Pessoas com borderline amam de verdade, ou é apenas apego para evitar novo abandono?

4 respostas
Pessoas com borderline amam de verdade, ou é apenas apego para evitar novo abandono?
Dra. Samira Wakim
Psiquiatra
Rio de Janeiro
Cada caso é um caso. A melhor maneira de ver isto é na Psicoterapia e se o diagnóstico de boderline está correto. Um abraço.

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 Cristiane Costa Cruz
Psicólogo
São Paulo
Pessoas com TBP têm uma maior necessidade de receber atenção e garantia de afeto. Devido a essa necessidade, muitas vezes se relacionam com pessoas com mais disponibilidade para dar atenção e/ou que reafirmem seu amor com mais frequência. Em contrapartida, a disponibilidade que têm para oferecer o afeto flutua, de acordo com as variações do humor. Isso não quer dizer que não possam "amar de verdade", mas é um acordo que demanda tempo e paciência.
 Lícia Maria Madureira
Psicólogo
Salvador
É difícil saber o que um border sente pelo outro, se é amor ou carência ( um traço da doença), a dependência de ter um outro para se sentir completo. Em alguns casos, os portadores de Transtorno Boderline (TB) também conhecido como Transtorno de Personalidade Limítrofe (TPL), podem confundir carência emocional com paixão, comumente transferem para os relacionamentos amorosos a sua instabilidade emocional, oportunizando brigas excessivas, ciúmes exagerados ou sentimento possessivo. Exigem do parceiro(a) dedicação exclusiva e quando não atendidos nas suas intermináveis necessidades, sentem-se abandonados e sozinhos, pois nada aplaca a sensação de vazio e angústia que os assolam constantemente.São exageradamente instáveis emocionalmente. Transitam entre o amor e ódio com muita frequência.
 Fernando Gobbato
Psicólogo
Goiânia
Acredito que o termo Amar é muito amplo e varia muito de pessoa pra pessoa, por exemplo: como cada relação foi elaborada e construída. Qual a importância que o outro representa em sua vida, existe o querer bem? É uma questão até cultural que pode variar geograficamente. Ainda que o TPB tem características topográficas de fazer esforços para evitar o abandono, é necessário compreender a história de interação e a individualidade de cada pessoa. Abraço!

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