Por que a avaliação neuropsicológica é necessária se o diagnóstico do Transtorno de Personalidade Bo
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Por que a avaliação neuropsicológica é necessária se o diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é clínico?
Excelente pergunta. De fato, o "padrão-ouro" para o diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é a avaliação clínica psiquiátrica e psicológica. No entanto, a Avaliação Neuropsicológica entra como uma ferramenta complementar fundamental por três motivos principais:
Diagnóstico Diferencial: O TPB compartilha sintomas com outros quadros, como TDAH, Transtorno Bipolar e Autismo (TEA). A avaliação testa funções específicas (como atenção e controle inibitório) para ajudar a distinguir o que é personalidade e o que pode ser um transtorno do neurodesenvolvimento.
Mapeamento de Déficits: Pacientes com TPB frequentemente apresentam alterações nas funções executivas (planejamento, tomada de decisão e controle de impulsos). A avaliação mostra onde está a dificuldade, não apenas o nome da doença.
Planejamento Terapêutico: Ao entender como o cérebro do paciente processa informações, o psicólogo (especialmente na TCC) consegue desenhar estratégias de intervenção mais personalizadas e eficazes para a regulação emocional.
Portanto, embora não substitua a clínica, a avaliação neuropsicológica enriquece o diagnóstico e direciona o tratamento.
Diagnóstico Diferencial: O TPB compartilha sintomas com outros quadros, como TDAH, Transtorno Bipolar e Autismo (TEA). A avaliação testa funções específicas (como atenção e controle inibitório) para ajudar a distinguir o que é personalidade e o que pode ser um transtorno do neurodesenvolvimento.
Mapeamento de Déficits: Pacientes com TPB frequentemente apresentam alterações nas funções executivas (planejamento, tomada de decisão e controle de impulsos). A avaliação mostra onde está a dificuldade, não apenas o nome da doença.
Planejamento Terapêutico: Ao entender como o cérebro do paciente processa informações, o psicólogo (especialmente na TCC) consegue desenhar estratégias de intervenção mais personalizadas e eficazes para a regulação emocional.
Portanto, embora não substitua a clínica, a avaliação neuropsicológica enriquece o diagnóstico e direciona o tratamento.
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