Passei por uma crise de estresse muito grande, ansiedade, nervoso por imaginar que pudesse estar doe
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Passei por uma crise de estresse muito grande, ansiedade, nervoso por imaginar que pudesse estar doente, mas não estava. Agora sinto meu corpo em momentos diversos me dar tipo choquinhos pelo corpo todo, essas crise veem e vão. O que pode ser isso?
Todo processo de estresse pode trazer alguns sintomas e como está persistente pode ser que o fator emocional ainda não tenha sido resolvido. Nossas emoções estão intimamnete relacionadas aos varios orgaos do corpo e quando persistentes podem trazer sintomas fisicos. Sugiro fazer um acompanhamento para que possa ter clareza das emoções e ajuda parater mais autonomia em casos de estresse. Esse acompanhamento não necessariamente requer medicaçao controlada e alguns tratamento trazem maior consciencia como homeopatia. Estarei a disposicao caso opte por se cuidar integralmente.
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Isso é compatível com ansiedade pós-crise de estresse, causando descargas nervosas (“choquinhos”), comuns em quadros de tensão e hipervigilância corporal.
Costuma ser benigno e transitório. Se persistir ou vier com outros sintomas neurológicos, deve ser avaliado.
Costuma ser benigno e transitório. Se persistir ou vier com outros sintomas neurológicos, deve ser avaliado.
Sensações descritas como “choquinhos”, formigamentos ou pequenas descargas pelo corpo podem acontecer em fases de estresse intenso e ansiedade. Isso costuma ocorrer porque o corpo entra em um estado de alerta prolongado, com liberação de adrenalina e aumento da tensão muscular. Além disso, durante crises de ansiedade é comum haver mudanças no padrão respiratório (respiração mais rápida ou superficial), o que pode reduzir o gás carbônico no sangue e provocar sintomas como tremores, formigamentos, sensação de corrente elétrica, aperto no peito e sensação de “descontrole” do corpo. Em geral, esses sintomas vêm em ondas, pioram em momentos de preocupação e podem melhorar quando a pessoa se acalma.
Ao mesmo tempo, é importante lembrar que “choquinhos” e parestesias (formigamentos) também podem ter outras causas, como alterações de sono e fadiga, consumo elevado de cafeína/energéticos, desidratação, efeitos de alguns medicamentos, compressões nervosas por postura, problemas de tireoide, alterações de glicose, anemia e deficiências vitamínicas (como B12), entre outras. Por isso, quando o sintoma se repete ou persiste, vale uma avaliação clínica para confirmar se está tudo bem e orientar o melhor acompanhamento, especialmente se houver perda de peso sem explicação, fraqueza, dor persistente, ou se a sensação ficar localizada sempre no mesmo lugar.
Procure atendimento com mais urgência se, junto desses “choquinhos”, aparecerem sinais de alerta como fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, alteração visual importante, desmaio, dor no peito forte, falta de ar relevante, confusão, ou dor de cabeça súbita e muito intensa. Na ausência desses sinais, uma boa conduta é conversar com um clínico geral ou neurologista para uma avaliação completa (história, exame físico e, se necessário, exames básicos) e, em paralelo, considerar apoio para manejo de ansiedade e estresse, já que o corpo pode demorar um tempo para “desligar” o estado de alerta após uma fase muito intensa.
Se quiser, você pode observar e relatar ao médico alguns pontos que ajudam bastante: quando começou; quanto dura cada episódio; se é no corpo todo ou em áreas específicas; se vem com palpitação, tremor, sudorese, falta de ar ou sensação de pânico; e se há gatilhos (cafeína, noites mal dormidas, discussões, notícias de saúde, etc.). Isso costuma direcionar melhor a investigação.
Ao mesmo tempo, é importante lembrar que “choquinhos” e parestesias (formigamentos) também podem ter outras causas, como alterações de sono e fadiga, consumo elevado de cafeína/energéticos, desidratação, efeitos de alguns medicamentos, compressões nervosas por postura, problemas de tireoide, alterações de glicose, anemia e deficiências vitamínicas (como B12), entre outras. Por isso, quando o sintoma se repete ou persiste, vale uma avaliação clínica para confirmar se está tudo bem e orientar o melhor acompanhamento, especialmente se houver perda de peso sem explicação, fraqueza, dor persistente, ou se a sensação ficar localizada sempre no mesmo lugar.
Procure atendimento com mais urgência se, junto desses “choquinhos”, aparecerem sinais de alerta como fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, alteração visual importante, desmaio, dor no peito forte, falta de ar relevante, confusão, ou dor de cabeça súbita e muito intensa. Na ausência desses sinais, uma boa conduta é conversar com um clínico geral ou neurologista para uma avaliação completa (história, exame físico e, se necessário, exames básicos) e, em paralelo, considerar apoio para manejo de ansiedade e estresse, já que o corpo pode demorar um tempo para “desligar” o estado de alerta após uma fase muito intensa.
Se quiser, você pode observar e relatar ao médico alguns pontos que ajudam bastante: quando começou; quanto dura cada episódio; se é no corpo todo ou em áreas específicas; se vem com palpitação, tremor, sudorese, falta de ar ou sensação de pânico; e se há gatilhos (cafeína, noites mal dormidas, discussões, notícias de saúde, etc.). Isso costuma direcionar melhor a investigação.
O que você descreve é compatível, na maioria das vezes, com sintomas físicos de ansiedade após uma crise de estresse importante. Sensações como “choquinhos” no corpo podem ocorrer por hiperativação do sistema nervoso, tensão muscular e hiperventilação, e costumam vir e ir. Se os sintomas persistirem, piorarem ou vierem acompanhados de fraqueza ou alteração de força, é indicado avaliação médica para descartar outras causas.
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