Por que o comportamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pode parecer “desproporcional
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Por que o comportamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pode parecer “desproporcional”?
Olá, tudo bem?
O comportamento no Transtorno de Personalidade Borderline pode parecer “desproporcional” quando olhamos apenas para o que aconteceu por fora, sem considerar o que está acontecendo por dentro. A reação pode parecer maior do que o evento, mas, na experiência interna da pessoa, aquilo não é pequeno. O que está sendo vivido é intenso, urgente e, muitas vezes, carregado de significados que vão além da situação atual.
Isso acontece porque o sistema emocional tende a amplificar certos sinais, especialmente os ligados a rejeição, abandono ou insegurança. Além disso, experiências passadas podem ser ativadas no presente, fazendo com que a reação não seja apenas ao que aconteceu agora, mas também a memórias emocionais antigas. O cérebro responde como se estivesse lidando com algo muito maior, mesmo que externamente pareça algo simples.
Outro ponto importante é a dificuldade de regulação emocional naquele momento. Quando a emoção sobe rapidamente, a capacidade de refletir, ponderar e escolher como agir pode ficar reduzida. Não é uma questão de falta de controle no sentido moral, mas de um sistema que fica sobrecarregado e responde de forma mais automática e intensa.
Faz sentido para você que, em alguns momentos, a intensidade do que você sente não combina com o tamanho da situação vista de fora? Já percebeu se certas reações parecem vir “com tudo”, como se não houvesse meio termo? E depois que passa, você consegue entender melhor o que aconteceu ou fica uma sensação de estranhamento em relação à própria reação?
Na terapia, o trabalho envolve justamente ampliar esse espaço entre sentir e agir, ajudando a pessoa a reconhecer o que está sendo ativado naquele momento e a desenvolver formas mais reguladas de responder, sem invalidar a intensidade do que ela sente.
Caso precise, estou à disposição.
O comportamento no Transtorno de Personalidade Borderline pode parecer “desproporcional” quando olhamos apenas para o que aconteceu por fora, sem considerar o que está acontecendo por dentro. A reação pode parecer maior do que o evento, mas, na experiência interna da pessoa, aquilo não é pequeno. O que está sendo vivido é intenso, urgente e, muitas vezes, carregado de significados que vão além da situação atual.
Isso acontece porque o sistema emocional tende a amplificar certos sinais, especialmente os ligados a rejeição, abandono ou insegurança. Além disso, experiências passadas podem ser ativadas no presente, fazendo com que a reação não seja apenas ao que aconteceu agora, mas também a memórias emocionais antigas. O cérebro responde como se estivesse lidando com algo muito maior, mesmo que externamente pareça algo simples.
Outro ponto importante é a dificuldade de regulação emocional naquele momento. Quando a emoção sobe rapidamente, a capacidade de refletir, ponderar e escolher como agir pode ficar reduzida. Não é uma questão de falta de controle no sentido moral, mas de um sistema que fica sobrecarregado e responde de forma mais automática e intensa.
Faz sentido para você que, em alguns momentos, a intensidade do que você sente não combina com o tamanho da situação vista de fora? Já percebeu se certas reações parecem vir “com tudo”, como se não houvesse meio termo? E depois que passa, você consegue entender melhor o que aconteceu ou fica uma sensação de estranhamento em relação à própria reação?
Na terapia, o trabalho envolve justamente ampliar esse espaço entre sentir e agir, ajudando a pessoa a reconhecer o que está sendo ativado naquele momento e a desenvolver formas mais reguladas de responder, sem invalidar a intensidade do que ela sente.
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