Os grupos de apoio são uma boa estratégia para pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline
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Os grupos de apoio são uma boa estratégia para pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que negam o diagnóstico? Como esses grupos podem ajudar a reduzir a negação e fortalecer a aceitação do transtorno?
Olá, tudo bem?
Os grupos de apoio podem ser uma estratégia bastante útil, mas com um ponto importante: eles funcionam melhor quando o foco não é “convencer o paciente do diagnóstico”, e sim ampliar a experiência de reconhecimento e compreensão. Quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline escuta outras pessoas descrevendo vivências muito parecidas com as suas, algo começa a se reorganizar internamente. A negação, muitas vezes, perde força não por imposição, mas por identificação.
Isso acontece porque o cérebro social tende a aprender muito por espelhamento. Em vez de receber uma explicação técnica, o paciente presencia relatos reais, com emoções, conflitos e tentativas de lidar com tudo isso. E, aos poucos, pode surgir um pensamento mais espontâneo: “isso também acontece comigo”. Esse tipo de insight costuma ser menos defensivo do que quando vem apenas da fala do terapeuta.
Além disso, o grupo pode ajudar a reduzir a sensação de vergonha, que é uma das grandes bases da negação. Quando a pessoa percebe que outras também enfrentam dificuldades semelhantes, o problema deixa de ser vivido como algo exclusivamente pessoal ou “defeituoso”. Isso abre espaço para uma aceitação mais gradual, sem aquela sensação de ser rotulado ou diminuído.
Ao mesmo tempo, é importante que esses grupos tenham uma boa condução. Sem estrutura, eles podem reforçar comparações, idealizações ou até aumentar a desregulação emocional. Quando bem organizados, com foco em habilidades, regulação emocional e troca respeitosa, tendem a ser muito mais eficazes.
Talvez valha refletir: como você costuma reagir quando percebe que outras pessoas vivem algo parecido com você? Isso te aproxima ou te faz se afastar? O que muda quando uma experiência deixa de ser só sua e passa a ser compartilhada?
Quando bem utilizados, os grupos não forçam a aceitação, mas criam um ambiente onde ela pode acontecer de forma mais natural e menos ameaçadora.
Caso precise, estou à disposição.
Os grupos de apoio podem ser uma estratégia bastante útil, mas com um ponto importante: eles funcionam melhor quando o foco não é “convencer o paciente do diagnóstico”, e sim ampliar a experiência de reconhecimento e compreensão. Quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline escuta outras pessoas descrevendo vivências muito parecidas com as suas, algo começa a se reorganizar internamente. A negação, muitas vezes, perde força não por imposição, mas por identificação.
Isso acontece porque o cérebro social tende a aprender muito por espelhamento. Em vez de receber uma explicação técnica, o paciente presencia relatos reais, com emoções, conflitos e tentativas de lidar com tudo isso. E, aos poucos, pode surgir um pensamento mais espontâneo: “isso também acontece comigo”. Esse tipo de insight costuma ser menos defensivo do que quando vem apenas da fala do terapeuta.
Além disso, o grupo pode ajudar a reduzir a sensação de vergonha, que é uma das grandes bases da negação. Quando a pessoa percebe que outras também enfrentam dificuldades semelhantes, o problema deixa de ser vivido como algo exclusivamente pessoal ou “defeituoso”. Isso abre espaço para uma aceitação mais gradual, sem aquela sensação de ser rotulado ou diminuído.
Ao mesmo tempo, é importante que esses grupos tenham uma boa condução. Sem estrutura, eles podem reforçar comparações, idealizações ou até aumentar a desregulação emocional. Quando bem organizados, com foco em habilidades, regulação emocional e troca respeitosa, tendem a ser muito mais eficazes.
Talvez valha refletir: como você costuma reagir quando percebe que outras pessoas vivem algo parecido com você? Isso te aproxima ou te faz se afastar? O que muda quando uma experiência deixa de ser só sua e passa a ser compartilhada?
Quando bem utilizados, os grupos não forçam a aceitação, mas criam um ambiente onde ela pode acontecer de forma mais natural e menos ameaçadora.
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Oi, é um prazer te ter por aqui.
Os grupos de apoio são uma estratégia eficaz para pacientes com TPB que negam o diagnóstico, pois oferecem um espaço seguro e acolhedor para compartilhar experiências e aprender com outros que enfrentam desafios semelhantes. Esses grupos ajudam a reduzir a negação e fortalecer a aceitação do transtorno ao promover a compreensão, a empatia e a conexão humana. A terapia de grupo, por exemplo, permite que os indivíduos compartilhem suas experiências e se sintam compreendidos, o que pode ajudar a reduzir a resistência à aceitação do diagnóstico.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
Os grupos de apoio são uma estratégia eficaz para pacientes com TPB que negam o diagnóstico, pois oferecem um espaço seguro e acolhedor para compartilhar experiências e aprender com outros que enfrentam desafios semelhantes. Esses grupos ajudam a reduzir a negação e fortalecer a aceitação do transtorno ao promover a compreensão, a empatia e a conexão humana. A terapia de grupo, por exemplo, permite que os indivíduos compartilhem suas experiências e se sintam compreendidos, o que pode ajudar a reduzir a resistência à aceitação do diagnóstico.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
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