Quais condições de saúde mental podem estar relacionadas à hiperfixação?

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Quais condições de saúde mental podem estar relacionadas à hiperfixação?
A hiperfixação pode aparecer em diferentes contextos psíquicos — como no TOC, nos transtornos de ansiedade, no espectro autista, em quadros depressivos... —, mas sempre com sentidos singulares.

Mais do que um sintoma isolado, ela costuma expressar uma tentativa de organizar o excesso de pensamentos, emoções ou angústias. Em cada caso, o foco intenso se dirige a algo que ajuda, ainda que temporariamente, a conter o que é vivido como desordem interna.

Por isso, compreender o que sustenta essa hiperfixação é mais importante do que enquadrá-la em um diagnóstico: é a partir do sentido que ela tem para cada sujeito que o cuidado pode realmente produzir transformação.

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Dr. Leonardo Mello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
A hiperfixação pode aparecer em condições como TOC, TDAH, transtornos de ansiedade, autismo e alguns transtornos alimentares ou dissociativos, sempre quando a mente fica presa em um tema de forma persistente e difícil de desligar.
 Maressa Esmério
Psicólogo
Belo Horizonte
A hiperfixação pode estar relacionada a diferentes condições de saúde mental, especialmente quando o foco intenso gera sofrimento ou prejuízos no dia a dia. Ela é comumente observada no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), em transtornos de ansiedade, no Transtorno do Espectro Autista (TEA), no TDAH e em alguns quadros depressivos, podendo assumir funções distintas em cada contexto. A avaliação clínica é fundamental para compreender o significado desse padrão, seu impacto no funcionamento emocional, social e profissional, e diferenciar interesse intenso de sofrimento psicológico. Na psicoterapia, eu ajudo a identificar a origem da hiperfixação e a construir estratégias mais flexíveis e saudáveis para lidar com esses padrões.

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