pode proporcionar um espaço para conectar-se com outros que estão passando por experiências semelhantes.
7. Cultivar a Gratidão e o Crescimento
Reflexão sobre o Aprendizado: Pense sobre o que você aprendeu com a experiência e como isso pode ajudá-lo a crescer como pessoa.
Gratidão: Praticar a gratidão pode ajudar a mudar o foco da dor para as coisas positivas em sua vida. Faça uma lista diária de coisas pelas quais você é grato.
Reflexão Final
Lidar com um ego ferido e sentimentos de vingança pode ser um desafio, mas é possível encontrar a paz e seguir em frente. O processo pode levar tempo, e é importante ser paciente consigo mesmo.
Se precisar de mais orientação ou apoio, estou aqui para ajudar. A cura e a libertação são possíveis, e você merece encontrar a paz interior e a felicidade.
1. Reconheça e Aceite Seus Sentimentos
Valide Seus Sentimentos: Aceite que é normal sentir raiva, tristeza e ressentimento após um rompimento. Esses sentimentos são uma parte natural do processo de cura.
Autocompaixão: Seja gentil consigo mesmo. Entenda que seus sentimentos são válidos e que você está passando por um momento difícil.
2. Processamento Emocional
Escreva Sobre Seus Sentimentos: Manter um diário pode ajudar a expressar e processar suas emoções. Escreva sobre sua dor, raiva e qualquer coisa que queira dizer ao seu ex, mas sem a intenção de enviar.
Terapia: Conversar com um terapeuta pode ser extremamente útil. A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar seus sentimentos e desenvolver estratégias para seguir em frente.
3. Redirecionamento do Foco
Cuidado Pessoal: Concentre-se em atividades que promovam seu bem-estar físico, emocional e mental. Exercícios, hobbies, meditação e práticas de mindfulness podem ser benéficos.
Metas Pessoais: Estabeleça novas metas e projetos que sejam significativos para você. Isso pode ajudar a redirecionar sua energia para algo positivo e produtivo.
4. Prática do Perdão
Perdão Não é Esquecimento: Perdoar não significa esquecer o que aconteceu ou justificar as ações do seu ex. É um ato de liberar o peso emocional que você carrega.
Benefícios do Perdão: Estudos mostram que o perdão pode levar a uma melhor saúde mental e física. Perdoar pode ser uma forma poderosa de se libertar do passado.
5. Limitação de Contato
Estabeleça Limites: Se possível, limite ou evite o contato com seu ex para ajudar a reduzir os gatilhos emocionais e permitir que você se concentre na cura.
Redes Sociais: Considere deixar de seguir ou bloquear seu ex nas redes sociais para evitar se deparar com postagens que possam causar dor ou raiva.
6. Círculo de Apoio
Converse com Amigos e Família: Compartilhar seus sentimentos com pessoas de confiança pode oferecer apoio emocional e perspectivas diferentes.
Grupos de Apoio: Participar de grupos de apoio ou comunidades online pode proporcionar um espaço para conectar-se com outros que estão passando por experiências semelhantes.
7. Cultivar a Gratidão e o Crescimento
Reflexão sobre o Aprendizado: Pense sobre o que você aprendeu com a experiência e como isso pode ajudá-lo a crescer como pessoa.
Gratidão: Praticar a gratidão pode ajudar a mudar o foco da dor para as coisas positivas em sua vida. Faça uma lista diária de coisas pelas quais você é grato.
Reflexão Final
Lidar com um ego ferido e sentimentos de vingança pode ser um desafio, mas é possível encontrar a paz e seguir em frente. O processo pode levar tempo, e é importante ser paciente consigo mesmo.
Se precisar de mais orientação ou apoio, estou aqui para ajudar. A cura e a libertação são possíveis, e você merece encontrar a paz interior e a felicidade.
Procure um terapeuta que você se sinta segura e utilize metodologia que você goste para investigar o que são e as origens dos sentimentos que te fazem desejar isso. Assim poderá entender a origem desse comportamento e exercitar uma nova forma de viver com felicidade e liberdade. Abraço!
Olá, como vai? Sentir o ego ferido após um término é uma experiência comum, e é compreensível desejar que a outra pessoa sinta a dor que você sentiu. No entanto, essa busca por retribuição pode te prender ao passado e dificultar sua libertação emocional. Conversar com um profissional pode te ajudar a processar essa dor, permitindo que você transforme essa energia em autoconhecimento e crescimento pessoal, em vez de alimentá-la com ressentimento. Se necessário, estou à disposição! Abraço
Faça terapia, muitas coisas que vc precisa trabalhar dentro de vc. Lembre o ódio faz mal a quem senti ta.
Estou a disposição, marque uma consulta comigo, vamos falar um pouco de uma palavra perdão. Um abraço
Estou a disposição, marque uma consulta comigo, vamos falar um pouco de uma palavra perdão. Um abraço
o mais indicado é terapia
Os relacionamentos geram muito conflito e por vezes ao se separar, ficam sentimentos bastante agressivos. Em um ambiente seguro onde sua escuta seja ativa, falar sobre tudo o que você vivenciou nesse relacionamento pode ser uma forma de dissipar essa agrassividade, procure um psicanalista.
Se a sensação de mágoa ou desejo de vingança for muito intensa, um processo terapêutico pode ajudar. Um psicoterapeuta pode te guiar para compreender o que está por trás dessas emoções e ajudar a construir ferramentas internas para lidar melhor com elas.
Ola boa tarde, é necessário sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues
Olá,
Se você diz: "Não sinto nada por ele, mas queria que ele sofresse tanto quanto sofri", me parece que você está ligada a ele, pela raiva, desejo de vingança. Como se libertar? Neste caso o mais adequado é procurar ajuda para compreender o que está acontecendo.
Se você diz: "Não sinto nada por ele, mas queria que ele sofresse tanto quanto sofri", me parece que você está ligada a ele, pela raiva, desejo de vingança. Como se libertar? Neste caso o mais adequado é procurar ajuda para compreender o que está acontecendo.
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
Essa pergunta toca num ponto muito humano: o desejo de reparação. Quando alguém nos fere — emocionalmente, afetivamente — e não há justiça, reconhecimento ou retratação, é comum surgir essa vontade de que o outro sinta na pele o que nos causou. Não por crueldade, mas como um reflexo da dor que não encontrou simbolização.
Na psicanálise, não buscamos suprimir esse sentimento. Pelo contrário, o analisamos. Porque esse desejo de que o outro sofra pode esconder algo mais profundo: o quanto aquela experiência nos atingiu, o quanto nós ainda estamos ligados à ferida — mesmo dizendo que não sentimos mais nada.
Não é raro que o ego ferido tente se defender através da raiva, do orgulho, do desejo de revanche. Mas o que sustenta esse desejo é o que ainda não foi digerido, o que ficou preso no acontecimento. Ou seja: mesmo que a relação tenha terminado, uma parte sua ainda está lá.
E é justamente essa parte que a psicanálise tenta escutar. Não para julgar, mas para entender: o que dessa história ainda te mantém aprisionada a quem te feriu? O que ainda te impede de se apropriar do seu próprio desejo — sem depender da dor do outro?
A libertação, nesse caso, não vem quando o outro sofre. Vem quando você consegue elaborar sua dor a ponto de não precisar mais que ele sinta nada. Quando a ferida cicatriza internamente, o que o outro sente ou deixa de sentir já não te define mais.
Então, a pergunta talvez mude de forma: não mais "como fazer ele sofrer?", mas "o que ainda dói em mim que me faz precisar disso?". É aí que começa a liberdade real. E a análise pode te acompanhar nesse caminho.
Sou Rode Ziembick - Psicanalista
@rodeziembick
Procure um psicanalista. Esse sentimento de vigança só vai ferir ainda mais você.
sentimentos como o que você descreveu são comuns após situações de dor emocional, como término de relacionamento ou decepções. A TCC entende que pensamentos, emoções e comportamentos estão interligados, e que é possível trabalhar para transformar padrões que mantêm o sofrimento.
Aqui estão alguns passos para lidar com ego ferido e ressentimento:
1. Reconheça seus pensamentos e emoções
Perceber que deseja que o outro sofra mostra raiva e sensação de injustiça.
Não se culpe por sentir isso; é uma resposta emocional comum.
Nomear o que sente ajuda a separar o fato do sentimento.
Ex.: “Sinto raiva porque me senti desvalorizada.”
2. Identifique o ciclo de sofrimento
Na TCC, quando alimentamos pensamentos de vingança ou justiça emocional, o cérebro revive a dor.
Pensar “ele precisa sofrer” mantém você presa ao passado e reforça a raiva.
Entender isso ajuda a perceber que alimentar esse desejo só prolonga seu sofrimento.
3. Reestruture seus pensamentos
Substitua pensamentos vingativos por pensamentos focados em si e no futuro:
“Eu mereço paz e liberdade emocional.”
“Meu bem-estar não depende do sofrimento dele.”
“Escolho focar em mim, não nele.”
Com prática, seu cérebro cria novos caminhos emocionais, diminuindo o peso da raiva.
4. Pratique comportamentos libertadores
Escreva sobre a raiva, depois rasgue ou queime o papel (ritual de descarrego emocional).
Invista em si: hobbies, autocuidado, planos pessoais.
Exercícios de respiração ou mindfulness para reduzir a ativação emocional.
5. Transforme ressentimento em aprendizado
O objetivo não é justificar o que aconteceu, mas tirar você do papel de vítima e retomar o controle emocional.
Pergunte a si mesma: “O que posso aprender com isso para crescer?”
Focar no crescimento pessoal enfraquece o vínculo emocional com o passado.
Se mesmo aplicando essas estratégias sentir que a raiva permanece intensa ou prejudica seu dia a dia, procure terapia com um psicólogo, que pode usar TCC para acelerar o processo de libertação.
Aqui estão alguns passos para lidar com ego ferido e ressentimento:
1. Reconheça seus pensamentos e emoções
Perceber que deseja que o outro sofra mostra raiva e sensação de injustiça.
Não se culpe por sentir isso; é uma resposta emocional comum.
Nomear o que sente ajuda a separar o fato do sentimento.
Ex.: “Sinto raiva porque me senti desvalorizada.”
2. Identifique o ciclo de sofrimento
Na TCC, quando alimentamos pensamentos de vingança ou justiça emocional, o cérebro revive a dor.
Pensar “ele precisa sofrer” mantém você presa ao passado e reforça a raiva.
Entender isso ajuda a perceber que alimentar esse desejo só prolonga seu sofrimento.
3. Reestruture seus pensamentos
Substitua pensamentos vingativos por pensamentos focados em si e no futuro:
“Eu mereço paz e liberdade emocional.”
“Meu bem-estar não depende do sofrimento dele.”
“Escolho focar em mim, não nele.”
Com prática, seu cérebro cria novos caminhos emocionais, diminuindo o peso da raiva.
4. Pratique comportamentos libertadores
Escreva sobre a raiva, depois rasgue ou queime o papel (ritual de descarrego emocional).
Invista em si: hobbies, autocuidado, planos pessoais.
Exercícios de respiração ou mindfulness para reduzir a ativação emocional.
5. Transforme ressentimento em aprendizado
O objetivo não é justificar o que aconteceu, mas tirar você do papel de vítima e retomar o controle emocional.
Pergunte a si mesma: “O que posso aprender com isso para crescer?”
Focar no crescimento pessoal enfraquece o vínculo emocional com o passado.
Se mesmo aplicando essas estratégias sentir que a raiva permanece intensa ou prejudica seu dia a dia, procure terapia com um psicólogo, que pode usar TCC para acelerar o processo de libertação.
O desejo de que o outro sofra costuma surgir quando há uma ferida narcísica ainda ativa, mesmo sem vínculo afetivo. Não é sobre o ex, mas sobre algo seu que ficou atingido e não elaborado. A libertação não vem da reparação pelo outro, mas do trabalho interno de reconhecer a dor, a frustração e o sentimento de injustiça. O acompanhamento terapêutico ajuda a elaborar essa ferida, ressignificar a experiência e recuperar a própria dignidade emocional, sem permanecer presa a quem já saiu da relação.
Na perspectiva psicanalítica, o desejo de que o ex sofra não indica amor, mas uma ferida narcísica ainda ativa. O término pode ter abalado a autoestima, o sentimento de valor e o reconhecimento, fazendo com que a vingança apareça como tentativa de reparar essa dor. Enquanto esse desejo permanece, parte do investimento psíquico continua presa ao outro, mantendo o vínculo e o sofrimento.
Libertar-se desse estado não passa por revidar, mas por compreender o que foi ferido internamente e elaborar o luto pelo que não foi. Ao reconhecer a raiva, sem agir a partir dela, e deslocar o foco para si mesma, o ego pode se recompor, reduzindo a necessidade de validação pelo sofrimento do outro.
Coloco-me à disposição, como profissional, para acompanhar esse processo de elaboração em um espaço de escuta cuidadosa e respeitosa.
Libertar-se desse estado não passa por revidar, mas por compreender o que foi ferido internamente e elaborar o luto pelo que não foi. Ao reconhecer a raiva, sem agir a partir dela, e deslocar o foco para si mesma, o ego pode se recompor, reduzindo a necessidade de validação pelo sofrimento do outro.
Coloco-me à disposição, como profissional, para acompanhar esse processo de elaboração em um espaço de escuta cuidadosa e respeitosa.
Esse desejo de que o outro sofra é comum quando o ego está ferido, essa ferida ainda está doendo. A psicanálise entende que essa é uma forma de se manter presa ao vínculo, não pq vc quer a pessoa de volta mas pq algo em você ainda pede reparação.
A libertação desse sentimento precisa que essa raiva e essa dor sejam elaboradas ao invés de vivenciada. Vc precisa entender o que foi ferido e como se reconstruir sem precisar do olhar do outro. Qdo isso acontecer o ex perde o poder e o desejo de punição vai embora junto. Se quiser conversar, estou à disposição. Abs
A libertação desse sentimento precisa que essa raiva e essa dor sejam elaboradas ao invés de vivenciada. Vc precisa entender o que foi ferido e como se reconstruir sem precisar do olhar do outro. Qdo isso acontecer o ex perde o poder e o desejo de punição vai embora junto. Se quiser conversar, estou à disposição. Abs
É profundamente humano e compreensível sentir esse desejo de reparação quando somos feridos de forma injusta em uma relação, e o fato de você não sentir mais amor por ele, mas ainda desejar que ele sofra, mostra que o que ficou não foi o afeto, mas o impacto do dano causado à sua imagem e ao seu valor próprio. O ego ferido é como uma ferida física que arde e nos faz querer revidar para restaurar o equilíbrio, como se o sofrimento dele pudesse, de alguma forma, anular ou compensar a dor que você carregou. Na psicanálise, entendemos que esse desejo de vingança é uma tentativa do nosso psiquismo de retomar o controle sobre uma situação onde nos sentimos impotentes e desvalorizados, mantendo-nos, ironicamente, ainda presos à pessoa através do ódio ou do ressentimento.
Para se libertar desse sentimento, o primeiro passo é acolher essa raiva sem se julgar ou se sentir uma pessoa ruim por ter esses pensamentos, entendendo que eles são apenas um sinal de que você ainda está processando a injustiça que viveu. O grande problema de desejar o sofrimento do outro é que isso mantém a sua energia vital, o seu tempo e os seus pensamentos focados na vida dele, o que acaba impedindo que a sua própria ferida cicatrize totalmente. Enquanto você espera que a vida dê o troco, o seu bem-estar continua dependendo de algo que acontece lá fora, no mundo dele, e não dentro de você. A verdadeira libertação começa quando você percebe que a indiferença é um lugar muito mais poderoso e pacífico do que a vingança, pois a indiferença retira dele o direito de ocupar qualquer espaço na sua mente.
Uma forma prática de lidar com isso é redirecionar todo esse ímpeto de justiça para o autocuidado e para a reconstrução dos seus próprios projetos, transformando a raiva em combustível para a sua própria evolução. Na terapia, trabalhamos para que você possa entender que o comportamento dele foi um reflexo das limitações e falhas dele, e não uma medida do seu valor real. Quando você se fortalece internamente e recupera a sua autoestima, a necessidade de que ele sofra diminui, porque você passa a ocupar um lugar tão pleno na sua própria vida que o que acontece com ele deixa de ter importância. O melhor revide contra quem nos feriu é, curiosamente, viver uma vida tão boa e tão autêntica que a existência daquela pessoa se torne apenas um detalhe irrelevante no seu passado.
Tente ser paciente com esse processo, pois o ego demora um pouco mais para se curar do que o coração. Sempre que o desejo de vê-lo sofrer aparecer, tente respirar e dizer a si mesma que você não deve a ele nem mesmo o seu ódio, pois o seu tempo é precioso demais para ser gasto com alguém que já não faz parte do seu presente. Com o tempo, essa chama da raiva vai perdendo o oxigênio e você descobrirá que a paz de não se importar mais é o maior presente que você pode se dar. Você merece ser livre não apenas dele, mas também do peso que é carregar esse desejo de punição.
Espero ter ajudado! Fique bem!
Para se libertar desse sentimento, o primeiro passo é acolher essa raiva sem se julgar ou se sentir uma pessoa ruim por ter esses pensamentos, entendendo que eles são apenas um sinal de que você ainda está processando a injustiça que viveu. O grande problema de desejar o sofrimento do outro é que isso mantém a sua energia vital, o seu tempo e os seus pensamentos focados na vida dele, o que acaba impedindo que a sua própria ferida cicatrize totalmente. Enquanto você espera que a vida dê o troco, o seu bem-estar continua dependendo de algo que acontece lá fora, no mundo dele, e não dentro de você. A verdadeira libertação começa quando você percebe que a indiferença é um lugar muito mais poderoso e pacífico do que a vingança, pois a indiferença retira dele o direito de ocupar qualquer espaço na sua mente.
Uma forma prática de lidar com isso é redirecionar todo esse ímpeto de justiça para o autocuidado e para a reconstrução dos seus próprios projetos, transformando a raiva em combustível para a sua própria evolução. Na terapia, trabalhamos para que você possa entender que o comportamento dele foi um reflexo das limitações e falhas dele, e não uma medida do seu valor real. Quando você se fortalece internamente e recupera a sua autoestima, a necessidade de que ele sofra diminui, porque você passa a ocupar um lugar tão pleno na sua própria vida que o que acontece com ele deixa de ter importância. O melhor revide contra quem nos feriu é, curiosamente, viver uma vida tão boa e tão autêntica que a existência daquela pessoa se torne apenas um detalhe irrelevante no seu passado.
Tente ser paciente com esse processo, pois o ego demora um pouco mais para se curar do que o coração. Sempre que o desejo de vê-lo sofrer aparecer, tente respirar e dizer a si mesma que você não deve a ele nem mesmo o seu ódio, pois o seu tempo é precioso demais para ser gasto com alguém que já não faz parte do seu presente. Com o tempo, essa chama da raiva vai perdendo o oxigênio e você descobrirá que a paz de não se importar mais é o maior presente que você pode se dar. Você merece ser livre não apenas dele, mas também do peso que é carregar esse desejo de punição.
Espero ter ajudado! Fique bem!
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