Quais são as características da "hiperfixação" em alguém com Transtorno de Personalidade Borderline
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Quais são as características da "hiperfixação" em alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, tudo bem?
Essa é uma pergunta muito rica — e que revela uma sensibilidade importante sobre o funcionamento emocional de quem convive com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Embora o termo “hiperfixação” não seja oficialmente usado nos manuais diagnósticos para o TPB, ele pode descrever, de forma coloquial, certos padrões de apego e foco intenso que aparecem nesse transtorno.
Em pessoas com TPB, essa “hiperfixação” geralmente não se trata de um interesse profundo por um tema ou atividade, como ocorre no TDAH ou no autismo, mas de uma intensidade emocional e relacional muito grande. A pessoa pode se fixar em alguém — um parceiro, um amigo, até um terapeuta — de maneira que esse vínculo passa a ter enorme importância, como se toda a estabilidade emocional dependesse dele. É como se o cérebro dissesse: “Enquanto eu estiver conectado a isso, eu existo e me sinto seguro.”
Por trás desse padrão, existe uma tentativa inconsciente de evitar o vazio, o medo de abandono e a oscilação interna entre amor e raiva. A mente, movida pela dor e pela busca de segurança, cria uma espécie de “lupa emocional” sobre a pessoa ou situação que parece representar acolhimento, o que ativa regiões cerebrais ligadas à recompensa e à sobrevivência relacional. Quando há frustração, distância ou rejeição, o sistema emocional reage de forma intensa, muitas vezes desproporcional ao evento em si.
Vale se perguntar: quando você se vê muito envolvido com alguém, sente que perde um pouco de si? Percebe que o humor ou a autoestima oscilam conforme a atenção dessa pessoa muda? E quando o vínculo se rompe, o que costuma acontecer emocionalmente? Essas reflexões ajudam a distinguir um apego saudável de uma fixação emocional que nasce da dor não elaborada.
Caso precise, estou à disposição.
Essa é uma pergunta muito rica — e que revela uma sensibilidade importante sobre o funcionamento emocional de quem convive com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Embora o termo “hiperfixação” não seja oficialmente usado nos manuais diagnósticos para o TPB, ele pode descrever, de forma coloquial, certos padrões de apego e foco intenso que aparecem nesse transtorno.
Em pessoas com TPB, essa “hiperfixação” geralmente não se trata de um interesse profundo por um tema ou atividade, como ocorre no TDAH ou no autismo, mas de uma intensidade emocional e relacional muito grande. A pessoa pode se fixar em alguém — um parceiro, um amigo, até um terapeuta — de maneira que esse vínculo passa a ter enorme importância, como se toda a estabilidade emocional dependesse dele. É como se o cérebro dissesse: “Enquanto eu estiver conectado a isso, eu existo e me sinto seguro.”
Por trás desse padrão, existe uma tentativa inconsciente de evitar o vazio, o medo de abandono e a oscilação interna entre amor e raiva. A mente, movida pela dor e pela busca de segurança, cria uma espécie de “lupa emocional” sobre a pessoa ou situação que parece representar acolhimento, o que ativa regiões cerebrais ligadas à recompensa e à sobrevivência relacional. Quando há frustração, distância ou rejeição, o sistema emocional reage de forma intensa, muitas vezes desproporcional ao evento em si.
Vale se perguntar: quando você se vê muito envolvido com alguém, sente que perde um pouco de si? Percebe que o humor ou a autoestima oscilam conforme a atenção dessa pessoa muda? E quando o vínculo se rompe, o que costuma acontecer emocionalmente? Essas reflexões ajudam a distinguir um apego saudável de uma fixação emocional que nasce da dor não elaborada.
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O termo "hiperfixação" não é um conceito diagnóstico formal no DSM-5 ou na literatura clínica psicanalítica para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mas é frequentemente usado em contextos populares e clínicos para descrever a intensidade e a instabilidade dos relacionamentos interpessoais centrais ao TPB. Trabalhe isso
"Olá! Fico feliz em falar com você.
As características incluem oscilação e instabilidade. A fixação pode mudar rapidamente, envolvendo foco intenso em necessidades relacionais, emoções extremas, dificuldade em mudar de foco e sensação de vazio após a fixação."
As características incluem oscilação e instabilidade. A fixação pode mudar rapidamente, envolvendo foco intenso em necessidades relacionais, emoções extremas, dificuldade em mudar de foco e sensação de vazio após a fixação."
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