Por que as fixações(psicologia) por mais elaboradas que estejam, elas não somem do consciente ? por
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Por que as fixações(psicologia) por mais elaboradas que estejam, elas não somem do consciente ? por que mesmo os dilemas sendo compreendidos e amadurecidos eles voltam
Porque são padrões de funcionamento psíquicos e emocionais relacionados á estrutura constitucional da pessoal, que não muda, pois está vinculada à estrutura do corpo físico. De acordo com as medicinas orientais, as emoções e padrões de funcionamento psíquico estão ligados às proporções dos órgãos, daí a origem das temáticas psicológicas e afetivas.
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Olá,
Excelente questionamento!
Ao longo da nossa vida, as experiências e interação destas com nossas características genéticas de personalidade, contexto social e familiar, entre outros, vão estruturando nosso jeito de ver, agir e sentir, os quais, podem ser disfuncionais, quer dizer, trazer consequências negativas ao nosso bem-estar e funcionais, contribuem para o nosso bem-estar.
Ao trabalhar essas questões que prejudicam o bem-estar em psicoterapia, você aprende a lidar de forma saudável com elas e a fazer modificações importantes em padrões que estão ligados a esse prejuízo.
Se os dilemas que você vivencia continuam voltando e prejudicando seu bem-estar, ele está sinalizando que tem algo aí que ainda precisa ser cuidado.
Ter consciência dos desafios, aceitar, perdoar, elaborar, não significa, necessariamente, superar esse desafio. É importante aprofundar a investigação sobre esse dilema e o que está por trás dele pra que ele não prejudique mais seu bem-estar.
Espero ter ajudado!
Abraços!
Excelente questionamento!
Ao longo da nossa vida, as experiências e interação destas com nossas características genéticas de personalidade, contexto social e familiar, entre outros, vão estruturando nosso jeito de ver, agir e sentir, os quais, podem ser disfuncionais, quer dizer, trazer consequências negativas ao nosso bem-estar e funcionais, contribuem para o nosso bem-estar.
Ao trabalhar essas questões que prejudicam o bem-estar em psicoterapia, você aprende a lidar de forma saudável com elas e a fazer modificações importantes em padrões que estão ligados a esse prejuízo.
Se os dilemas que você vivencia continuam voltando e prejudicando seu bem-estar, ele está sinalizando que tem algo aí que ainda precisa ser cuidado.
Ter consciência dos desafios, aceitar, perdoar, elaborar, não significa, necessariamente, superar esse desafio. É importante aprofundar a investigação sobre esse dilema e o que está por trás dele pra que ele não prejudique mais seu bem-estar.
Espero ter ajudado!
Abraços!
Crescemos com muitas crenças, que foram criadas pelo meio que vivemos (família, principalmente) e acreditamos serem verdadeiras. Mas mesmo sendo difícil, podem ser mudadas ou minimizadas. Este é o papel da psicologia. Ajudar a pessoa a entender estas crenças ou "dilemas" e modificá-las ou ajudá-las a conviver com elas, sem causar sofrimento.
O fato de entender sobre nosso funcionamento não significa que podemos alterar nosso pensamentos, sentimentos e afetos que estão associados. Ocorre que, nossos padrões de pensamentos, crenças e esquemas estão ligados no sistema límbico, ou seja, algo primitivo nosso. Para que a mudança terapêutica alcance esse sistema é necessário que as intervenções psicoterápicas atue nessa região cerebral. As Terapias cognitivas como Terapia dos Esquemas são adequadas para essas questões.
Olá! Seria interessante saber até que ponto essas fixações estão de fato elaboradas. É comum se ter consciência de parte, mesmo que grande, do que se passou, mas pode existir ainda alguns conteúdos por elaborar. Outro ponto a se pensar seria na maneira como se sente essas manifestação. Com o passar do tempo, os pensamentos continuam, mas a forma como o sente se transforma, e isso não significa que se esteja fixado em determinada coisa.
É importande fazer uma avaliação para responder mais acertivamente. Você pode estar passando por algum transtorno não diagnosticado e também pode estar sofrendo por experiências mal resolvidas. O ambiente psicoteràpico é indicado para revisão e tratamento. Permita-se entender.
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"Há uma FIXAÇÃO em alguns DILEMAS, ou seja, eles sempre retornam."
Conceito de Dilema: 1.Raciocínio que parte de premissas contraditórias. Num dilema, ocorre a necessidade de uma escolha entre alternativas opostas A e B, que resultará em uma conclusão ou consequência C, que deriva necessariamente tanto de A quanto de B. 2. Necessidade de escolher entre duas saídas contraditórias e igualmente insatisfatórias.
Resposta do Psicólogo:
1. DILEMA é inerente ao ser humano, ou seja, faz parte do ser humano e do viver.
2. Há dilemas que com o auxílio da psicoterapia são superados, pois o indivíduo consegue fazer uma escolha/ tomar uma decisão/ fechar a questão/ resolver a situação-problema.
3. Há AQUELE dilema que o indivíduo não possui AINDA uma DECISÃO/ RESPOSTA pronta/ satisfatória para a questão. A psicoterapia irá auxiliá-lo a compreender que, mesmo assim, precisa fazer uma escolha/ tomar uma decisão ou aprender a conviver com a dúvida/ incerteza/ insegurança/ falta de garantias.
4. E há casos em que o indivíduo NECESSITA/PRECISA de um dilema para viver, ou seja, CRIAR um dilema. Nesse caso não seria uma pretensão da psicoterapia eliminar/ retirar/ resolver o DILEMA do indivíduo por ser uma forma/ um modo de funcionamento dele no mundo. Portanto, a psicoterapia não focaria no dilema/ questão/ problema específico, mas no que estar por trás dele. Focaria nessa maneira do indivíduo funcionar, de TER que criar um DILEMA para "viver", ou parar/ paralisar sua vida em torno dele. Daí, o indivíduo aprenderia melhor sobre sua forma de funcionamento no mundo e não focar/ paralisar e supervalorizar o dilema.
É importante aprender também a conviver com AQUELE DILEMA, que AINDA não há uma resposta para ele. E aceitar/ compreender que algumas respostas vêm com as experienciações e vivências, ou seja, com o tempo. Não é necessariamente a quantidade de pensação/ racionalização que trará uma solução para o dilema, e sim, pode funcionar apenas como uma distração da vida/ do viver ou de outras coisas.
Conceito de Dilema: 1.Raciocínio que parte de premissas contraditórias. Num dilema, ocorre a necessidade de uma escolha entre alternativas opostas A e B, que resultará em uma conclusão ou consequência C, que deriva necessariamente tanto de A quanto de B. 2. Necessidade de escolher entre duas saídas contraditórias e igualmente insatisfatórias.
Resposta do Psicólogo:
1. DILEMA é inerente ao ser humano, ou seja, faz parte do ser humano e do viver.
2. Há dilemas que com o auxílio da psicoterapia são superados, pois o indivíduo consegue fazer uma escolha/ tomar uma decisão/ fechar a questão/ resolver a situação-problema.
3. Há AQUELE dilema que o indivíduo não possui AINDA uma DECISÃO/ RESPOSTA pronta/ satisfatória para a questão. A psicoterapia irá auxiliá-lo a compreender que, mesmo assim, precisa fazer uma escolha/ tomar uma decisão ou aprender a conviver com a dúvida/ incerteza/ insegurança/ falta de garantias.
4. E há casos em que o indivíduo NECESSITA/PRECISA de um dilema para viver, ou seja, CRIAR um dilema. Nesse caso não seria uma pretensão da psicoterapia eliminar/ retirar/ resolver o DILEMA do indivíduo por ser uma forma/ um modo de funcionamento dele no mundo. Portanto, a psicoterapia não focaria no dilema/ questão/ problema específico, mas no que estar por trás dele. Focaria nessa maneira do indivíduo funcionar, de TER que criar um DILEMA para "viver", ou parar/ paralisar sua vida em torno dele. Daí, o indivíduo aprenderia melhor sobre sua forma de funcionamento no mundo e não focar/ paralisar e supervalorizar o dilema.
É importante aprender também a conviver com AQUELE DILEMA, que AINDA não há uma resposta para ele. E aceitar/ compreender que algumas respostas vêm com as experienciações e vivências, ou seja, com o tempo. Não é necessariamente a quantidade de pensação/ racionalização que trará uma solução para o dilema, e sim, pode funcionar apenas como uma distração da vida/ do viver ou de outras coisas.
Olá!
Quem dera se pudéssemos "deletar" situações e vivências traumáticas ou angustiantes, como se deleta um arquivo indesejável no nosso computador. Mas nosso funcionamento mental não age dessa forma. Assim, penso que se essas fixações continuam a persistir talvez seja porque elas não foram ressignificadas como deveriam. A gestalt-terapia trabalha muito com essas situações inacabados, auxiliando o paciente a concluir esses ciclos. Não podemos mudar o que passou, mas podemos dar um novo sentido para isso. Fico à disposição para dúvidas!
Quem dera se pudéssemos "deletar" situações e vivências traumáticas ou angustiantes, como se deleta um arquivo indesejável no nosso computador. Mas nosso funcionamento mental não age dessa forma. Assim, penso que se essas fixações continuam a persistir talvez seja porque elas não foram ressignificadas como deveriam. A gestalt-terapia trabalha muito com essas situações inacabados, auxiliando o paciente a concluir esses ciclos. Não podemos mudar o que passou, mas podemos dar um novo sentido para isso. Fico à disposição para dúvidas!
Sua pergunta pode nos levar a varias respostas e entendimentos... Quando nascemos, provavelmente nao nascemos com esses sintomas, fixações... em algum momento na sua vida, vc aprendeu a sentir isso. Quando aprendemos algo, se torna automatico..como andar de bicicleta, amarrar o cadarço, escovar os dentes, tomar banho..enfim, voce nem percebe, mas voce faz no automatico.. E às vezes, quando seus pensamentos ou atitude mental ( aquela que voce tratou, evidenciou e conscientizou) retorna (sentimentos iguais aqueles tratados anteriormente), vc automaticamente traz à tona tudo de sintoma que voce aprendeu... Nao sei se consegui me fazer clara, mas se precisar, pode me chamar que explico melhor para voce. De alguma forma, é algo retornando e que precisa ser visto por voce e entendido, para que voce mude seu caminho e nao volte a sentir o mesmo sintoma.
A palavra fixação refere-se a algo que permanece, mas também a uma resistência à variação. É uma imobilidade no processo de desenvolvimento. Em outras palavras, um ponto em que não há progresso nem retrocesso. Não é uma estagnação em sentido estrito, mas uma insistência, uma reiteração que se mantém inalterada. A fixação também são mecanismos de defesa, ou seja, estratégias inconscientes para abordar uma situação adversa quando não se possui ferramentas psíquicas que permitam assumi-la conscientemente e superá-la. Portanto, a fixação e a envolvem a existência de um problema associado.
Olá,
quando uma questão é bem elaborada ela não deixa de ficar no seu consciente, o que muda é que você deixa de ser "refém" dela, em outras palavras, a questão deixa de te trazer sofrimento após o processo de elaboração e aceitação do vivido.
Muitas vezes, quando a questão ainda perturba é porque ainda não foi elaborada, emoções precisam ser completadas e vivenciadas pra que isso ocorra e geralmente isso ocorre no processo de terapia.
Espero ter ajudado!
quando uma questão é bem elaborada ela não deixa de ficar no seu consciente, o que muda é que você deixa de ser "refém" dela, em outras palavras, a questão deixa de te trazer sofrimento após o processo de elaboração e aceitação do vivido.
Muitas vezes, quando a questão ainda perturba é porque ainda não foi elaborada, emoções precisam ser completadas e vivenciadas pra que isso ocorra e geralmente isso ocorre no processo de terapia.
Espero ter ajudado!
As fixações psicológicas são padrões de pensamento, comportamento ou emoções que se repetem de forma persistente e causam sofrimento ou interferem na vida cotidiana da pessoa. Essas fixações podem ser resultado de traumas passados, experiências negativas ou problemas emocionais não resolvidos.
O fato de essas fixações não desaparecerem facilmente do consciente ocorre porque elas se tornam enraizadas na estrutura psicológica da pessoa, tornando-se parte de sua personalidade e identidade. Além disso, mesmo que o indivíduo consiga compreender e amadurecer seus dilemas, as emoções associadas a esses padrões de pensamento e comportamento podem ser difíceis de controlar e superar completamente.
É importante ressaltar que o processo de superação de fixações psicológicas pode ser longo e exigir muita dedicação e esforço pessoal, incluindo terapias específicas, como a terapia cognitivo-comportamental. Entretanto, é possível alcançar a mudança desejada com paciência, persistência e ajuda profissional, o que pode levar a uma melhoria significativa na qualidade de vida da pessoa.
O fato de essas fixações não desaparecerem facilmente do consciente ocorre porque elas se tornam enraizadas na estrutura psicológica da pessoa, tornando-se parte de sua personalidade e identidade. Além disso, mesmo que o indivíduo consiga compreender e amadurecer seus dilemas, as emoções associadas a esses padrões de pensamento e comportamento podem ser difíceis de controlar e superar completamente.
É importante ressaltar que o processo de superação de fixações psicológicas pode ser longo e exigir muita dedicação e esforço pessoal, incluindo terapias específicas, como a terapia cognitivo-comportamental. Entretanto, é possível alcançar a mudança desejada com paciência, persistência e ajuda profissional, o que pode levar a uma melhoria significativa na qualidade de vida da pessoa.
Olá! Segundo a psicanálise, isso acontece porque reproduzimos inúmeras vezes o nosso sintoma para que, enfim, consigamos organizar ele de alguma forma. Sendo assim, a compreensão corresponde ao momento em que nos damos conta daquilo que ressurge incansavelmente. Mesmo sabendo disso, seguimos replicando comportamentos anteriores, tão internalizados que emergem automaticamente – mesmo sendo interessante destacar que nessa réplica sempre há algo de novo. E, por fim, conseguimos dar um destino outro ao que nos era usual. Isso pode ser resumido na máxima: ‘recordar, repetir e elaborar’. O que não quer dizer, no entanto, que algo esteja encerrado. Pelo contrário, aponta para um maior acesso a isso que estava inconsciente e que se desdobra agora de outras maneiras. Desejo que fique bem e espero ter ajudado!
Olá. As fixações psicológicas, especialmente aquelas que são profundas e persistentes, não desaparecem facilmente do consciente por várias razões. Mesmo quando os dilemas são compreendidos e parecem ter sido processados ou amadurecidos, eles podem continuar a emergir. Aqui estão algumas explicações de por que isso acontece:
1. Raízes Profundas: Muitas fixações têm raízes em experiências anteriores, muitas vezes remontando à infância. Essas experiências podem ter moldado crenças fundamentais sobre si mesmo, outros e o mundo. Essas crenças estão profundamente enraizadas e podem ser ativadas por gatilhos ou situações que de alguma forma lembram essas experiências passadas.
2. Mecanismos de Defesa: Fixações podem servir como mecanismos de defesa que o inconsciente utiliza para proteger o indivíduo de dor emocional ou ansiedade. Mesmo quando uma pessoa entende conscientemente o dilema, o inconsciente pode continuar a usar esses mecanismos para lidar com medos ou conflitos internos não resolvidos.
3. Hábitos de Pensamento: Comportamentos e padrões de pensamento tornam-se habituais ao longo do tempo. Mesmo após ganhar insights e compreensão sobre uma fixação, os velhos hábitos de pensamento podem ser difíceis de mudar e podem exigir um esforço consciente e repetido para alterá-los.
4. Complexidade Emocional: As emoções que sustentam as fixações são muitas vezes complexas e multifacetadas. Compreender intelectualmente um problema não necessariamente resolve as emoções subjacentes. Portanto, essas emoções podem continuar a ressurgir até que sejam plenamente reconhecidas e processadas.
5. Resistência à Mudança: Há uma tendência natural de resistir à mudança, mesmo quando é para melhorar. Partes de nós podem resistir a abandonar velhas formas de ser, especialmente se essas formas de ser nos proporcionaram uma estrutura ou identidade por muito tempo.
Espero ter ajudado. Um forte abraço. Dra. Michelle Teixeira
1. Raízes Profundas: Muitas fixações têm raízes em experiências anteriores, muitas vezes remontando à infância. Essas experiências podem ter moldado crenças fundamentais sobre si mesmo, outros e o mundo. Essas crenças estão profundamente enraizadas e podem ser ativadas por gatilhos ou situações que de alguma forma lembram essas experiências passadas.
2. Mecanismos de Defesa: Fixações podem servir como mecanismos de defesa que o inconsciente utiliza para proteger o indivíduo de dor emocional ou ansiedade. Mesmo quando uma pessoa entende conscientemente o dilema, o inconsciente pode continuar a usar esses mecanismos para lidar com medos ou conflitos internos não resolvidos.
3. Hábitos de Pensamento: Comportamentos e padrões de pensamento tornam-se habituais ao longo do tempo. Mesmo após ganhar insights e compreensão sobre uma fixação, os velhos hábitos de pensamento podem ser difíceis de mudar e podem exigir um esforço consciente e repetido para alterá-los.
4. Complexidade Emocional: As emoções que sustentam as fixações são muitas vezes complexas e multifacetadas. Compreender intelectualmente um problema não necessariamente resolve as emoções subjacentes. Portanto, essas emoções podem continuar a ressurgir até que sejam plenamente reconhecidas e processadas.
5. Resistência à Mudança: Há uma tendência natural de resistir à mudança, mesmo quando é para melhorar. Partes de nós podem resistir a abandonar velhas formas de ser, especialmente se essas formas de ser nos proporcionaram uma estrutura ou identidade por muito tempo.
Espero ter ajudado. Um forte abraço. Dra. Michelle Teixeira
Olá, como vai?
As fixações em psicologia são padrões de pensamento,
comportamento ou emoções que se repetem de forma rígida e inflexível, muitas vezes causando sofrimento e dificultando o funcionamento saudável. Mesmo que sejam compreendidas e trabalhadas em terapia, essas fixações podem persistir no consciente por várias razões.
Uma delas é o fato de que as fixações muitas vezes estão enraizadas em experiências passadas, traumas, crenças ou padrões de relacionamento que foram internalizados ao longo da vida. Mesmo que sejam compreendidas intelectualmente, essas questões emocionais profundas podem continuar a influenciar o comportamento e a maneira como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros.
Além disso, as fixações podem ter uma função defensiva, servindo como uma forma de lidar com sentimentos difíceis ou proteger o ego de ameaças internas. Mesmo que a pessoa seja capaz de identificar e compreender essas defesas, elas podem permanecer ativas como uma forma de autoproteção.
Em resumo, as fixações persistem no consciente mesmo após compreendidas e trabalhadas em terapia devido à sua natureza complexa, enraizada e defensiva, tornando difícil se livrar delas completamente. Nesses casos, é importante continuar o trabalho terapêutico, explorando e trabalhando essas questões de forma mais profunda e persistente. Te desejo um feliz dia!!
As fixações em psicologia são padrões de pensamento,
comportamento ou emoções que se repetem de forma rígida e inflexível, muitas vezes causando sofrimento e dificultando o funcionamento saudável. Mesmo que sejam compreendidas e trabalhadas em terapia, essas fixações podem persistir no consciente por várias razões.
Uma delas é o fato de que as fixações muitas vezes estão enraizadas em experiências passadas, traumas, crenças ou padrões de relacionamento que foram internalizados ao longo da vida. Mesmo que sejam compreendidas intelectualmente, essas questões emocionais profundas podem continuar a influenciar o comportamento e a maneira como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros.
Além disso, as fixações podem ter uma função defensiva, servindo como uma forma de lidar com sentimentos difíceis ou proteger o ego de ameaças internas. Mesmo que a pessoa seja capaz de identificar e compreender essas defesas, elas podem permanecer ativas como uma forma de autoproteção.
Em resumo, as fixações persistem no consciente mesmo após compreendidas e trabalhadas em terapia devido à sua natureza complexa, enraizada e defensiva, tornando difícil se livrar delas completamente. Nesses casos, é importante continuar o trabalho terapêutico, explorando e trabalhando essas questões de forma mais profunda e persistente. Te desejo um feliz dia!!
As fixações são elaborações com alto teor emocional. Dificilmente serão esquecidas. O tratamento não visa o esquecimento, mas o aceitar delas como parte da vivência passada, um grau de obsessão menor quando de novas lembranças e um repertório de enfrentamento mais amplo quanto a elas ou às consequências delas (ansiedade, por exemplo). À disposição caso queira conversar a respeito: @psicologopascoalzani
Fixações, em psicologia, são padrões emocionais, comportamentais ou de pensamento que permanecem atrelados a experiências ou conflitos não totalmente resolvidos, geralmente originados em fases anteriores do desenvolvimento. Mesmo após compreensão ou amadurecimento, essas fixações podem ressurgir devido a diversos fatores:
Natureza emocional profunda: Experiências intensas deixam marcas duradouras.
Caminhos neurais fortalecidos: Hábitos e pensamentos recorrentes criam conexões neurais que podem ser facilmente reativadas.
Processo inconsciente contínuo: O inconsciente mantém ativos conteúdos com forte carga emocional ou simbólica.
Estresse ou gatilhos externos: Situações que lembram o conflito original podem reativar padrões.
Complexidade do amadurecimento emocional: Resolver uma fixação envolve integração, não sua eliminação completa.
Essas fixações fazem parte da identidade emocional do indivíduo e atuam como referências internas para lidar com o mundo. Seu retorno não indica que o trabalho foi em vão, mas reflete um processo contínuo de processamento e integração. Elas oferecem uma oportunidade para aprofundar o autoconhecimento e avançar no crescimento pessoal.
Natureza emocional profunda: Experiências intensas deixam marcas duradouras.
Caminhos neurais fortalecidos: Hábitos e pensamentos recorrentes criam conexões neurais que podem ser facilmente reativadas.
Processo inconsciente contínuo: O inconsciente mantém ativos conteúdos com forte carga emocional ou simbólica.
Estresse ou gatilhos externos: Situações que lembram o conflito original podem reativar padrões.
Complexidade do amadurecimento emocional: Resolver uma fixação envolve integração, não sua eliminação completa.
Essas fixações fazem parte da identidade emocional do indivíduo e atuam como referências internas para lidar com o mundo. Seu retorno não indica que o trabalho foi em vão, mas reflete um processo contínuo de processamento e integração. Elas oferecem uma oportunidade para aprofundar o autoconhecimento e avançar no crescimento pessoal.
As fixações, mesmo quando elaboradas e compreendidas, podem persistir no consciente porque estão enraizadas em experiências emocionais profundas e padrões mentais consolidados ao longo da vida. A mente humana tende a repetir aquilo que é familiar, mesmo que cause desconforto, pois esses padrões oferecem uma sensação de controle ou proteção, mesmo que ilusória. A psicoterapia ajuda a explorar essas fixações, identificando suas origens e significados emocionais, o que permite uma ressignificação gradual. No entanto, o processo de mudança é complexo e demanda tempo, pois envolve não apenas a compreensão intelectual, mas também a integração emocional. Dilemas podem retornar porque as emoções associadas a eles não são lineares e podem ser reativadas por gatilhos externos ou internos. A psicoterapia oferece um espaço seguro para revisitar essas questões, fortalecendo a capacidade de lidar com elas de forma mais adaptativa e consciente, promovendo crescimento e autoconhecimento.
Olá, tudo bem?
O que você descreve faz muito sentido e é algo que muitas pessoas enfrentam. Mesmo depois de compreender racionalmente um dilema ou de amadurecer uma questão emocional, por que certos pensamentos ou fixações insistem em voltar? A resposta está tanto na forma como o cérebro processa informações quanto na maneira como lidamos com nossas emoções.
Do ponto de vista da neurociência, nosso cérebro é altamente adaptável, mas também cria padrões de pensamento que podem ser difíceis de quebrar. As fixações costumam estar associadas a circuitos neurais repetitivos, especialmente em áreas como o córtex pré-frontal (que lida com raciocínio e planejamento) e a amígdala (que processa emoções, especialmente medo e ansiedade). Mesmo que a parte racional do cérebro entenda que aquela fixação não faz sentido ou já foi resolvida, as conexões emocionais ainda podem estar ativas, fazendo com que os pensamentos retornem em determinados momentos.
Outro fator importante é que compreender algo não significa que ele deixou de ter um impacto emocional. Às vezes, um dilema pode ser resolvido na mente, mas ainda carregar uma carga afetiva que não foi totalmente elaborada. Por exemplo, você pode entender que um medo é irracional, mas se esse medo foi reforçado ao longo do tempo, ele pode continuar voltando em momentos de vulnerabilidade. Como seria, em vez de lutar contra essas fixações, começar a observá-las sem se prender a elas?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e abordagens baseadas em Mindfulness ajudam muito nesse processo, porque ensinam a não se apegar aos pensamentos obsessivos, permitindo que eles passem sem que dominem sua atenção. A grande questão não é fazer os pensamentos sumirem, mas reduzir o impacto emocional que eles têm sobre você. Você já tentou mudar sua relação com esses pensamentos em vez de tentar eliminá-los?
Se essas fixações estão causando sofrimento ou interferindo na sua vida, pode ser interessante trabalhar isso em terapia. A mente não precisa ser um campo de batalha – existem formas mais leves de lidar com esses dilemas sem que eles tomem tanto espaço. Caso precise, estou à disposição.
O que você descreve faz muito sentido e é algo que muitas pessoas enfrentam. Mesmo depois de compreender racionalmente um dilema ou de amadurecer uma questão emocional, por que certos pensamentos ou fixações insistem em voltar? A resposta está tanto na forma como o cérebro processa informações quanto na maneira como lidamos com nossas emoções.
Do ponto de vista da neurociência, nosso cérebro é altamente adaptável, mas também cria padrões de pensamento que podem ser difíceis de quebrar. As fixações costumam estar associadas a circuitos neurais repetitivos, especialmente em áreas como o córtex pré-frontal (que lida com raciocínio e planejamento) e a amígdala (que processa emoções, especialmente medo e ansiedade). Mesmo que a parte racional do cérebro entenda que aquela fixação não faz sentido ou já foi resolvida, as conexões emocionais ainda podem estar ativas, fazendo com que os pensamentos retornem em determinados momentos.
Outro fator importante é que compreender algo não significa que ele deixou de ter um impacto emocional. Às vezes, um dilema pode ser resolvido na mente, mas ainda carregar uma carga afetiva que não foi totalmente elaborada. Por exemplo, você pode entender que um medo é irracional, mas se esse medo foi reforçado ao longo do tempo, ele pode continuar voltando em momentos de vulnerabilidade. Como seria, em vez de lutar contra essas fixações, começar a observá-las sem se prender a elas?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e abordagens baseadas em Mindfulness ajudam muito nesse processo, porque ensinam a não se apegar aos pensamentos obsessivos, permitindo que eles passem sem que dominem sua atenção. A grande questão não é fazer os pensamentos sumirem, mas reduzir o impacto emocional que eles têm sobre você. Você já tentou mudar sua relação com esses pensamentos em vez de tentar eliminá-los?
Se essas fixações estão causando sofrimento ou interferindo na sua vida, pode ser interessante trabalhar isso em terapia. A mente não precisa ser um campo de batalha – existem formas mais leves de lidar com esses dilemas sem que eles tomem tanto espaço. Caso precise, estou à disposição.
Que pergunta interessante e profunda!
A verdade é que, mesmo quando um dilema já foi compreendido racionalmente, ele pode continuar retornando à mente, como se ainda houvesse algo "pendente" - e isso não significa fracasso ou regressão.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que pensamentos recorrentes muitas vezes têm raízes emocionais profundas, associadas a crenças sobre si mesmo, o mundo e os outros. Essas crenças - como "não sou suficiente", "tenho que controlar tudo" ou "o pior sempre vai acontecer" - podem permanecer ativas em segundo plano, mesmo que você já tenha amadurecido intelectualmente sobre o tema. Por isso, a questão volta: não por teimosia da mente, mas porque há camadas mais emocionais que ainda pedem cuidado e elaboração.
Outro ponto importante é o que cérebro cria "trilhas neurais" muito fortes quando um pensamento é repetido muitas vezes. Mesmo que você já saiba que aquele pensamento não é útil ou verdadeiro, ele ainda pode surgir automaticamente - e o trabalho terapêutico, nesse caso, envolve não apenas entender, mas aprender a responder de forma diferente a ele, até que perca a força com o tempo.
A verdade é que, mesmo quando um dilema já foi compreendido racionalmente, ele pode continuar retornando à mente, como se ainda houvesse algo "pendente" - e isso não significa fracasso ou regressão.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que pensamentos recorrentes muitas vezes têm raízes emocionais profundas, associadas a crenças sobre si mesmo, o mundo e os outros. Essas crenças - como "não sou suficiente", "tenho que controlar tudo" ou "o pior sempre vai acontecer" - podem permanecer ativas em segundo plano, mesmo que você já tenha amadurecido intelectualmente sobre o tema. Por isso, a questão volta: não por teimosia da mente, mas porque há camadas mais emocionais que ainda pedem cuidado e elaboração.
Outro ponto importante é o que cérebro cria "trilhas neurais" muito fortes quando um pensamento é repetido muitas vezes. Mesmo que você já saiba que aquele pensamento não é útil ou verdadeiro, ele ainda pode surgir automaticamente - e o trabalho terapêutico, nesse caso, envolve não apenas entender, mas aprender a responder de forma diferente a ele, até que perca a força com o tempo.
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