Quais são as diferenças entre ruminação mental e emocional ?
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Quais são as diferenças entre ruminação mental e emocional ?
Olá.
A ruminação mental tem o cunho cognitivo, então tem a ver com pensamentos. A ruminação emocional tem cunho afetivo e tem a ver com as emoções que se sente.
Por exemplo: Ficar revisando um trabalho várias e várias vezes, ficar buscando respostas incessantemente, ter a cabeça tomada por pensamentos sobre um único assunto repetidamente; essas são ruminações mentais. Agora a ruminação emocional podemos ver um estado de raiva que permanece dias e dias após uma discussão simples.
É importante lembrar que em casos de luto pela morte de um filho (por exemplo) a tristeza sendo ruminada é uma condição esperada e necessária para a elaboração do luto. Porém ela não é eterna e não deve ultrapassar o período de 2 anos.
é importante ter acompanhamento psicológico em todos esses casos.
Espero ter ajudado.
Abraços.
A ruminação mental tem o cunho cognitivo, então tem a ver com pensamentos. A ruminação emocional tem cunho afetivo e tem a ver com as emoções que se sente.
Por exemplo: Ficar revisando um trabalho várias e várias vezes, ficar buscando respostas incessantemente, ter a cabeça tomada por pensamentos sobre um único assunto repetidamente; essas são ruminações mentais. Agora a ruminação emocional podemos ver um estado de raiva que permanece dias e dias após uma discussão simples.
É importante lembrar que em casos de luto pela morte de um filho (por exemplo) a tristeza sendo ruminada é uma condição esperada e necessária para a elaboração do luto. Porém ela não é eterna e não deve ultrapassar o período de 2 anos.
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Olá, tudo bem? A sua pergunta é muito rica, porque toca em algo que muita gente sente, mas poucas pessoas conseguem nomear com clareza: a diferença entre ruminar com a mente e ruminar com as emoções. E entender esse contraste muda completamente a forma como lidamos com o próprio sofrimento.
Quando falamos em ruminação mental, geralmente estamos descrevendo aquele processo de pensamento circular, lógico na aparência, mas sem fim real. A mente tenta montar um quebra-cabeça que nunca se completa. A pessoa revisita diálogos, possíveis causas, consequências, justificativas. É como se o cérebro ficasse preso no modo “resolução de problemas”, mesmo quando não há um problema concreto a ser resolvido. Você sente que sua mente entra nesse movimento de tentar “entender” algo que já foi e, mesmo assim, nada parece se resolver?
A ruminação emocional é diferente. Ela não acontece principalmente em palavras, mas em sensações. A emoção se recicla por dentro, como uma onda que volta antes de ter ido embora. O corpo participa mais: aperto, angústia, peso, raiva, vazio. É como se o sistema emocional continuasse revivendo a experiência, mesmo quando, cognitivamente, já está claro que “não faz sentido continuar pensando nisso”. Em algum momento você já percebeu que sua emoção permaneceu acesa mesmo quando sua cabeça dizia que já era para ter passado?
Enquanto a ruminação mental tenta “explicar”, a ruminação emocional tenta “processar”, mas sem conseguir completar o caminho. E é justamente essa falta de fechamento que prolonga o sofrimento. Uma boa pergunta terapêutica é: o que dentro de você ainda sente que precisa ser reconhecido para essa experiência finalmente se acalmar? E quando esse ciclo começa, ele nasce primeiro no pensamento ou no corpo?
Essas distinções costumam ser transformadoras quando trabalhadas em terapia, porque permitem entender melhor como cada pessoa lida com suas experiências internas. Se você sentir que esse é um tema que precisa de espaço e profundidade, posso te acompanhar nessa jornada. Caso precise, estou à disposição.
Quando falamos em ruminação mental, geralmente estamos descrevendo aquele processo de pensamento circular, lógico na aparência, mas sem fim real. A mente tenta montar um quebra-cabeça que nunca se completa. A pessoa revisita diálogos, possíveis causas, consequências, justificativas. É como se o cérebro ficasse preso no modo “resolução de problemas”, mesmo quando não há um problema concreto a ser resolvido. Você sente que sua mente entra nesse movimento de tentar “entender” algo que já foi e, mesmo assim, nada parece se resolver?
A ruminação emocional é diferente. Ela não acontece principalmente em palavras, mas em sensações. A emoção se recicla por dentro, como uma onda que volta antes de ter ido embora. O corpo participa mais: aperto, angústia, peso, raiva, vazio. É como se o sistema emocional continuasse revivendo a experiência, mesmo quando, cognitivamente, já está claro que “não faz sentido continuar pensando nisso”. Em algum momento você já percebeu que sua emoção permaneceu acesa mesmo quando sua cabeça dizia que já era para ter passado?
Enquanto a ruminação mental tenta “explicar”, a ruminação emocional tenta “processar”, mas sem conseguir completar o caminho. E é justamente essa falta de fechamento que prolonga o sofrimento. Uma boa pergunta terapêutica é: o que dentro de você ainda sente que precisa ser reconhecido para essa experiência finalmente se acalmar? E quando esse ciclo começa, ele nasce primeiro no pensamento ou no corpo?
Essas distinções costumam ser transformadoras quando trabalhadas em terapia, porque permitem entender melhor como cada pessoa lida com suas experiências internas. Se você sentir que esse é um tema que precisa de espaço e profundidade, posso te acompanhar nessa jornada. Caso precise, estou à disposição.
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