ola minha irma tem sindrome do panico faz tratamento a 10 meses porem continua tendo crises ela passa com piscologo porem não vimos melhoras na ultima semana teve tres crises seguidas pensamento suicida com inicio de parada respiratoria ,isso pode chegar a acontecer ?oq devemos fazer ?
 Virginia Fernandes
Virginia Fernandes
Psicólogo, Terapeuta complementar
Santo André
Ola, acredito que vc precise conciliar o tratamento psicoterapêutico sim com a psiquiatria, as vezes o uso de medicamentos nesses casos podem ser facilitador para os resultados da psicoterapia aplicada pelo psicologo, porem tem que ser seguido com seriedade e sequencia, porem algo que me preocupou em seu relato também foi o fato das paradas respiratórias, seria interessante tb fazer uma avaliação com cardiologistas por desencargo de consciência....mas a psicoterapia é algo fundamental! me deixo a disposição.

Olá. Diante deste quadro, você não pode descuidar. Converse com o psicólogo que a atende e procure compreender o que pode estar dificultando a melhora. Talvez alguma mudança de procedimento pode ajudar. Converse também com sua irmã para entender o tipo de vínculo que ela estabeleceu com o profissional. Este vínculo tem que ser saudável e ela tem que confiar, caso contrário o resultado é mais difícil. Experimente.

É necessário avaliar a medicação que essa paciente está tomando e caso não esteja deve buscar um psiquiatra. A hipnose e EMDR são muito eficazes nesse caso. Pergunte ao profissional que a acompanha se tem utilizado essas técnicas.

Dr. Leonardo Librelotto Rubin
Dr. Leonardo Librelotto Rubin
Psicanalista, Psiquiatra
Porto Alegre
Primeiramente é urgente a avaliação de um psiquiatra para determinar corretamente o diagnóstico e o plano terapêutico. pensamentos suicidas não são associados com pânico e sim com outros transtornos, como a depressão e o tratamento medicamentoso é fundamental, dependendo da gravidade, como parece o caso. além disso, as crises devem ser controladas também com medicação para que o paciente tenha uma boa qualidade de vida. Depois de estabilizados os sintomas, pode-se manter o tratamento psicoterapêutico. Boa sorte, Leonardo.

Os colegas acima já disseram tudo: avaliação psiquiátrica, acompanhamento psicoterápico concomitante!

 Adriana Marestoni Spadoni
Adriana Marestoni Spadoni
Psicólogo
Campinas
Olá, você não disse em seu comentário se ela já passou com um Psiquiatra para avaliação medicamentosa,muitas pessoas tem preconceito quanto a medicação psiquiátrica, mas muitas vezes é necessária, Converse com o Psicólogo, você pode trazer fatos relevantes para ajudar na psicoterapia, as crises seguidas pode ter ligação com algum fato atual que agravou a situação. Não deixe de participar do tratamento, a família é muito importante para o paciente. Abraço!

Bom dia!
Neste caso é importante a busca de um psiquiatra para que seja feito um diagnóstico e posteriormente a introdução de medicamento. A terapia cognitivo-comportamental concomitante ao uso de medicamentos costuma dar um resultado mais rápido. Talvez,como o colega falou, é preciso verificar este vínculo com o terapeuta, qual linha este terapeuta trabalha (pois o paciente pode não ter resultados com uma linha de trabalho e quando muda tem resultados positivos).
À disposição.

Havendo ideação suicida, é necessário que procure um psiquiatra o mais rápido possível, tem casos em que não são necessários medicamentos, é apenas com a psicoterapia resolvem, porém em outros o medicamento é fundamental.
Mantendo a terapia concominantemente ao tratamento psiquiátrico, terão excelentes melhoras.

Conforme mencionado acima, é fundamental que tenha uma avaliação psiquiatra.
A terapia comportamental cognitiva junto pode ajudar bastante, pois vai trabalhar as contingências que está desencadeando as crises.
Conforme o colega mencionou acima, o paciente que apresenta idéias suicidas é importante ser medicado, neste caso acredito que seria necessário rever o tratamento.
Abraço,

Dra. Renata Cristina Sobral
Dra. Renata Cristina Sobral
Psicanalista, Psicólogo
Campinas
Olá! É importante saber como sua irmã tem se sentido na terapia, se consegue dividir completamente seus conflitos e angústias. Ás vezes a empatia não acontece com o primeiro profissional que procuramos e sem ela o tratamento não é efetivo. Para complementar o cuidado, não dispensaria a avaliação psiquiátrica, que auxilia com medicamentos tanto nas situações de crise quanto em sintomatologias complexas, como a ideação suicida. Essa ideação não faz parte do transtorno do pânico, é preciso atenção.

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