Quais são as contribuições da abordagem transdiagnóstica na terapia ?
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Quais são as contribuições da abordagem transdiagnóstica na terapia ?
Olá paciente anônimo. Espero poder contribuir para sanar suas dúvidas de forma efetiva.
A angústia e o sofrimento são um pilar existencial da condição humana, mas a forma como refletimos e descrevemos os extremos de nossa angústia mental tem variado enormemente ao longo da história.
Desta forma os sistemas diagnósticos tradicionais podem atualmente ser classificados como aqueles que não são mais adequados para classificar a saúde mental de forma tão eficaz. Sendo assim a abordagem transdiagnóstica em psicoterapia representa um novo paradigma quando se trata de compreender e intervir em transtornos mentais. Isso porque, em vez de focar nas especificidades de cada uma das patologias, se concentra em aspectos comuns entre elas os quais influenciam sua origem e/ou manutenção.
Sendo assim podemos descrever como uma alternativa ao sistema categórico tradicional em psicologia, que visa entender os processos comuns compartilhados pelas diferentes psicopatologias e não enfatizar sua diferenciação em categorias fechadas, a exemplo do ‘Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM)’.
O modelo trasndiagnóstico questiona um sistema de classificação rígido, permitindo flexibilizar a sua utilização de forma a oferecer diagnósticos mais acertados e intervenções mais eficazes.
Podemos concluir que é uma visão diferenciado que busca estabelecer conexões entre os diferentes sintomas e diagnósticos a partir de dimensões gerais, permitindo assim compreender os mecanismos emocionais e comportamentais subjacentes aos problemas psicológicos de forma a adotar uma visão mais holística da patologia e flexibilizar o processo terapêutico.
Espero ter ajudado.
Caso precisar será um prazer contribuir com você.
A angústia e o sofrimento são um pilar existencial da condição humana, mas a forma como refletimos e descrevemos os extremos de nossa angústia mental tem variado enormemente ao longo da história.
Desta forma os sistemas diagnósticos tradicionais podem atualmente ser classificados como aqueles que não são mais adequados para classificar a saúde mental de forma tão eficaz. Sendo assim a abordagem transdiagnóstica em psicoterapia representa um novo paradigma quando se trata de compreender e intervir em transtornos mentais. Isso porque, em vez de focar nas especificidades de cada uma das patologias, se concentra em aspectos comuns entre elas os quais influenciam sua origem e/ou manutenção.
Sendo assim podemos descrever como uma alternativa ao sistema categórico tradicional em psicologia, que visa entender os processos comuns compartilhados pelas diferentes psicopatologias e não enfatizar sua diferenciação em categorias fechadas, a exemplo do ‘Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM)’.
O modelo trasndiagnóstico questiona um sistema de classificação rígido, permitindo flexibilizar a sua utilização de forma a oferecer diagnósticos mais acertados e intervenções mais eficazes.
Podemos concluir que é uma visão diferenciado que busca estabelecer conexões entre os diferentes sintomas e diagnósticos a partir de dimensões gerais, permitindo assim compreender os mecanismos emocionais e comportamentais subjacentes aos problemas psicológicos de forma a adotar uma visão mais holística da patologia e flexibilizar o processo terapêutico.
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A abordagem transdiagnóstica ampliou o alcance da Terapia Cognitivo-Comportamental ao focar nos processos psicológicos que mantêm o sofrimento, e não apenas nos sintomas de um transtorno específico.
Essa visão permite compreender o paciente de forma mais completa, tratando padrões comuns — como pensamentos disfuncionais, evitação e dificuldades de regulação emocional — que atravessam diferentes quadros.
Entre suas principais contribuições estão a flexibilidade do tratamento, a personalização das intervenções e a maior eficácia em casos complexos ou com comorbidades.
Essa abordagem ajuda o paciente a desenvolver autonomia, autoconhecimento e equilíbrio emocional duradouro, promovendo bem-estar além da redução dos sintomas.
Essa visão permite compreender o paciente de forma mais completa, tratando padrões comuns — como pensamentos disfuncionais, evitação e dificuldades de regulação emocional — que atravessam diferentes quadros.
Entre suas principais contribuições estão a flexibilidade do tratamento, a personalização das intervenções e a maior eficácia em casos complexos ou com comorbidades.
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