Olá, meu filho e TEA|TDAH ele tem 08 anos o psiquiatra aumentou as doses do respiridona e a fluoxeti
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Olá, meu filho e TEA|TDAH ele tem 08 anos o psiquiatra aumentou as doses do respiridona e a fluoxetina é a acrescentou o imipramina, com 5 dias da medicação percebi que ele foi parando de fazer XIxi e defecar ele fazia de hora em hora o xixi que está no processo de desfralde. E defecar todo dia ou em alguns momentos que era dia sim e dia não, hoje faz 5 dias sem defecar! E levei na emergência foi descartado a infecção urinária. Parei a medicação pois teve um dia que ele fez só dois xixi o dia todo, agora está indo com mais frequência, porém ainda não está no normal como era antes. Não estou conseguindo marcar para o médico.
Essa medição imipramina tem esses efeitos colaterais?
Essa medição imipramina tem esses efeitos colaterais?
Entendo sua preocupação. Ver uma criança que estava evoluindo no desfralde mudar o padrão urinário e intestinal de forma tão rápida realmente assusta, principalmente após alteração de medicações psiquiátricas.
A imipramina pode, sim, causar retenção urinária e prisão de ventre em algumas crianças. Embora esse não seja um efeito colateral considerado dos mais comuns, ele é conhecido e acontece porque a medicação possui efeito anticolinérgico, capaz de reduzir os movimentos do intestino e dificultar o esvaziamento adequado da bexiga. Em crianças com TEA e TDAH, essas reações podem aparecer de maneira mais intensa, especialmente quando há associação com outras medicações, como a Risperidona e a Fluoxetina.
O fato de ele ter passado a urinar poucas vezes ao dia e ficar cinco dias sem evacuar merece atenção médica, porque a constipação importante pode, inclusive, piorar o funcionamento da bexiga. Muitas crianças acabam “travando” o xixi por desconforto abdominal, distensão intestinal ou alteração na percepção corporal. A boa notícia é que vocês já procuraram emergência e descartaram infecção urinária, o que é importante.
Por outro lado, interromper a medicação por conta própria não costuma ser o mais indicado, principalmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central. O ideal é sempre conversar antes com o médico assistente para avaliar se o quadro realmente está relacionado ao remédio, se existe necessidade de redução gradual da dose ou troca da medicação. Em alguns casos, a suspensão abrupta também pode trazer efeitos indesejados.
Enquanto não consegue contato com o psiquiatra, vale observar alguns pontos importantes: se ele continua urinando ao longo do dia, se apresenta dor abdominal, barriga endurecida, vômitos, febre, sonolência excessiva ou desconforto para urinar. Caso fique muitas horas sem urinar novamente, apresente distensão abdominal importante ou piora do estado geral, uma nova avaliação presencial deve ser feita rapidamente.
Também é importante lembrar que crianças em processo de desfralde podem regredir temporariamente quando há mudança de medicação, alteração emocional, ansiedade ou desconforto intestinal. Isso não significa necessariamente perda definitiva do aprendizado.
Hoje, a Telemedicina permite realizar teleconsultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e segura, inclusive com médicos experientes no acompanhamento de crianças com TEA e TDAH. Muitas vezes, uma avaliação online consegue orientar os próximos passos, revisar interações medicamentosas e evitar sofrimento desnecessário da criança e da família. Plataformas como a Doctoralia ajudam na escolha de profissionais bem avaliados pelos próprios pacientes.
Além da praticidade, o atendimento por telemedicina reduz exposição a ambientes de risco em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes respiratórias potencialmente graves, incluindo cepas de gripe aviária H5N1. Você economiza tempo de deslocamento, evita salas de espera lotadas e consegue orientação médica sem sair de casa. Mesmo que não precise de atendimento imediato, vale a pena manter contato com profissionais que trabalhem com acompanhamento digital e segunda opinião médica, porque isso pode fazer diferença em momentos de dificuldade como este.
A imipramina pode, sim, causar retenção urinária e prisão de ventre em algumas crianças. Embora esse não seja um efeito colateral considerado dos mais comuns, ele é conhecido e acontece porque a medicação possui efeito anticolinérgico, capaz de reduzir os movimentos do intestino e dificultar o esvaziamento adequado da bexiga. Em crianças com TEA e TDAH, essas reações podem aparecer de maneira mais intensa, especialmente quando há associação com outras medicações, como a Risperidona e a Fluoxetina.
O fato de ele ter passado a urinar poucas vezes ao dia e ficar cinco dias sem evacuar merece atenção médica, porque a constipação importante pode, inclusive, piorar o funcionamento da bexiga. Muitas crianças acabam “travando” o xixi por desconforto abdominal, distensão intestinal ou alteração na percepção corporal. A boa notícia é que vocês já procuraram emergência e descartaram infecção urinária, o que é importante.
Por outro lado, interromper a medicação por conta própria não costuma ser o mais indicado, principalmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central. O ideal é sempre conversar antes com o médico assistente para avaliar se o quadro realmente está relacionado ao remédio, se existe necessidade de redução gradual da dose ou troca da medicação. Em alguns casos, a suspensão abrupta também pode trazer efeitos indesejados.
Enquanto não consegue contato com o psiquiatra, vale observar alguns pontos importantes: se ele continua urinando ao longo do dia, se apresenta dor abdominal, barriga endurecida, vômitos, febre, sonolência excessiva ou desconforto para urinar. Caso fique muitas horas sem urinar novamente, apresente distensão abdominal importante ou piora do estado geral, uma nova avaliação presencial deve ser feita rapidamente.
Também é importante lembrar que crianças em processo de desfralde podem regredir temporariamente quando há mudança de medicação, alteração emocional, ansiedade ou desconforto intestinal. Isso não significa necessariamente perda definitiva do aprendizado.
Hoje, a Telemedicina permite realizar teleconsultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e segura, inclusive com médicos experientes no acompanhamento de crianças com TEA e TDAH. Muitas vezes, uma avaliação online consegue orientar os próximos passos, revisar interações medicamentosas e evitar sofrimento desnecessário da criança e da família. Plataformas como a Doctoralia ajudam na escolha de profissionais bem avaliados pelos próprios pacientes.
Além da praticidade, o atendimento por telemedicina reduz exposição a ambientes de risco em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e variantes respiratórias potencialmente graves, incluindo cepas de gripe aviária H5N1. Você economiza tempo de deslocamento, evita salas de espera lotadas e consegue orientação médica sem sair de casa. Mesmo que não precise de atendimento imediato, vale a pena manter contato com profissionais que trabalhem com acompanhamento digital e segunda opinião médica, porque isso pode fazer diferença em momentos de dificuldade como este.
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