Olá, sou casada a 11 anos, tenho 45 e meu esposo 48. De uns anos pra cá ele só faz sexo 1 x na seman
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Olá, sou casada a 11 anos, tenho 45 e meu esposo 48. De uns anos pra cá ele só faz sexo 1 x na semana, no máximo 2 é de duas semanas pra cá ele em uma das relações não ejaculou. Uma vez ele disse que era vontade de urinar e na outra ele disse que o penis dobrou e sentiu dor. Estou preocupada dele provavelmente estar tendo um relacionamento extraconjungal, já conversei mas ele diz que e normal e que não tem ninguém além de mim. Não sei o que fazer?
Olá. O quanto seria normal pra você? O "normal" pode ser relativo. Querida, com o tempo o desejo espontâneo pode dar lugar ao desejo responsivo, ou seja, aquele que vem após um estímulo, um carinho. Deixo pra você pensar em alguns fatores sem necessariamente culpar um ao outro.
Como está a conexão emocional de vocês? Como está o biológico (saúde)? E o acúmulo de responsabilidades como carreira, filhos entre outras questões. Sabe querida, as vezes o corpo quer, mas a mente está exausta. Avalie a rotina de vocês. A intimidade é um termômetro mas a cumplicidade do casal é para além da cama. Te deixo meu carinho.
Como está a conexão emocional de vocês? Como está o biológico (saúde)? E o acúmulo de responsabilidades como carreira, filhos entre outras questões. Sabe querida, as vezes o corpo quer, mas a mente está exausta. Avalie a rotina de vocês. A intimidade é um termômetro mas a cumplicidade do casal é para além da cama. Te deixo meu carinho.
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Boa noite!
A vida sexual é um dos termômetros da saúde emocional de uma relação conjugal. É fundamental manter um diálogo aberto sobre o assunto, deixando claro que sua preocupação envolve tanto o bem-estar dele quanto a longevidade do casal. Ele deve ser incentivado a buscar ajuda especializada, sem banalizar suas inseguranças ou receios quanto à vida íntima de vocês. Caso encontre dificuldades para abordar esses temas sozinha, a terapia de casal é um recurso crucial.
Espero ter ajudado.
A vida sexual é um dos termômetros da saúde emocional de uma relação conjugal. É fundamental manter um diálogo aberto sobre o assunto, deixando claro que sua preocupação envolve tanto o bem-estar dele quanto a longevidade do casal. Ele deve ser incentivado a buscar ajuda especializada, sem banalizar suas inseguranças ou receios quanto à vida íntima de vocês. Caso encontre dificuldades para abordar esses temas sozinha, a terapia de casal é um recurso crucial.
Espero ter ajudado.
Entendo a sua preocupação, porque quando algo muda na vida sexual do casal é muito comum que venham dúvidas, inseguranças e até pensamentos de traição. Mas mudanças na frequência, na ereção ou na ejaculação nem sempre têm relação com outra pessoa.
Olha só, a partir dos 45–50 anos, muitos homens começam a apresentar oscilações hormonais, cansaço maior, estresse acumulado, alterações prostáticas, vasculares ou mesmo ansiedade de desempenho. Tudo isso pode interferir diretamente na ereção, no tempo de excitação e até impedir a ejaculação em algumas relações. Dor quando o pênis “dobra”, sensação de querer urinar ou perda de rigidez também podem ter explicações físicas e não significam, por si só, desinteresse ou infidelidade.
Outro ponto importante é que, depois de anos de relação, o desejo costuma ficar menos espontâneo e mais responsivo. O corpo não funciona mais como antes, e muitos homens sentem vergonha de admitir que estão tendo dificuldade, tentando minimizar ou dizer que “é normal” para não parecer fragilidade.
Antes de concluir que existe um relacionamento extraconjugal, vale mudar o foco da conversa. Em vez de perguntar se há outra pessoa, tente falar sobre o que você sente e sobre o cuidado com a saúde dele e com a intimidade de vocês. Algo como: “Tenho sentido que nossa vida sexual mudou e isso me deixou insegura. Não é cobrança, é porque você é
importante pra mim. Talvez fosse bom olharmos isso juntos, até com um médico, para entender o que está acontecendo.”
Caso essa conversa ficar dificil , fico a disposição como sexóloga para trabalhar com você ou com o casal.
Isso tira o peso da acusação e abre espaço para parceria.
O que vocês podem fazer agora:
• Incentivar uma avaliação com urologista para checar parte hormonal, vascular e prostática.
• Reduzir a pressão por desempenho. Quanto mais cobrança, maior a chance de falhas.
• Investir em intimidade sem meta de relação completa. O desejo muitas vezes reaparece quando a ansiedade diminui.
• Observar como está o estresse, o sono e o cansaço dele. Esses fatores impactam muito mais do que se imagina.
• Se a angústia continuar, uma terapia de casal ou sexual pode ajudar a reorganizar essa fase.
Você não está errada em se preocupar, mas também não precisa carregar essa hipótese sozinha. Na maioria das vezes, essas mudanças são sinais de transição do corpo e da relação, não de afastamento afetivo.
Olha só, a partir dos 45–50 anos, muitos homens começam a apresentar oscilações hormonais, cansaço maior, estresse acumulado, alterações prostáticas, vasculares ou mesmo ansiedade de desempenho. Tudo isso pode interferir diretamente na ereção, no tempo de excitação e até impedir a ejaculação em algumas relações. Dor quando o pênis “dobra”, sensação de querer urinar ou perda de rigidez também podem ter explicações físicas e não significam, por si só, desinteresse ou infidelidade.
Outro ponto importante é que, depois de anos de relação, o desejo costuma ficar menos espontâneo e mais responsivo. O corpo não funciona mais como antes, e muitos homens sentem vergonha de admitir que estão tendo dificuldade, tentando minimizar ou dizer que “é normal” para não parecer fragilidade.
Antes de concluir que existe um relacionamento extraconjugal, vale mudar o foco da conversa. Em vez de perguntar se há outra pessoa, tente falar sobre o que você sente e sobre o cuidado com a saúde dele e com a intimidade de vocês. Algo como: “Tenho sentido que nossa vida sexual mudou e isso me deixou insegura. Não é cobrança, é porque você é
importante pra mim. Talvez fosse bom olharmos isso juntos, até com um médico, para entender o que está acontecendo.”
Caso essa conversa ficar dificil , fico a disposição como sexóloga para trabalhar com você ou com o casal.
Isso tira o peso da acusação e abre espaço para parceria.
O que vocês podem fazer agora:
• Incentivar uma avaliação com urologista para checar parte hormonal, vascular e prostática.
• Reduzir a pressão por desempenho. Quanto mais cobrança, maior a chance de falhas.
• Investir em intimidade sem meta de relação completa. O desejo muitas vezes reaparece quando a ansiedade diminui.
• Observar como está o estresse, o sono e o cansaço dele. Esses fatores impactam muito mais do que se imagina.
• Se a angústia continuar, uma terapia de casal ou sexual pode ajudar a reorganizar essa fase.
Você não está errada em se preocupar, mas também não precisa carregar essa hipótese sozinha. Na maioria das vezes, essas mudanças são sinais de transição do corpo e da relação, não de afastamento afetivo.
Olá! Existem vários fatores que podem influenciar a vida sexual tanto de homens quanto de mulheres e não somente um provável relacionamento extra conjugal.
No entanto, para identificar esses fatores no relacionamento de vocês, seria importante conversarmos tanto individualmente quanto com vocês dois. Sugiro que você entre no meu perfil para conhecer o meu trabalho assim como ver as avaliações que as pessoas que são atendidas por mim, deixam lá. Caso se interesse, você pode agendar uma consulta por lá mesmo, já que a agenda fica disponível. Ok?
No entanto, para identificar esses fatores no relacionamento de vocês, seria importante conversarmos tanto individualmente quanto com vocês dois. Sugiro que você entre no meu perfil para conhecer o meu trabalho assim como ver as avaliações que as pessoas que são atendidas por mim, deixam lá. Caso se interesse, você pode agendar uma consulta por lá mesmo, já que a agenda fica disponível. Ok?
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