O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um transtorno mental?
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um transtorno mental?
Olá.
O TPB é um transtorno de personalidade. Dentro dos transtornos de personalidade estão também os transtornos mentais, então sim, ele é um transtorno mental.
O TPB é um transtorno de personalidade. Dentro dos transtornos de personalidade estão também os transtornos mentais, então sim, ele é um transtorno mental.
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Oi, tudo bem? Essa pergunta é muito interessante, porque quando alguém pergunta “como é o olhar do TPB”, na verdade está querendo entender como uma pessoa com esse transtorno enxerga o mundo, as relações e a si mesma. Não existe um “olhar típico” no sentido estético ou comportamental, mas existe, sim, uma forma muito particular de perceber a realidade — e isso faz toda diferença.
No TPB, o olhar costuma ser intenso, rápido e profundamente sensível. É como se o sistema emocional estivesse sempre com o volume um pouco mais alto, percebendo nuances que outras pessoas talvez não notem. Pequenos sinais ganham significados grandes, gestos simples podem parecer rejeição e mudanças pequenas no tom de voz soam como ameaça de abandono. Não por exagero, mas porque o cérebro, nesses casos, reage como se estivesse tentando prever riscos emocionais o tempo todo, mesmo quando nada perigoso está acontecendo.
Essa intensidade cria um jeito muito único de ver as coisas. Para algumas pessoas, o mundo parece profundamente bonito em certos momentos e devastador em outros, quase como se o filtro emocional mudasse de uma hora para outra. Talvez você se pergunte: quando algo me afeta, é pela situação em si ou pela história emocional que ela desperta? Eu costumo interpretar atitudes neutras como sinais de afastamento? O que eu sinto é proporcional ao que está acontecendo ou parece maior do que eu consigo segurar? Essas reflexões ajudam a compreender esse "olhar" interno, que é mais sobre sensibilidade do que sobre aparência.
Se você já está em terapia, vale muito levar essa pergunta para o profissional que te acompanha, porque ela abre portas importantes para entender o seu funcionamento emocional. E se ainda não estiver, esse é exatamente o tipo de tema que podemos explorar juntos com calma e profundidade, sem julgamentos. Caso precise, estou à disposição.
No TPB, o olhar costuma ser intenso, rápido e profundamente sensível. É como se o sistema emocional estivesse sempre com o volume um pouco mais alto, percebendo nuances que outras pessoas talvez não notem. Pequenos sinais ganham significados grandes, gestos simples podem parecer rejeição e mudanças pequenas no tom de voz soam como ameaça de abandono. Não por exagero, mas porque o cérebro, nesses casos, reage como se estivesse tentando prever riscos emocionais o tempo todo, mesmo quando nada perigoso está acontecendo.
Essa intensidade cria um jeito muito único de ver as coisas. Para algumas pessoas, o mundo parece profundamente bonito em certos momentos e devastador em outros, quase como se o filtro emocional mudasse de uma hora para outra. Talvez você se pergunte: quando algo me afeta, é pela situação em si ou pela história emocional que ela desperta? Eu costumo interpretar atitudes neutras como sinais de afastamento? O que eu sinto é proporcional ao que está acontecendo ou parece maior do que eu consigo segurar? Essas reflexões ajudam a compreender esse "olhar" interno, que é mais sobre sensibilidade do que sobre aparência.
Se você já está em terapia, vale muito levar essa pergunta para o profissional que te acompanha, porque ela abre portas importantes para entender o seu funcionamento emocional. E se ainda não estiver, esse é exatamente o tipo de tema que podemos explorar juntos com calma e profundidade, sem julgamentos. Caso precise, estou à disposição.
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