O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é uma condição limítrofe entre a neurose e a psicose
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é uma condição limítrofe entre a neurose e a psicose ?
Sim, o TPB é frequentemente descrito como uma condição limítrofe, pois apresenta características tanto da neurose (conflitos emocionais internos) quanto da psicose (distorções na percepção da realidade), situando-se entre esses dois espectros.
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Sim — essa é exatamente a raiz histórica da expressão “borderline”.
Mas vamos destrinchar isso com precisão clínica.
O Transtorno de Personalidade Borderline foi inicialmente descrito como um funcionamento psíquico que fica na borda entre a neurose e a psicose.
Não porque a pessoa “seja quase psicótica”, mas porque:
usa mecanismos de defesa primitivos (clivagem, idealização/desvalorização);
tem identidade pouco integrada;
sofre com angústias de aniquilamento, não apenas culpa neurótica;
mas, ao mesmo tempo, mantém contato com a realidade, diferente da psicose.
É uma região limítrofe do funcionamento do Eu — não um diagnóstico “meio termo”.
Mas vamos destrinchar isso com precisão clínica.
O Transtorno de Personalidade Borderline foi inicialmente descrito como um funcionamento psíquico que fica na borda entre a neurose e a psicose.
Não porque a pessoa “seja quase psicótica”, mas porque:
usa mecanismos de defesa primitivos (clivagem, idealização/desvalorização);
tem identidade pouco integrada;
sofre com angústias de aniquilamento, não apenas culpa neurótica;
mas, ao mesmo tempo, mantém contato com a realidade, diferente da psicose.
É uma região limítrofe do funcionamento do Eu — não um diagnóstico “meio termo”.
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