o que fazer quando o alcolatra nao admite fazer tratamento e esta sendo um risco pra ele e para os o
o que fazer quando o alcolatra nao admite fazer tratamento e esta sendo um risco pra ele e para os outros?
36 respostas
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Bom dia. Além de procurar uma terapia familiar, não podemos esquece que só conseguimos ajudar quem quer ser ajudado. A família precisa tentar sair desse círculo abusivo.
Geralmente, em situações como essa, é aconselhável a terapia de família. O alcoolismo é um problema que envolve todo o núcleo familiar. Diga a ele que vocês terão um atendimento com um psicólogo e a presença dele é muito importante - procure não colocá-lo na condição de doente, e sim como um elemento de apoio à família.
Ter alguém alcoolista na família pode ser um fator de muito estresse, portanto é importante que os familiares façam psicoterapia, porque em alguns casos pode ter o que chamamos de coodependência. Mas mesmo que não seja esse o caso a psicoterapia vai ajudar os familiares a lidarem com a situação. Outra dica é saber que existem fases no processo de mudança, a primeira delas é quando a pessoa não enxerca o problema. Nesse caso oferecer soluções para o problema não ajuda, é importante trabalhar na sensibilização, falar com a pessoa as atitudes que ela tem que incomoda, e não aponta o alcoolismo como a causa, deixar a pessoa mesmo chegar a essa conclusão. E oferecer cuidados para a pessoa de outra ordem que não seja parar de beber, por exemplo um check up, orienta uma boa alimentação.
Bom dia! A família sofre com essa situação, por isso é necessário estar buscando ajuda profissional para para manejar toda a situação de atrito, e desconforto na relação. A vergonha, o abandono, humilhação, fazem parte de todo o pacote de magoas e tristezas. Ter que se ama, passando pela falta de cuidado e amor por si mesmo, gera tristeza no âmbito familiar. vcs devem buscar se cuidar, buscar um psicólogo para sobreviver a toda essa situação e aprender novas estratégias para enfrentar o confronto.
Olá! Neste caso a terapia familiar é o mais indicado para fornecer o suporte necessário para todos os envolvidos do núcleo familiar. Além disso, grupos de apoio como o AA podem auxiliar quanto a identificação, amparo e no fornecimento de informações importantes a respeito do alcoolismo.
Olá. É uma situação bastante complexa a de ter alguém adicto em álcool na família. Acho q o primeiro ponto é pensar no que estrapola o limite de escolha dessa pessoa, para poder estabelecer em que não se pode ultrapassar por se tratar de algo, justamente, que começa a colocar em risco os demais. Acredito que estabelecer essas fronteiras seja bastante difícil para os familiares pensarem sozinhos. A ajuda de um profissional em saúde mental poderá ser decisiva. E claro, para além disso, tem o tratamento da pessoa q faz uso abusivo de álcool. Mas acredito q um primeiro passo seja a pessoa querer se tratar. Não acredito em tratamento compulsório qdo se trata de saúde mental. O q não quer dizer q não há nada a ser feito! Novamente são questões a serem tratadas c um profissional de saúde mental
Procure uma terapia familiar! A família fica Co-depende . Existem internações e/ou psicoterapias. A família precisa respirar, e ficar em segurança .
Olá, essa é mesmo uma questão delicada e difícil. O alcoolismo é uma doença que altera a percepção da realidade. O doente não consegue reconhecer o mal que esta causando a si e aos outros. Os familiares tentam ajudar, mas apenas veem seus próprios sofrimentos se agravarem. Difícil, mas possível. O primeiro passo é afastar -se emocionalmente do problema. Procure uma ajuda para vc. Em algumas cidades é possível dispor de grupos terapêuticos na rede pública de saúde. Grupos de AA para familiares também servem de referência. Se puder, procure um profissional para atendimento individual. Depois, procure ajuda com familiares e amigos para convencer o doente a procurar ajuda. Caso ele realmente não queira, é preciso deixá-lo seguir seu caminho, sofrendo às consequências, sozinho, de suas escolhas. Dificil, mas por vezes é a única coisa que resta a fazer. Conte comigo. Um abraço
Olá, é uma demanda complexa para família, pois a pessoa precisa querer se curar. É importante a família participar de grupo de apoio buscando orientação de como convencer a pessoa a buscar tratamento psiquiátrico e psicoterápico.
Procure o CAPS AD da sua cidade que lá é oferecido todo o suporte para o usuário e os familiares. Você terá todas as informações e ajuda que precisa.
Boa tarde. Penso ser um tanto quanto difícil ajudar quem não quer ajuda. Nesse caso, a família precisa se tratar da codependência para saber lidar assertivamente com o dependente. Assim, ela não adoece junto. Caso, o dependente resolva aceitar ajuda gosto muito do AA para os alcoolistas e a terapia individual para ele/a uma vez que uso abusivo de álcool e droga podem estar associados ( comorbidades), a outros transtornos mentais tais como bipolaridade, depressão, ansiedade etc.. Nesse caso, a pessoa precisa de uma ajuda mais individualizada até pra dar conta de enfrentar uma terapia de casal ou família. Espero ter ajudado ! Gde abraço!!
O primeiro passo é tentar conversar om a pessoa quando ela estiver sóbria, mostrando o sofrimento familiar, se ainda assim não conseguir, busque ajuda psicológica para si e para a família a fim de um direcionamento mais específico.
Olá! O mais aconselhável seria buscar uma terapia familiar. Ajudar um dependente de álcool não é uma.tarefa simples mas não é impossível e, o primeiro passo requer muita compreensão, apoio e muita disposição pois é um processo difícil. Frequentemente o alcoolista nega a própria doença e tratá-lo como doente ou assumir uma postura acusatória vai apenas reforçar a negação e um comportamento de defesa no paciente. É fundamental uma abordagem afetiosa e de respeito buscando fazê-lo sentir-se como parte importante no processo.
Internação involuntária ou sugerir a frequência num AA. A família precisa de apoio psicológico para enfrentar as dificuldades como co-dependentes do adicto
O Tratamento para Alcoolismo envolve diversas estratégias e acompanhamento específico. Identificar em que fase ele se encontra e estimular para que aceite o tratamento faz muita diferença no bom resultado.
Olá! Agradeço por compartilhar conosco a sua questão. Venho reafirmar aqui algumas contribuições dos colegas que já responderam a sua mensagem. De fato, é pouquíssimo efetivo oferecer cuidado a quem não avalia que precisa de ajuda, o que me parece ser o caso relatado por você. Uma parte importantíssima do acompanhamento é de responsabilidade da equipe multidisciplinar em saúde mental (psiquiatra e psicólogo, a princípio), entretanto há uma outra parte, igualmente importante, que diz respeito à disponibilidade afetiva do paciente em se vincular ao tratamento, em percorrer o caminho de se cuidar. Pensando ainda a família como um lugar sistêmico, talvez fosse bastante positivo que a família buscasse ajuda profissional para se fortalecer frente a essa questão e outras que porventura possam emergir. Recomendo a psicoterapia para que vocês tenham um lugar de fala e escuta qualificada. Fique bastante atenta às questões que envolvam violência doméstica e contra mulher. Se cuide, acima de tudo. Um abraço!
1. Existe um tipo de grupo específico para os familiares de Alcoolicos, se chama ALANON . Dê um google e veja onde acontecem as reuniões na sua cidade. 2. Tratamento mental não tem eficácia se for compulsório. 3. Quando for conversar não ataque o álcool (a pessoa sente que ela e o álcool são uma só). Fale sobre você, como se sente, sensibilize a pessoa para olhar os prejuízos. 4. A pessoa vai culpar o mundo pelos problemas e não o hábito dela de beber, por isso o familiar deve estar também se cuidando, pra não voltar para este lugar.
Se essa pessoa aceita tratamento psicológico, leve ela pois poderá chegar um momento onde ela não aceite mais, outra alternativa é centro de ajuda anônimas ou centro reabilitação para dependentes químicos.
Olá! Só ajudamos quem gostaria de ser ajudado, exponha sua preocupação a este familiar e ajude-o a buscar um melhor direcionamento, busque ajuda psicológica para si e para a família para que consigam enfrentar essa situação de uma forma mais tranqüila. Espero ter ajudado e coloco-me a disposição. Um abraço!
Olá, como vai? Existem graus de comprometimento quanto ao uso de bebida alcoólica. Se estamos falando de um dependente de bebida alcoólica, então a habilidade de perceber os danos da dependência para a vida, bem como a habilidade de perceber claramente a alteração do controle para o uso estão prejudicados. As oscilações entre desejo de tratamento, por perceber os males decorrentes com a negação da dependência são bastante comuns. Algumas orientações: é infrutífero e, às vezes, perigoso, confrontar-se com alguém que esteja muito alcoolizado; procure o diálogo e o convencimento nos momentos em que a pessoa estiver lúcida; o serviço de saúde público destinado ao alcoolismo é o CAPS AD e deve ser o mais próximo de sua residência; cuide da integridade das crianças, se houver; cuide para que não haja instrumentos cortantes facilmente disponível, caso seja um risco; caso necessário, se a pessoa ameaçar colocar-se gravemente em ou aos demais, ligue para o SAMU. Ademais, os CAPS AD costumam ter abordagens direcionadas aos familiares e fazer orientações para as situações de risco e, inclusive, buscar conversar com a pessoa dependente de álcool a fim de sensibilizá-la para o acompanhamento. Quanto à família, é importante que a pessoa mais próxima ao dependente busque terapia para si. Espero ter podido contribuir. Fiquem bem. Abçs, Jaqueline.
Olá, hoje o álcool por ser uma droga reforçada principalmente pelo meio cultural geralmente o alcoolista tem uma resistência muito grande para admitir, ainda mais se a pessoa tem regras e autoregras que o homem tem que ser forte, que é o mantenedor da casa e por ai vai. O que sugiro assim como os colegas disseram, busque ajuda para você, pois as vezes algumas condições sendo colocadas pode ser uma possibilidade, mas para tal precisa estar consciente do quadro geral, com a ajuda do profissional pode ter essa visão mais ampla e se posicionar de forma quem sabe mais assertiva no intuito de ajudar
Olá! É importante ressaltar que o tratamento precisa ser feito com o consentimento do paciente. Caso ele se recuse a qualquer tipo de tratamento, buscar um tratamento para os integrantes da família pode ser uma possibilidade para lidar com esta questão.
Olá, sua situação é delicada mesmo. Quando a pessoa já está ultrapassando os limites da segurança pessoal e coletiva, é preciso uma intervenção profissional, principalmente para a família. Não é fácil ter de enfrentar tudo isso sem ajuda. Sugiro que procure um psicoterapeuta para você. Dessa forma, poderá encontrar soluções práticas para o caso. Abraço
Ter alguém alcoolista na família certamente é uma situação muito desafiadora, portanto é importante que os familiares façam psicoterapia pois em alguns casos pode se estabelecer uma relação de coodependência. Mas mesmo que não seja esse o seu caso a psicoterapia vai ajudar os familiares a lidar da melhor forma com a situação. Outra questão é saber que existem fases no processo de mudança, a primeira delas chamamos de pré-contemplação que é quando a pessoa não percebe o problema. Nesse caso oferecer soluções relacionadas ao consumo do álcool geralmente não ajuda, é importante trabalhar na sensibilização, falar com a pessoa em estado de sobriedade que algumas atitudes que ela tem tido incomodam e deixar a pessoa mesmo chegar a sua própria conclusão. Recomendo que assista o vídeo em meu perfil onde explico sobre as fases da mudança na recuperação de dependências. Espero que encontrem o melhor caminho!
Olá. É uma questão complexa, a qual não cabe uma resposta aqui. Penso que a família pode buscar grupos de apoio ou orientação profissional para entender melhor o que fazer. Abraço
Olá. Sugiro uma conversa franca e aberta com ele sobre os riscos que está correndo e como isso afeta as pessoas ao seu redor. Evite culpa-lo. O alcoolismo é uma doença e deve ser tratada como tal. Oriente-o para ajuda especializada. Estou à disposição, caso queira evoluir esse assunto comigo, Meu nome é Dra Lourdes Avelar e será um prazer se puder ajudar
Se a pessoa alcoólatra não admite fazer tratamento e está representando um risco para si mesma e para os outros, é essencial agir com firmeza e buscar apoio externo. Aqui estão algumas medidas que você pode tomar: 1. Converse com calma, mas com firmeza Escolha um momento em que ele esteja sóbrio para conversar. Use frases que demonstrem preocupação, como: "Estou preocupada com sua saúde e segurança." "O álcool está afetando sua vida e as pessoas ao seu redor." Evite acusações ou críticas diretas, pois isso pode gerar resistência. 2. Procure apoio de familiares e amigos Reúna pessoas próximas para expressar preocupação de forma coletiva. Muitas vezes, ouvir de várias pessoas faz com que ele perceba a gravidade da situação. 3. Busque Ajuda Profissional Mesmo Sem o Consentimento Dele Um psicólogo ou psiquiatra especializado em dependência química pode orientar sobre os melhores passos. Em casos graves, internação involuntária pode ser necessária (quando a pessoa não aceita tratamento, mas representa risco). 4. Internação Involuntária: Quando é Necessária? No Brasil, a Lei 13.840/2019 permite a internação involuntária de dependentes químicos quando: Eles apresentam riscos graves para si mesmos ou para outras pessoas. Um médico psiquiatra avalia e recomenda a internação. A família ou um responsável legal faz a solicitação. Se ele estiver se colocando em perigo ou colocando outras pessoas em risco (como dirigir bêbado, agressividade, descuido com a própria segurança), essa pode ser uma opção a ser considerada. 5. Chame as autoridades em casos de emergência Se ele estiver em uma situação de risco iminente (dirigindo alcoolizado, agressivo, ameaçando a própria vida ou a dos outros), acione a polícia ou o SAMU (192) para garantir a segurança de todos. Se precisar de apoio, existem grupos como o Alcoólicos Anônimos (AA) e o Al-Anon (para familiares de alcoólatras) que podem te ajudar nesse processo. Você já tentou alguma dessas abordagens?
Boa tarde!! Como profissional atuante nesta área e pela minha forma de trabalho, entendemos que ninguém se torna dependente do álcool por acaso. O uso da bebida, muitas vezes, é uma forma de silenciar dores internas, conflitos não elaborados, angústias que o sujeito não consegue nomear. O álcool funciona como uma "muleta psíquica", um apoio para lidar com aquilo que ele não dá conta de enfrentar. Quando a pessoa recusa ajuda ou diz que “não tem problema”, não é por teimosia ou maldade. Muitas vezes, é porque admitir o problema traria à tona sofrimentos muito antigos e difíceis de suportar. A recusa é, em si, uma defesa — uma forma de manter o sofrimento inconsciente sob controle, mesmo que isso custe muito caro. Mas quando o uso do álcool coloca em risco a vida do sujeito e de outros, essa recusa se torna perigosa. Nestes casos, pode ser necessário um ato do Outro (a família, os profissionais..) para proteger a vida. Internações involuntárias, por exemplo, não são soluções mágicas, mas podem ser um ponto de ruptura que abre a possibilidade de escuta e tratamento. Então, mesmo diante da recusa, a pessoa não seja tratada apenas como "doente" ou "perigosa", mas como sujeito de desejo, que sofre, que se defende como pode, e que precisa de um espaço onde sua dor possa, aos poucos, ser simbolizada e elaborada.
Quando a negação é absoluta e existe risco real à vida (dele ou de terceiros), a estratégia muda do diálogo para a intervenção de segurança. Nesse estágio, tentar argumentar é inútil; você precisa agir através da Internação Involuntária (prevista em lei, solicitada pela família com laudo médico e autorizada por uma instituição de saúde) ou acionando o SAMU/Polícia em momentos de crise aguda. O passo mais difícil, mas necessário, é romper a codependência: pare de "amortecer" as quedas dele ou esconder os erros, pois enquanto a família resolve os problemas que o álcool cria, ele não sente a necessidade de mudar. Proteger a integridade física da família não é traição, é um ato de amor e sobrevivência.
Quando a pessoa não admite o problema e se torna um risco, a prioridade é segurança. Evite confrontos diretos em momentos de crise e estabeleça limites claros sobre comportamentos inaceitáveis. A família pode buscar orientação profissional mesmo sem a adesão dele (como serviços especializados em álcool e drogas). Em situações de risco iminente (agressividade, ameaça, dirigir alcoolizado), é importante acionar suporte emergencial. A internação involuntária pode ser considerada apenas em casos graves, quando há risco real à própria pessoa ou a terceiros, e deve seguir critérios médicos e legais. Também é fundamental que a família busque apoio para si, pois não é possível forçar a mudança, apenas criar limites e oferecer caminhos.
Quando uma pessoa com dependência de álcool não reconhece o problema ou se recusa a buscar tratamento, a situação realmente pode se tornar difícil para os familiares e pessoas próximas. Infelizmente a mudança geralmente acontece quando a própria pessoa reconhece a necessidade de ajuda. No entanto, quando o comportamento passa a representar risco para ele ou para outras pessoas, algumas medidas podem ser necessárias. O primeiro passo costuma ser tentar conversar em um momento em que a pessoa esteja sóbria, demonstrando preocupação com a saúde e com as consequências do consumo. Também é importante buscar orientação com profissionais especializados em dependência química podem orientar a família sobre como proceder. Em alguns casos específicos quando há risco grave para a própria pessoa ou para terceiros, pode ser avaliada a possibilidade de internação involuntária sempre seguindo critérios médicos e legais. Além disso os familiares também podem buscar apoio psicológico, pois conviver com a dependência de alguém próximo costuma gerar muito desgaste emocional. Dra. Miriam Ramos Psicóloga Clínica
Entendo sua preocupação e o seu desejo de ajudar. Situações como essa são muito difíceis, principalmente quando a pessoa não reconhece a necessidade de tratamento. Embora a mudança dependa, em grande parte, da disposição do próprio indivíduo, você pode continuar incentivando a busca por ajuda de forma respeitosa, sem assumir sozinho a responsabilidade por essa decisão. Se essa situação tem causado sofrimento para você, buscar apoio psicológico também pode ajudar a compreender seus limites, fortalecer sua forma de lidar com esse cenário e aprender a se proteger emocionalmente. Caso ele represente um risco imediato para si ou para outras pessoas, é importante buscar orientação junto aos serviços de saúde ou de emergência.
Quando alguém tem dependência de álcool e não aceita tratamento, a família não precisa esperar a pessoa “querer ajuda” se houver risco grave. Se houver agressividade, ameaça, tentativa de suicídio, acidentes, direção alcoolizada, intoxicação grave ou outro perigo imediato, procure atendimento de urgência ou acione o SAMU (192). O serviço pode avaliar a situação e encaminhar para o atendimento adequado. (gov.br) Fora de uma emergência, procure um CAPS AD (Álcool e Drogas) ou uma UBS. Os CAPS atendem pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e também oferecem orientação e apoio aos familiares. O acolhimento inicial pode ser feito diretamente no CAPS, sem necessidade de agendamento prévio. Em situações graves, pode existir a possibilidade de internação involuntária, mas ela não é uma decisão que a família deve tomar sozinha: precisa de avaliação e indicação médica, seguindo os critérios legais. E uma orientação importante: não tente confrontar ou conter fisicamente uma pessoa alcoolizada e agressiva. Priorize a segurança de todos e procure ajuda profissional.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.



















