O que fazer se a pessoa com funcionamento intelectual borderline (limítrofe) apresentar sinais de de
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O que fazer se a pessoa com funcionamento intelectual borderline (limítrofe) apresentar sinais de depressão ou outros problemas de saúde mental?
O profissional tem fazer o diagnóstico e verificar os prejuízos que a pessoa está apresentando no seu dia dia e aplicar o tratamento para depressão
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Olá,
Procurar tratamento na área da saúde mental, com psicólogos e/ou psiquiatras.
Em primeiro lugar, é preciso entender como a pessoa lida com o seu funcionamento intelectual: causa problemas no trabalho ou na escola? se sente inferior ou envergonhada? fica cada vez mais reclusa?
Mesmo que haja um diagnótico médico atestando este tipo de funcionamento, cada pessoa vai ter um jeito e condições específicas para lidar com os efeitos emocionais e comportamentais resultantes desse diagnóstico.
Vale a pena fazer uma terapia ou análise para identificar, entender e trabalhar essas emoções e esses comportamentos visando um bem-estar consigo mesmo e social.
Procurar tratamento na área da saúde mental, com psicólogos e/ou psiquiatras.
Em primeiro lugar, é preciso entender como a pessoa lida com o seu funcionamento intelectual: causa problemas no trabalho ou na escola? se sente inferior ou envergonhada? fica cada vez mais reclusa?
Mesmo que haja um diagnótico médico atestando este tipo de funcionamento, cada pessoa vai ter um jeito e condições específicas para lidar com os efeitos emocionais e comportamentais resultantes desse diagnóstico.
Vale a pena fazer uma terapia ou análise para identificar, entender e trabalhar essas emoções e esses comportamentos visando um bem-estar consigo mesmo e social.
Se uma pessoa com funcionamento intelectual limítrofe apresenta sinais de depressão ou outro sofrimento psíquico, como Depressão ou Ansiedade, o primeiro passo é não minimizar nem atribuir tudo ao funcionamento cognitivo, mas reconhecer o sofrimento e buscar avaliação com um psicólogo e, se necessário, um psiquiatra; é importante oferecer um ambiente previsível, com escuta simples e direta, ajudando a nomear o que ela sente e a organizar o dia a dia, já que a dificuldade cognitiva pode interferir na elaboração emocional; sinais como isolamento, desesperança ou falas sobre morte exigem atenção mais imediata e suporte contínuo; clinicamente, o trabalho passa por sustentar esse sujeito na relação, favorecendo expressão, construção de sentido e pequenas experiências de manejo emocional, sem sobrecarga, mas também sem deixar o sofrimento passar despercebido.
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