. Percebo que minha autoestima está muito afetada desde diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (
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. Percebo que minha autoestima está muito afetada desde diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES). Como posso recuperar confiança em mim mesmo enquanto lido com a doença?
Sim — é muito comum que a autoestima fique abalada após o diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES).
Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de uma doença autoimune crônica, não lida apenas com os sintomas físicos, mas também com mudanças na rotina, no corpo, na sensação de autonomia e, muitas vezes, com medo, insegurança e luto pela vida que tinha antes.
Recuperar a confiança em si mesmo não significa “ignorar” a doença, mas reconstruir a relação consigo de forma mais gentil, realista e fortalecida.
Alguns passos importantes nesse processo são:
• Validar o impacto emocional do diagnóstico: sentir tristeza, medo, raiva ou frustração não é fraqueza. É uma resposta humana a uma experiência difícil.
• Separar identidade de diagnóstico: você tem lúpus, mas você não é a doença. Sua história, valor e identidade vão muito além do diagnóstico.
• Cuidar da autocrítica: muitas pessoas passam a se comparar com quem eram antes e isso aumenta sofrimento. A psicoterapia ajuda a trabalhar essa cobrança interna.
• Fortalecer recursos emocionais: autoestima saudável não vem apenas da aparência ou da produtividade, mas da capacidade de se acolher, se adaptar e se respeitar.
• Buscar apoio psicológico especializado: conviver com uma condição crônica pode gerar ansiedade, tristeza, sensação de impotência e até sintomas depressivos.
Na psicoterapia, especialmente com abordagens que integram EMDR, é possível trabalhar não apenas o impacto emocional do diagnóstico, mas também crenças dolorosas que costumam surgir, como:
“Meu corpo falhou”, “não sou mais a mesma pessoa”, “ninguém vai me entender”, “perdi meu valor”.
O EMDR pode ajudar no reprocessamento emocional dessas experiências, reduzindo a carga de sofrimento associada ao diagnóstico e favorecendo uma adaptação mais saudável, com mais segurança interna e autoestima.
Além do acompanhamento médico adequado, o cuidado com a saúde emocional faz parte do tratamento.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Com suporte certo, é possível recuperar confiança, qualidade de vida e uma relação mais compassiva com seu corpo e com sua história.
Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de uma doença autoimune crônica, não lida apenas com os sintomas físicos, mas também com mudanças na rotina, no corpo, na sensação de autonomia e, muitas vezes, com medo, insegurança e luto pela vida que tinha antes.
Recuperar a confiança em si mesmo não significa “ignorar” a doença, mas reconstruir a relação consigo de forma mais gentil, realista e fortalecida.
Alguns passos importantes nesse processo são:
• Validar o impacto emocional do diagnóstico: sentir tristeza, medo, raiva ou frustração não é fraqueza. É uma resposta humana a uma experiência difícil.
• Separar identidade de diagnóstico: você tem lúpus, mas você não é a doença. Sua história, valor e identidade vão muito além do diagnóstico.
• Cuidar da autocrítica: muitas pessoas passam a se comparar com quem eram antes e isso aumenta sofrimento. A psicoterapia ajuda a trabalhar essa cobrança interna.
• Fortalecer recursos emocionais: autoestima saudável não vem apenas da aparência ou da produtividade, mas da capacidade de se acolher, se adaptar e se respeitar.
• Buscar apoio psicológico especializado: conviver com uma condição crônica pode gerar ansiedade, tristeza, sensação de impotência e até sintomas depressivos.
Na psicoterapia, especialmente com abordagens que integram EMDR, é possível trabalhar não apenas o impacto emocional do diagnóstico, mas também crenças dolorosas que costumam surgir, como:
“Meu corpo falhou”, “não sou mais a mesma pessoa”, “ninguém vai me entender”, “perdi meu valor”.
O EMDR pode ajudar no reprocessamento emocional dessas experiências, reduzindo a carga de sofrimento associada ao diagnóstico e favorecendo uma adaptação mais saudável, com mais segurança interna e autoestima.
Além do acompanhamento médico adequado, o cuidado com a saúde emocional faz parte do tratamento.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Com suporte certo, é possível recuperar confiança, qualidade de vida e uma relação mais compassiva com seu corpo e com sua história.
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