Pâmela Boeira

Psicóloga · Mais

Florianópolis 1 endereço

Número de registro: CRP SC 12/25609

9 opiniões

Experiência

Psicóloga Clínica – CRP 12/25609. Atendimentos em Terapia Cognitivo-Comportamental. Pós-graduanda em Psicologia Baseada em Evidências pela FLC. Formada pela FLC em Terapia Cognitivo-Comportamental, Obesidade e Emagrecimento, Psicologia Baseada em Evidências. Atendimentos on-line e presenciais a adultos.
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Consultório

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PRANA Espaço Clínico

Av. Prof. Othon Gama D'Eça 900, Centro, Florianópolis 88010400

Disponibilidade

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Planos de saúde não aceitos

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9 opiniões

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  • J

    Primeira experiência com ,bem educada e atenciosa ,passou muita confiança!

     • Psicólogo Floripa ® Primeira consulta psicologia  • 

    Psicólogo Floripa®

    Olá! Agradecemos pela sua avaliação e depoimento. Muito obrigado!


  • A

    Atendimento foi muito bom, gostei muito da abordagem, da atenção que ela deu e do feedback. Gostei que abordagem se baseia em auto reflexão e não em esconder os problemas ou remediar de uma forma que não leve a solução.

     • Psicólogo Floripa ® Outro  • 

  • A

    Muito atenciosa e querida! Estou ansiosa para a próxima sessão, será muito produtiva não tenho dúvidas.

     • Psicólogo Floripa ® Outro  • 

  • M

    Excelente atendimento. Sempre pontual e muito empática

     • Psicólogo Floripa ® Outro  • 

  • I

    A Pâmela é muito atenciosa e competente! Estou adorando as nossas sessões.

     • Psicólogo Floripa ® Primeira consulta psicologia  • 

  • M

    Filha de 13 anos, paciente gostou da consulta e sentiu segurança

     • Psicólogo Floripa ® Outro  • 

  • G

    Muito atenciosa e pontual no atendimento.
    Foi o primeiro atendimento

     • Psicólogo Floripa ® Primeira consulta psicologia  • 

  • K

    Excelente profissional, atenciosa e competente .

     • Psicólogo Floripa ® Primeira consulta psicologia  • 

  • E

    Psicóloga humana, acolhe o paciente e deixa-o a vontade.

     • Psicólogo Floripa ® Outro  • 

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Dúvidas respondidas

8 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Fibromialgia

Sempre tive uma vida ativa derrepente descobri que tenho desgaste no joelho no estágio 4 e comecei a ter dificuldade de andar e com isso comecei a sentir uma tristeza , desânimo vontade de morrer tenho vontade de ficar só deitada no escuro não quero ver ninguém , choro muito

O que você está sentindo é muito compreensível diante de tudo que está passando. Receber um diagnóstico que muda de forma tão brusca sua rotina, seu corpo e sua autonomia pode ser um choque muito grande - e é natural que sentimentos como tristeza, desânimo e até pensamentos muitos dolorosos apareçam nesse momento.
Você sempre teve uma vida ativa, e de repente se vê limitado por algo que não esperava. Isso pode gerar uma sensação de perna - não apenas física, mas também emocional: da liberdade, dos planos, do seu estilo de vida, da identidade que estava ligada ao movimento. Tudo isso é importante e precisa ser olhado com cuidado.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que nossos pensamentos influenciam nossas emoções e comportamentos. Quando vivemos em uma situação difícil como a sua, é comum que pensamentos negativos comecem a surgir, como "não vou dar conta", "minha vida acabou", "não tem mais sentido". Esses pensamentos alimentam a tristeza e podem nos levar ao isolamento, à falta de energia e ao desejo de desistir. Mas com acompanhamento psicoterapêutico, é possível aprender a identificar esses pensamentos, avaliá-los, questioná-los e, aos poucos, construir formas mais saudáveis de lidar com a dor e com as mudanças.

 Pâmela Boeira

Pergunta sobre Processos de luto

Meu pai faleceu a 2 anos e eu cuidei dele no período que ele estava doente. Eu levei ele pra tomar uma medicação no hospital e o médico enternou ele, tentei tira- logo de lá pra levá-lo para um hospital melhor, mas por não ter um diagnóstico fechado os médicos não deixaram. Depois de algum tempo transferiram ele, mas o estado dele já era crítico e veio a falecer. Ao receber a notícia fiquei sem reação e não chorei, ajeitei tudo na funerária, escolhi o caixão e parecia que eu tava dopada, mas não tomei nenhuma medicação. Hoje quase 2 anos estou sentindo ansiedade e vende chorar, passo o.dia deitada e sem ânimo pra nada, sinto como se eu estivesse no dia do velório dopada e vontade de chorar. Não consigo ir trabalhar angustiada e meu corpo trêmula, não gosto de conversar com ninguém, pois tenho medo de chorar e as pessoas me perguntarem e não saber responder. Preciso de ajuda, pois não sei mais o que fazer.

Antes de tudo, parabéns por compartilhar sua história com tanta sinceridade e coragem.

O luto é um processo extremamente individual. Cada pessoa reage de uma forma diferente diante da perda, principalmente quando estava tão envolvida nos cuidados com quem partiu. Muitas vezes, quem cuida entra em um "modo automático" durante a doença e até mesmo após o falecimento, como uma forma do próprio corpo e da mente se protegerem de uma dor imensa. Isso pode explicar seu estado de "dopamento" emocional que você experimentou - um tipo de desligamento afetivo temporário, que pode adiar, mas não evitar, o enfrentamento do sofrimento.
Agora, mesmo que quase dois anos depois, você está sentindo as emoções vindo à tona: tristeza profunda, vontade de chorar, ansiedade, isolamento e falta de ânimo. Esses são sinais de que sua mente está tentando processar essa perda - mas está tendo dificuldades para lidar com o impacto disso sozinha.
No acompanhamento psicoterapêutico, por meio da Terapia Cognitivo-Comportamental, é possível trabalhar essas emoções e pensamentos. A psicoterapia ajuda a reorganizar o que está sendo difícil dentro de você, validar sua dor e reconstruir, aos poucos, uma vida com mais sentido e leveza. O luto não é algo que "se supera", mas algo que se aprende a conviver - com amor, com memória, e também com espaço para você cuidar de si mesma novamente.

 Pâmela Boeira
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Perguntas frequentes