Quais são as fases do Desenvolvimento Infantil ? .
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Quais são as fases do Desenvolvimento Infantil ? .
Olá, como vai? Espero que bem! Vamos lá:
O desenvolvimento infantil acontece em etapas, e cada uma tem seus desafios e descobertas únicas. De forma simples, podemos dividir em:
Fase sensório-motora (0 a 2 anos):
O bebê explora o mundo com o corpo e os sentidos. Aprende a segurar, engatinhar, andar, e começa a entender que as pessoas e objetos existem mesmo quando ele não os vê.
Fase pré-operatória (2 a 7 anos):
A criança começa a falar mais, imaginar, brincar de faz-de-conta. Ainda pensa de forma muito centrada nela mesma e tem dificuldade de entender o ponto de vista dos outros.
Fase operatória concreta (7 a 11 anos):
O pensamento fica mais lógico. A criança entende melhor regras, causa e efeito, e começa a se adaptar aos limites e responsabilidades do mundo ao seu redor.
Fase operatória formal (a partir dos 12 anos):
Já consegue pensar de forma mais abstrata, refletir sobre si, sobre o futuro, valores, ideias. Começa a formar sua identidade e questionar o mundo.
Cada fase tem seu tempo — e não é uma corrida. O mais importante é oferecer um ambiente de afeto, segurança e estímulo, para que a criança se desenvolva de forma saudável no seu ritmo.
Espero ter ajudado! Abraços!!!
O desenvolvimento infantil acontece em etapas, e cada uma tem seus desafios e descobertas únicas. De forma simples, podemos dividir em:
Fase sensório-motora (0 a 2 anos):
O bebê explora o mundo com o corpo e os sentidos. Aprende a segurar, engatinhar, andar, e começa a entender que as pessoas e objetos existem mesmo quando ele não os vê.
Fase pré-operatória (2 a 7 anos):
A criança começa a falar mais, imaginar, brincar de faz-de-conta. Ainda pensa de forma muito centrada nela mesma e tem dificuldade de entender o ponto de vista dos outros.
Fase operatória concreta (7 a 11 anos):
O pensamento fica mais lógico. A criança entende melhor regras, causa e efeito, e começa a se adaptar aos limites e responsabilidades do mundo ao seu redor.
Fase operatória formal (a partir dos 12 anos):
Já consegue pensar de forma mais abstrata, refletir sobre si, sobre o futuro, valores, ideias. Começa a formar sua identidade e questionar o mundo.
Cada fase tem seu tempo — e não é uma corrida. O mais importante é oferecer um ambiente de afeto, segurança e estímulo, para que a criança se desenvolva de forma saudável no seu ritmo.
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Boa tarde! O desenvolvimento infantil acontece como o desabrochar de uma árvore, etapa por etapa, no tempo de cada criança, com raízes que se aprofundam e galhos que se estendem em direção ao mundo. Costumamos dividir esse processo em fases que ajudam a compreender melhor os movimentos da infância: Primeira infância (0 a 2 anos): É o tempo do corpo e do vínculo. A criança explora o mundo com os sentidos, forma laços afetivos e começa a perceber que é um ser separado do outro. É como quando a semente rompe a terra pela primeira vez, buscando luz. Segunda infância (2 a 6 anos): Surge a linguagem, a imaginação ganha força e o “não” aparece como forma de construção do “eu”. A criança experimenta o mundo simbólico, faz perguntas e testa limites. É uma fase de crescimento intenso; folhas se abrindo ao vento da descoberta. Terceira infância (7 a 12 anos): Aqui, a criança já começa a compreender regras, cooperação, responsabilidades. O grupo se torna importante, assim como a percepção do certo e errado. É um tempo de estruturação mais sólida, como o caule que sustenta e organiza a planta.
Cada fase traz suas necessidades, dores e conquistas. E, mesmo ao crescer, as raízes da infância continuam vivas dentro de nós, pedindo cuidado, presença e escuta.
As experiências infantis nos marcarão profundamente e nos munirão das habilidades necessárias para sermos adultos funcionais para nos mesmos e para a sociedade, se tivermos um ambiente seguro e acolhedor. O contrario também acontece - infelizmente é o que tem acontecido mais - ambiente inseguro, com acontecimentos traumáticos gera adulto infeliz, disfuncional, com poucas ou nenhuma habiidade para gerencia a própria vida e é daí que sai a maioria das queixas que vemos hoje. Se você tem uma pequena semente em casa, cuide dela com todo o amor, para que surja uma bela árvore. Forte abraço!
Cada fase traz suas necessidades, dores e conquistas. E, mesmo ao crescer, as raízes da infância continuam vivas dentro de nós, pedindo cuidado, presença e escuta.
As experiências infantis nos marcarão profundamente e nos munirão das habilidades necessárias para sermos adultos funcionais para nos mesmos e para a sociedade, se tivermos um ambiente seguro e acolhedor. O contrario também acontece - infelizmente é o que tem acontecido mais - ambiente inseguro, com acontecimentos traumáticos gera adulto infeliz, disfuncional, com poucas ou nenhuma habiidade para gerencia a própria vida e é daí que sai a maioria das queixas que vemos hoje. Se você tem uma pequena semente em casa, cuide dela com todo o amor, para que surja uma bela árvore. Forte abraço!
O desenvolvimento infantil ocorre em fases: bebê, primeira infância, segunda infância e adolescência, com progressos físicos, cognitivos e emocionais em cada etapa.
Ola boa noite, As fases do desenvolvimento infantil, segundo Jean Piaget, são: sensório-motor (nascimento até 2 anos), pré-operatório (2 a 7 anos), operatório concreto (7 a 11 anos) e operatório formal (a partir dos 11 anos). Cada fase é caracterizada por mudanças significativas no desenvolvimento cognitivo, motor, social e emocional da criança.
1. Fase neonatal (0 a 28 dias): é o período de adaptação do bebê ao mundo fora do útero. Os reflexos são predominantes e os cuidados básicos são fundamentais para garantir segurança e vínculo afetivo.
2. Primeira infância (0 a 2 anos): nessa fase ocorre o desenvolvimento motor mais intenso (rolar, sentar, andar), a aquisição da linguagem inicial e o fortalecimento do vínculo com os cuidadores. O cérebro se desenvolve rapidamente, e a estimulação afetuosa é essencial.
3. Segunda infância (2 a 6 anos): marcada por avanços na linguagem, imaginação e habilidades sociais. A criança começa a formar uma noção mais clara de si e do outro. É um período de intensa curiosidade e aprendizagem através do brincar.
4. Terceira infância (6 a 12 anos): surgem capacidades cognitivas mais elaboradas, como o pensamento lógico e a noção de tempo. A criança amplia suas relações sociais, desenvolve maior independência e enfrenta desafios escolares.
5. Adolescência (a partir dos 12 anos): embora muitas vezes considerada separadamente, essa fase finaliza o desenvolvimento infantil com mudanças hormonais, formação da identidade, maior senso crítico e busca por autonomia.
2. Primeira infância (0 a 2 anos): nessa fase ocorre o desenvolvimento motor mais intenso (rolar, sentar, andar), a aquisição da linguagem inicial e o fortalecimento do vínculo com os cuidadores. O cérebro se desenvolve rapidamente, e a estimulação afetuosa é essencial.
3. Segunda infância (2 a 6 anos): marcada por avanços na linguagem, imaginação e habilidades sociais. A criança começa a formar uma noção mais clara de si e do outro. É um período de intensa curiosidade e aprendizagem através do brincar.
4. Terceira infância (6 a 12 anos): surgem capacidades cognitivas mais elaboradas, como o pensamento lógico e a noção de tempo. A criança amplia suas relações sociais, desenvolve maior independência e enfrenta desafios escolares.
5. Adolescência (a partir dos 12 anos): embora muitas vezes considerada separadamente, essa fase finaliza o desenvolvimento infantil com mudanças hormonais, formação da identidade, maior senso crítico e busca por autonomia.
Como sou da abordagem TCC de Aaron Beck, ele não define fases distintas. Ele enfatiza os esquemas cognitivos e dos pensamentos automáticos na infância e a influência desses processos mentais que se manifestam ao longo da sua vida. Estágios da criança que passam desde do nascimento até a adolescência, com mudanças físicas, cognitivas, emocionais e sociais.
Olá.
Uma pergunta muito interessante, o Desenvolvimento Infantil se inicia no nascimento e segue por toda a infância, fases de desenvolvimento, físico, emocional, intelectual, e as descobertas que ela vai ter ao longo de sua vida.
Percebo na pergunta fatores que estão associados ao medo, insegurança, falta de informação de quem fez a pergunta!
Como psicólogo, estou à disposição para te auxiliar nesse processo. Caso sinta necessidade de explorar essas questões de forma mais aprofundada, uma sessão de psicoterapia pode ser um espaço adequado para acolher essas preocupações, promover autoconhecimento e desenvolver estratégias mais seguras e funcionais de enfrentamento.
Conte comigo!
Uma pergunta muito interessante, o Desenvolvimento Infantil se inicia no nascimento e segue por toda a infância, fases de desenvolvimento, físico, emocional, intelectual, e as descobertas que ela vai ter ao longo de sua vida.
Percebo na pergunta fatores que estão associados ao medo, insegurança, falta de informação de quem fez a pergunta!
Como psicólogo, estou à disposição para te auxiliar nesse processo. Caso sinta necessidade de explorar essas questões de forma mais aprofundada, uma sessão de psicoterapia pode ser um espaço adequado para acolher essas preocupações, promover autoconhecimento e desenvolver estratégias mais seguras e funcionais de enfrentamento.
Conte comigo!
O desenvolvimento infantil ocorre em fases contínuas. Na primeira infância, do nascimento até os 2 anos, a criança desenvolve habilidades motoras básicas, forma vínculos afetivos e começa a explorar o ambiente. Entre 2 e 6 anos, avança na linguagem, imaginação e nas interações sociais. Dos 6 aos 12 anos, ocorre o fortalecimento do pensamento lógico, das habilidades acadêmicas e da compreensão de regras sociais. A partir dos 12 anos, na adolescência, a criança passa a desenvolver a identidade, autonomia e a capacidade de pensar de forma mais abstrata.
Olá!
O desenvolvimento infantil é um processo contínuo e complexo que ocorre desde o nascimento até o final da adolescência. Ele envolve mudanças graduais nas áreas motora, cognitiva, emocional, social e linguística. As fases do desenvolvimento infantil são geralmente organizadas por faixas etárias, cada uma com suas características e marcos importantes. A seguir, apresento um panorama geral:
1. Fase neonatal (0 a 28 dias)
Reflexos primitivos (sucção, preensão, marcha reflexa).
Responde a estímulos sonoros e visuais simples.
Início do vínculo afetivo com os cuidadores.
2. Primeira infância – Lactente (1 mês a 2 anos)
0 a 1 ano:
Controle motor progressivo (erguer a cabeça, sentar, engatinhar, andar).
Desenvolvimento da percepção sensorial.
Primeiros sons, balbucios e palavras simples.
Apego e reconhecimento de figuras familiares.
1 a 2 anos:
Aumento da autonomia (andar, explorar objetos).
Fala mais estruturada (frases curtas, nomear objetos).
Início da noção de si (reconhecimento no espelho).
3. Primeira infância – Pré-escolar (2 a 6 anos)
Desenvolvimento da linguagem e do pensamento simbólico (imaginação, brincadeiras de faz-de-conta).
Aprendizado de regras sociais e emocionais básicas.
Melhora da coordenação motora fina (usar talheres, desenhar, vestir-se).
Desenvolvimento moral inicial (noções de certo e errado).
4. Segunda infância (6 a 12 anos)
Pensamento mais lógico e estruturado (concreto).
Expansão do vocabulário e da capacidade de comunicação.
Socialização intensa (amizades, brincadeiras em grupo).
Consolidação da autoestima e da identidade em construção.
Início da alfabetização e desenvolvimento acadêmico.
5. Adolescência (12 a 18 anos)
Transformações físicas e hormonais (puberdade).
Pensamento abstrato, crítico e reflexivo.
Construção da identidade pessoal e social.
Intensificação das emoções e busca por autonomia.
Desafios com imagem corporal, valores, e pertencimento.
Cada fase traz oportunidades e desafios únicos para o desenvolvimento saudável da criança. Em casos de deficiência intelectual, os marcos podem surgir de forma mais lenta ou parcial, sendo essencial o acompanhamento profissional e o estímulo adequado em todas as etapas.
Estou à disposição para orientar famílias e profissionais nesse processo com acolhimento e compromisso.
Com atenção e respeito,
Psicólogo Jaime Muniz
CRP 05/78151
O desenvolvimento infantil é um processo contínuo e complexo que ocorre desde o nascimento até o final da adolescência. Ele envolve mudanças graduais nas áreas motora, cognitiva, emocional, social e linguística. As fases do desenvolvimento infantil são geralmente organizadas por faixas etárias, cada uma com suas características e marcos importantes. A seguir, apresento um panorama geral:
1. Fase neonatal (0 a 28 dias)
Reflexos primitivos (sucção, preensão, marcha reflexa).
Responde a estímulos sonoros e visuais simples.
Início do vínculo afetivo com os cuidadores.
2. Primeira infância – Lactente (1 mês a 2 anos)
0 a 1 ano:
Controle motor progressivo (erguer a cabeça, sentar, engatinhar, andar).
Desenvolvimento da percepção sensorial.
Primeiros sons, balbucios e palavras simples.
Apego e reconhecimento de figuras familiares.
1 a 2 anos:
Aumento da autonomia (andar, explorar objetos).
Fala mais estruturada (frases curtas, nomear objetos).
Início da noção de si (reconhecimento no espelho).
3. Primeira infância – Pré-escolar (2 a 6 anos)
Desenvolvimento da linguagem e do pensamento simbólico (imaginação, brincadeiras de faz-de-conta).
Aprendizado de regras sociais e emocionais básicas.
Melhora da coordenação motora fina (usar talheres, desenhar, vestir-se).
Desenvolvimento moral inicial (noções de certo e errado).
4. Segunda infância (6 a 12 anos)
Pensamento mais lógico e estruturado (concreto).
Expansão do vocabulário e da capacidade de comunicação.
Socialização intensa (amizades, brincadeiras em grupo).
Consolidação da autoestima e da identidade em construção.
Início da alfabetização e desenvolvimento acadêmico.
5. Adolescência (12 a 18 anos)
Transformações físicas e hormonais (puberdade).
Pensamento abstrato, crítico e reflexivo.
Construção da identidade pessoal e social.
Intensificação das emoções e busca por autonomia.
Desafios com imagem corporal, valores, e pertencimento.
Cada fase traz oportunidades e desafios únicos para o desenvolvimento saudável da criança. Em casos de deficiência intelectual, os marcos podem surgir de forma mais lenta ou parcial, sendo essencial o acompanhamento profissional e o estímulo adequado em todas as etapas.
Estou à disposição para orientar famílias e profissionais nesse processo com acolhimento e compromisso.
Com atenção e respeito,
Psicólogo Jaime Muniz
CRP 05/78151
O desenvolvimento infantil é geralmente dividido em quatro fases principais, que ajudam a entender como a criança cresce e aprende ao longo do tempo:
Fase neonatal (0 a 28 dias): o bebê começa a se adaptar ao mundo fora do útero, com destaque para reflexos básicos, como sugar e agarrar.
Primeira infância (0 a 2 anos): grande desenvolvimento motor (rolar, engatinhar, andar), da linguagem e dos vínculos afetivos.
Segunda infância (2 a 6 anos): fase de intensa aprendizagem, curiosidade, desenvolvimento da linguagem, imaginação e início do pensamento simbólico.
Terceira infância (6 a 12 anos): avanços na atenção, memória, raciocínio lógico e nas relações sociais; a criança começa a lidar melhor com regras, deveres e convivência em grupo.
Essas fases podem variar um pouco de criança para criança, mas servem como guia para acompanhar o crescimento e apoiar o desenvolvimento saudável.
Fase neonatal (0 a 28 dias): o bebê começa a se adaptar ao mundo fora do útero, com destaque para reflexos básicos, como sugar e agarrar.
Primeira infância (0 a 2 anos): grande desenvolvimento motor (rolar, engatinhar, andar), da linguagem e dos vínculos afetivos.
Segunda infância (2 a 6 anos): fase de intensa aprendizagem, curiosidade, desenvolvimento da linguagem, imaginação e início do pensamento simbólico.
Terceira infância (6 a 12 anos): avanços na atenção, memória, raciocínio lógico e nas relações sociais; a criança começa a lidar melhor com regras, deveres e convivência em grupo.
Essas fases podem variar um pouco de criança para criança, mas servem como guia para acompanhar o crescimento e apoiar o desenvolvimento saudável.
Olá, como vai? Segundo a teoria de Freud, o desenvolvimento infantil é compreendido a partir de uma sequência de fases psicossexuais, cada uma marcada pela predominância da libido em diferentes zonas erógenas e pela forma como a criança lida com as demandas do corpo, do desejo e da relação com o outro. Essas fases não são apenas biológicas, mas profundamente simbólicas e estruturantes da subjetividade.
A primeira é a fase oral (do nascimento até aproximadamente 1 ano e meio), em que a zona de prazer está concentrada na boca — o bebê conhece o mundo pela sucção e pela relação com o seio materno. É uma fase de intensa dependência e constituição inicial do vínculo com o outro.
Em seguida, temos a fase anal (em torno de 1 ano e meio a 3 anos), marcada pelo controle dos esfíncteres e pela descoberta do poder de reter ou liberar. Aqui, a criança começa a experimentar autonomia, desejo de controle e enfrentamento com as exigências do ambiente, o que Freud associava a uma organização psíquica ligada à ambivalência entre obediência e oposição.
A terceira é a fase fálica (de 3 a 5/6 anos), quando a atenção da criança se volta para as diferenças anatômicas entre os sexos e para as questões da identidade. É nesse período que emerge o complexo de Édipo, estrutura central para Freud, em que a criança organiza seu desejo em relação aos pais e começa a formar as bases do supereu.
Depois vem o período de latência (de 6 anos até a puberdade), caracterizado por uma relativa estabilidade pulsional, com deslocamento da energia libidinal para atividades sociais, escolares e culturais. É um momento importante de ampliação das relações, internalização de regras e construção da moralidade.
Por fim, chega a fase genital (a partir da puberdade), quando a sexualidade se reorganiza com base na genitalidade adulta e o sujeito é convocado a elaborar as marcas das fases anteriores para construir sua identidade e sua posição no desejo.
Para Freud, o desenvolvimento infantil é um processo de atravessamentos, repressões e formações simbólicas que não seguem uma linha reta. Qualquer fixação ou dificuldade em uma dessas fases pode se refletir na vida adulta, e por isso ele considerava a infância como um campo decisivo na constituição do sujeito. Fico à disposição.
A primeira é a fase oral (do nascimento até aproximadamente 1 ano e meio), em que a zona de prazer está concentrada na boca — o bebê conhece o mundo pela sucção e pela relação com o seio materno. É uma fase de intensa dependência e constituição inicial do vínculo com o outro.
Em seguida, temos a fase anal (em torno de 1 ano e meio a 3 anos), marcada pelo controle dos esfíncteres e pela descoberta do poder de reter ou liberar. Aqui, a criança começa a experimentar autonomia, desejo de controle e enfrentamento com as exigências do ambiente, o que Freud associava a uma organização psíquica ligada à ambivalência entre obediência e oposição.
A terceira é a fase fálica (de 3 a 5/6 anos), quando a atenção da criança se volta para as diferenças anatômicas entre os sexos e para as questões da identidade. É nesse período que emerge o complexo de Édipo, estrutura central para Freud, em que a criança organiza seu desejo em relação aos pais e começa a formar as bases do supereu.
Depois vem o período de latência (de 6 anos até a puberdade), caracterizado por uma relativa estabilidade pulsional, com deslocamento da energia libidinal para atividades sociais, escolares e culturais. É um momento importante de ampliação das relações, internalização de regras e construção da moralidade.
Por fim, chega a fase genital (a partir da puberdade), quando a sexualidade se reorganiza com base na genitalidade adulta e o sujeito é convocado a elaborar as marcas das fases anteriores para construir sua identidade e sua posição no desejo.
Para Freud, o desenvolvimento infantil é um processo de atravessamentos, repressões e formações simbólicas que não seguem uma linha reta. Qualquer fixação ou dificuldade em uma dessas fases pode se refletir na vida adulta, e por isso ele considerava a infância como um campo decisivo na constituição do sujeito. Fico à disposição.
O desenvolvimento infantil acontece em etapas, e cada uma delas traz conquistas importantes para a criança crescer bem, tanto no corpo quanto na mente e nas emoções.
Nos primeiros dois anos, chamados de primeira infância, o bebê aprende a controlar o corpo, como segurar a cabeça, engatinhar e andar. Também começa a falar os primeiros sons e cria um vínculo forte com quem cuida dele.
Entre 2 e 6 anos, a criança aprende a falar melhor, fica mais independente para fazer coisas sozinha e começa a brincar de faz de conta, usando a imaginação. Ela também aprende a se relacionar com outras crianças e a entender as emoções.
Dos 6 aos 12 anos, a criança vai para a escola e aprende a ler, escrever e fazer contas. O pensamento dela fica mais lógico, e ela entende melhor as regras e como conviver com os colegas. Também começa a formar sua autoestima e a saber quem ela é.
Na adolescência, entre 12 e 18 anos, o corpo muda muito com a puberdade, e o pensamento fica mais complexo, capaz de pensar sobre ideias abstratas. O jovem busca sua própria identidade e quer ter mais autonomia, além de fortalecer suas amizades e relacionamentos.
Cada etapa é importante para o desenvolvimento saudável da criança, e, como psicóloga, sempre recomendo acompanhar esses momentos para ajudar se surgir alguma dificuldade.
Nos primeiros dois anos, chamados de primeira infância, o bebê aprende a controlar o corpo, como segurar a cabeça, engatinhar e andar. Também começa a falar os primeiros sons e cria um vínculo forte com quem cuida dele.
Entre 2 e 6 anos, a criança aprende a falar melhor, fica mais independente para fazer coisas sozinha e começa a brincar de faz de conta, usando a imaginação. Ela também aprende a se relacionar com outras crianças e a entender as emoções.
Dos 6 aos 12 anos, a criança vai para a escola e aprende a ler, escrever e fazer contas. O pensamento dela fica mais lógico, e ela entende melhor as regras e como conviver com os colegas. Também começa a formar sua autoestima e a saber quem ela é.
Na adolescência, entre 12 e 18 anos, o corpo muda muito com a puberdade, e o pensamento fica mais complexo, capaz de pensar sobre ideias abstratas. O jovem busca sua própria identidade e quer ter mais autonomia, além de fortalecer suas amizades e relacionamentos.
Cada etapa é importante para o desenvolvimento saudável da criança, e, como psicóloga, sempre recomendo acompanhar esses momentos para ajudar se surgir alguma dificuldade.
Em psicanálise existem as fases, oral, anal, fálica, latência, genital.
Olá!
O desenvolvimento infantil é um processo contínuo e complexo, que acontece em diferentes fases, cada uma com suas características e marcos importantes. De forma geral, podemos dividi-lo assim:
Fase neonatal (0 a 28 dias): adaptação à vida fora do útero, com foco em reflexos básicos, sono e alimentação.
Primeira infância (0 a 2 anos): desenvolvimento motor (como sentar, engatinhar e andar), início da linguagem e formação do vínculo com os cuidadores.
Segunda infância (2 a 6 anos): avanços na linguagem, maior autonomia, desenvolvimento da imaginação, socialização e início da noção de regras.
Infância intermediária (6 a 12 anos): fortalecimento da cognição, do pensamento lógico e das habilidades sociais; fase importante para a aprendizagem escolar.
Adolescência (a partir dos 12 anos): transição para a vida adulta, com intensas mudanças físicas, emocionais e sociais.
Cada criança tem seu próprio ritmo, e nem sempre os marcos acontecem da mesma forma ou no mesmo tempo. O acompanhamento adequado pode ajudar a identificar dificuldades precocemente e oferecer o suporte necessário.
Se tiver outras dúvidas, fico à disposição!
O desenvolvimento infantil é um processo contínuo e complexo, que acontece em diferentes fases, cada uma com suas características e marcos importantes. De forma geral, podemos dividi-lo assim:
Fase neonatal (0 a 28 dias): adaptação à vida fora do útero, com foco em reflexos básicos, sono e alimentação.
Primeira infância (0 a 2 anos): desenvolvimento motor (como sentar, engatinhar e andar), início da linguagem e formação do vínculo com os cuidadores.
Segunda infância (2 a 6 anos): avanços na linguagem, maior autonomia, desenvolvimento da imaginação, socialização e início da noção de regras.
Infância intermediária (6 a 12 anos): fortalecimento da cognição, do pensamento lógico e das habilidades sociais; fase importante para a aprendizagem escolar.
Adolescência (a partir dos 12 anos): transição para a vida adulta, com intensas mudanças físicas, emocionais e sociais.
Cada criança tem seu próprio ritmo, e nem sempre os marcos acontecem da mesma forma ou no mesmo tempo. O acompanhamento adequado pode ajudar a identificar dificuldades precocemente e oferecer o suporte necessário.
Se tiver outras dúvidas, fico à disposição!
O desenvolvimento infantil é feito de várias fases que vão além do crescimento físico. Na psicanálise, essas etapas são compreendidas a partir da forma como a criança experimenta o mundo, o corpo e as relações. Freud descreveu fases como: oral (quando o bebê conhece o mundo pela boca), anal (ligada ao controle, como o do corpo e das emoções), fálica (em que surgem as primeiras curiosidades sobre o corpo), latência (mais voltada para o aprendizado e as relações sociais), e genital (na adolescência, quando o desejo sexual se estrutura de forma mais madura).
Cada fase tem seus próprios desafios e aprendizados, que influenciam nossa forma de sentir, pensar e se relacionar. Observar essas etapas com cuidado pode ajudar os pais a entender melhor certos comportamentos e também nos ajuda a olhar com mais carinho para a nossa própria história emocional.
Cada fase tem seus próprios desafios e aprendizados, que influenciam nossa forma de sentir, pensar e se relacionar. Observar essas etapas com cuidado pode ajudar os pais a entender melhor certos comportamentos e também nos ajuda a olhar com mais carinho para a nossa própria história emocional.
As fases do desenvolvimento infantil, segundo a teoria de Piaget, são: sensório-motor (0-2 anos), pré-operacional (2-7 anos), operatório concreto (7-11 anos) e operatório formal (a partir dos 12 anos). Essas fases descrevem como as crianças desenvolvem suas habilidades cognitivas, incluindo percepção, pensamento, linguagem e resolução de problemas.
As fases do desenvolvimento infantil são etapas pelas quais a criança passa enquanto cresce, e cada uma tem características específicas no modo de pensar, sentir, se movimentar e se relacionar com o mundo. Elas costumam ser divididas assim:
-De 0 a 2 anos (fase sensório-motora) O bebê aprende pelo corpo e pelos sentidos. Começa a engatinhar, andar, balbuciar, reconhecer pessoas e desenvolver vínculo com quem cuida dele.
-De 2 a 7 anos (fase pré-operatória) A linguagem se desenvolve bastante. A criança começa a brincar de faz de conta, é bem curiosa, mas ainda pensa muito com base na própria visão do mundo (egocentrismo).
-De 7 a 11 anos (fase operatória concreta) O raciocínio lógico começa a aparecer, mas ainda precisa de coisas concretas para entender. Começa a compreender regras, noções de tempo, quantidade e convivência social. A partir dos 11 ou 12 anos (fase operatória formal). Agora o pensamento fica mais abstrato. A criança/adolescente começa a refletir sobre o futuro, questionar regras e construir sua identidade.
-De 0 a 2 anos (fase sensório-motora) O bebê aprende pelo corpo e pelos sentidos. Começa a engatinhar, andar, balbuciar, reconhecer pessoas e desenvolver vínculo com quem cuida dele.
-De 2 a 7 anos (fase pré-operatória) A linguagem se desenvolve bastante. A criança começa a brincar de faz de conta, é bem curiosa, mas ainda pensa muito com base na própria visão do mundo (egocentrismo).
-De 7 a 11 anos (fase operatória concreta) O raciocínio lógico começa a aparecer, mas ainda precisa de coisas concretas para entender. Começa a compreender regras, noções de tempo, quantidade e convivência social. A partir dos 11 ou 12 anos (fase operatória formal). Agora o pensamento fica mais abstrato. A criança/adolescente começa a refletir sobre o futuro, questionar regras e construir sua identidade.
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