Olá boa noite,o médico neuropediatra do meu filho passou risperidona para ele ,ele te 3 anos e 3 mes
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Olá boa noite,o médico neuropediatra do meu filho passou risperidona para ele ,ele te 3 anos e 3 meses devido ao comportamento de agitação,mas notei que ele está com o apetite aumentado e ganhando peso .O que faço?
Entendo sua preocupação, porque ver uma criança tão pequena mudar o apetite e ganhar peso rapidamente assusta qualquer pai ou mãe.
A risperidona é um medicamento bastante utilizado em neuropediatria para ajudar no controle da agitação, irritabilidade e comportamentos difíceis, especialmente quando eles estão interferindo no desenvolvimento da criança ou na convivência familiar. O problema é que um dos efeitos colaterais mais conhecidos desse remédio é justamente o aumento do apetite, que pode levar ao ganho de peso em pouco tempo. Isso não significa que o medicamento esteja “fazendo mal” no sentido imediato, mas indica que o organismo do seu filho está respondendo a ele.
Em uma criança de 3 anos e 3 meses, esse ponto merece atenção redobrada. O ganho de peso excessivo nessa fase pode trazer consequências metabólicas no médio e longo prazo, como alterações hormonais e maior risco de resistência à insulina. Por isso, esse efeito não deve ser ignorado nem “esperado passar sozinho”.
O que você não deve fazer é suspender a medicação por conta própria ou reduzir a dose sem orientação médica. A retirada abrupta pode provocar piora importante do comportamento, irritabilidade intensa e até sintomas físicos. O caminho correto é conversar com o médico que prescreveu a risperidona e relatar exatamente o que você observou: aumento do apetite, mudança no padrão alimentar e ganho de peso. Em muitos casos, é possível ajustar a dose, rever o horário de administração, discutir alternativas terapêuticas ou até avaliar se o momento clínico ainda justifica o uso do medicamento.
Também é fundamental observar se o acompanhamento não está focado apenas no remédio. Para crianças pequenas com agitação, intervenções comportamentais, orientação familiar, rotina estruturada e terapias adequadas costumam ter impacto tão grande quanto — ou até maior — do que a medicação. O remédio, quando indicado, deve ser parte de um plano, não a única estratégia.
Esse tipo de decisão exige uma conversa cuidadosa, com tempo para esclarecer dúvidas e pesar riscos e benefícios. Em uma teleconsulta, isso é totalmente possível. A Telemedicina hoje permite acompanhamento de qualidade, segunda opinião médica e ajustes terapêuticos de forma prática, rápida, segura e discreta. Plataformas como a Doctoralia facilitam a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e altos índices de satisfação.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas mais virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma das formas mais eficazes de proteger você e sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e pode investir melhor na sua rotina de trabalho ou estudo. Não ficar de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial é, hoje, uma decisão prática e responsável.
Inclusive, posso orientar você em uma teleconsulta, especialmente neste início de jornada, quando a Atenção Primária à Saúde faz toda a diferença. Mesmo que você não precise de mim agora, vale visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e guardar o contato. A Telemedicina permite acesso conveniente a médicos experientes, inclusive para segunda opinião, ajudando você a tomar decisões mais seguras sobre a saúde do seu filho.
A risperidona é um medicamento bastante utilizado em neuropediatria para ajudar no controle da agitação, irritabilidade e comportamentos difíceis, especialmente quando eles estão interferindo no desenvolvimento da criança ou na convivência familiar. O problema é que um dos efeitos colaterais mais conhecidos desse remédio é justamente o aumento do apetite, que pode levar ao ganho de peso em pouco tempo. Isso não significa que o medicamento esteja “fazendo mal” no sentido imediato, mas indica que o organismo do seu filho está respondendo a ele.
Em uma criança de 3 anos e 3 meses, esse ponto merece atenção redobrada. O ganho de peso excessivo nessa fase pode trazer consequências metabólicas no médio e longo prazo, como alterações hormonais e maior risco de resistência à insulina. Por isso, esse efeito não deve ser ignorado nem “esperado passar sozinho”.
O que você não deve fazer é suspender a medicação por conta própria ou reduzir a dose sem orientação médica. A retirada abrupta pode provocar piora importante do comportamento, irritabilidade intensa e até sintomas físicos. O caminho correto é conversar com o médico que prescreveu a risperidona e relatar exatamente o que você observou: aumento do apetite, mudança no padrão alimentar e ganho de peso. Em muitos casos, é possível ajustar a dose, rever o horário de administração, discutir alternativas terapêuticas ou até avaliar se o momento clínico ainda justifica o uso do medicamento.
Também é fundamental observar se o acompanhamento não está focado apenas no remédio. Para crianças pequenas com agitação, intervenções comportamentais, orientação familiar, rotina estruturada e terapias adequadas costumam ter impacto tão grande quanto — ou até maior — do que a medicação. O remédio, quando indicado, deve ser parte de um plano, não a única estratégia.
Esse tipo de decisão exige uma conversa cuidadosa, com tempo para esclarecer dúvidas e pesar riscos e benefícios. Em uma teleconsulta, isso é totalmente possível. A Telemedicina hoje permite acompanhamento de qualidade, segunda opinião médica e ajustes terapêuticos de forma prática, rápida, segura e discreta. Plataformas como a Doctoralia facilitam a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e altos índices de satisfação.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas mais virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma das formas mais eficazes de proteger você e sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e pode investir melhor na sua rotina de trabalho ou estudo. Não ficar de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial é, hoje, uma decisão prática e responsável.
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Importante conversar com o medico para avaliar se esse aumento do apetite não é efeito colateral da medicação e ver a possibilidade de adequar a medicão.
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