. Quais são os mecanismos de defesa usados por quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
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. Quais são os mecanismos de defesa usados por quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), o que tradicionalmente se chama de “mecanismos de defesa” pode ser compreendido, na Terapia Cognitivo-Comportamental e em abordagens integrativas como a DBT e a Terapia dos Esquemas, como estratégias de enfrentamento desadaptativas diante de emoções muito intensas e difíceis de regular.
Essas estratégias não são escolhas conscientes, mas respostas aprendidas ao longo da vida para lidar com medo de abandono, rejeição, vergonha e instabilidade emocional. Entre as mais comuns, destacam-se:
• Pensamento dicotômico (tudo ou nada): tendência a interpretar pessoas e situações de forma extrema, o que leva a mudanças rápidas de percepção nos relacionamentos.
• Hipervigilância ao abandono: leitura constante de sinais de rejeição, com interpretações catastróficas de comportamentos neutros do outro.
• Evitação emocional e comportamental: uso de impulsividade, abuso de substâncias, automutilação ou comportamentos de risco como tentativa de aliviar emoções intensas.
• Projeções cognitivas: atribuição ao outro de intenções negativas que, na verdade, refletem medos internos não elaborados.
• Dissociação e desligamento emocional: sensação de estar “desconectado” de si mesmo em momentos de alto estresse emocional.
• Busca intensa por validação externa: tentativa de regular emoções a partir da resposta do outro, o que aumenta a instabilidade relacional.
Na TCC e, especialmente, na DBT e na Terapia dos Esquemas, o foco do tratamento não é eliminar emoções, mas desenvolver habilidades de regulação emocional, tolerância ao sofrimento, reestruturação de padrões de pensamento e formas mais saudáveis de se relacionar. Com acompanhamento adequado, é possível construir maior estabilidade emocional e relacionamentos mais seguros.
Essas estratégias não são escolhas conscientes, mas respostas aprendidas ao longo da vida para lidar com medo de abandono, rejeição, vergonha e instabilidade emocional. Entre as mais comuns, destacam-se:
• Pensamento dicotômico (tudo ou nada): tendência a interpretar pessoas e situações de forma extrema, o que leva a mudanças rápidas de percepção nos relacionamentos.
• Hipervigilância ao abandono: leitura constante de sinais de rejeição, com interpretações catastróficas de comportamentos neutros do outro.
• Evitação emocional e comportamental: uso de impulsividade, abuso de substâncias, automutilação ou comportamentos de risco como tentativa de aliviar emoções intensas.
• Projeções cognitivas: atribuição ao outro de intenções negativas que, na verdade, refletem medos internos não elaborados.
• Dissociação e desligamento emocional: sensação de estar “desconectado” de si mesmo em momentos de alto estresse emocional.
• Busca intensa por validação externa: tentativa de regular emoções a partir da resposta do outro, o que aumenta a instabilidade relacional.
Na TCC e, especialmente, na DBT e na Terapia dos Esquemas, o foco do tratamento não é eliminar emoções, mas desenvolver habilidades de regulação emocional, tolerância ao sofrimento, reestruturação de padrões de pensamento e formas mais saudáveis de se relacionar. Com acompanhamento adequado, é possível construir maior estabilidade emocional e relacionamentos mais seguros.
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