Ola, sou pai de uma menina de 5 anos, uma criança muito inteligente e muito esperta, como eu trabalh

5 respostas
Ola, sou pai de uma menina de 5 anos, uma criança muito inteligente e muito esperta, como eu trabalho dia todo, ela fica sempre com e muitas das vezes com os avos tbm, há umas duas semanas, ela começou a ter umas falas um pouco estranha, falando q estava pensando no bixo do mato, q nao consegui esquecer, ficava chorando pedindo pra tirar isso da cabeca dela, as vezes ela via alguma situação na rua, ela ficava lembrando disso tempo todo e falando sobre, muito chorona, ficando nervosa, e agora, ela colocou na cabeça que não gosta de mim, ela fala pra mãe quie acha nao gosta de mim, nao me da atenção , e outra , tudo q ela vai fazer, por mais simples q seja, ela precisa da permissão da mae... E essas atitudes dela tudas comecaram apos alguns videos do youtube que dizem ser infantil . e muito ruim ouvir isso da própria filha . Qual a melhor orientação para esse caso?
 Ramon Barros
Psicólogo
Cachoeiro de Itapemirim
Olá Pai!
É preciso entender exatamente quais os conteúdos que ela tem assistido no YouTube. Proponha para sua filha novas atividades em família, preferencialmente ao ar livre. A ausência dos pais pode desencadear emoções diversas nas crianças. Mude a rotina, mas não retire abruptamente o acesso ao Youtube. Inclusive lá tem ferramentas para selecionar os conteúdos de acordo com cada faixa etária.
Paralelamente procure uma psicóloga infantil para orientar vocês e ajudar sua filha a reconhecer e lidar com suas emoções. Lembre-se: o amor, o carinho e a atenção são primordiais.

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Muitas atitudes das crianças são reflexos do que estão passando, seja do que estão assistindo nas telas, seja do que escutam de pessoas próximas, de relacionamentos na escola, de conflitos entre os pais, etc. Como cada pessoa tem aspectos únicos, é importante ter um maior conhecimento do que está acontecendo nesse caso, para uma orientação mais adequada. Lembrando que a infância é um período de muita importância nas nossas vidas, pois muitas aflições da vida adulta tem origem na infância. Mais do que deixar bens materiais aos nossos filhos, o mais importante é a saude mental. Minha sugestão é procurar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para verificar eventuais problemas nos relacionamentos com os adultos que estão próximos a criança, se as necessidades emocionais da criança estão sendo atendidas, etc.
Na educação tradicional antiga eram muito usados os recursos do medo para conter ou garantir que a criança não corra riscos, como se afastar de adultos . Em relação a internet é necessário liberar somente conteúdos vigiados mesmo sendo infantis. Também isso tudo se soma ao período antes da alfabetização ou menores que naturalmente apresentam mais medo das coisas
Olá, sinto muito por tudo isso que está passando. Eu imagino como deve ser difícil. O que eu posso te orientar é a procurar uma orientação parental, para te ajudar a entender tudo isso, pensar em possibilidades, porque por aqui eu não consigo te ajudar muito. Mas eu espero que as coisas melhorem para você. E qualquer coisa, estou à disposição. Abraços!
 Luiz Siqueira
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá. Entendo o quanto isso assusta e machuca, mas pelo seu relato não parece algo grave, e sim um quadro que pede cuidado.

Sua filha mostra sinais de ansiedade infantil, possivelmente ligados a:

excesso de estímulos, especialmente vídeos “infantis” do YouTube,

dificuldade de tirar ideias da cabeça,

choro, nervosismo,

necessidade excessiva de segurança (pedir permissão para tudo).

Quando ela diz que “não consegue esquecer”, isso costuma ser pensamento intrusivo infantil — algo que assusta e que ela ainda não sabe regular sozinha.

Vídeos

Esse ponto é central. Muitos conteúdos “infantis” têm imagens intensas ou confusas.
É indicado suspender o YouTube por um tempo e priorizar brincadeiras, histórias e rotinas calmas.

“Não gosta do pai”

Isso não é rejeição real, mas expressão de insegurança emocional. Crianças testam vínculos quando estão ansiosas. Evite confrontar; ofereça presença e afeto previsíveis.

Dependência da mãe

Indica regressão por ansiedade, não manha.

O que fazer

Reduzir estímulos e telas.

Fortalecer o vínculo com você, com tempo curto e exclusivo.

Validar o medo sem discutir os pensamentos.

Incentivar pequenas escolhas.

Procurar um psicólogo infantil.

Final

Sua filha não está rejeitando você; está assustada e pedindo segurança. Isso é comum, tratável e costuma melhorar muito quando cuidado cedo.

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