Quais são os rituais e padrões no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
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Quais são os rituais e padrões no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O Espectro Autista é extremamente amplo e diverso. Alguns exemplos de rituais e padrões pode ser, restrição alimentar ( comer o mesmo alimento, da mesma forma), realizar o mesmo caminho para determinado lugar, assistir os mesmo programas ou escutar as mesmas músicas.
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Olá, tudo bem? Essa é uma pergunta importante — e entender os rituais e padrões no autismo é essencial para olhar o TEA com mais empatia e menos julgamento.
Quando falamos em rituais ou padrões, estamos nos referindo a comportamentos, rotinas e formas de pensar que trazem previsibilidade e sensação de controle para quem está no espectro. Isso pode se manifestar em pequenas coisas, como seguir sempre o mesmo caminho para a escola, querer que os objetos fiquem em determinada ordem, assistir repetidamente ao mesmo vídeo ou precisar que as refeições aconteçam de um jeito específico. Às vezes, esses rituais se estendem também ao campo mental — pensamentos ou falas que se repetem, como um modo de organizar o mundo interno.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro autista tende a processar mudanças e estímulos de forma mais intensa, o que pode gerar desconforto quando algo foge do esperado. Os rituais e padrões, então, funcionam como uma forma de “regulação emocional” — uma tentativa do sistema nervoso de prever o que vai acontecer e, assim, reduzir a ansiedade. É como se o cérebro dissesse: “se tudo seguir igual, eu consigo me sentir seguro.”
Você já reparou se esses padrões aparecem mais em situações de estresse, cansaço ou quando há mudanças inesperadas? Ou se a quebra de uma rotina gera angústia? Observar o contexto em que isso ocorre ajuda a entender a função desses comportamentos.
Compreender os rituais não significa eliminá-los, mas acolher o que eles comunicam sobre a forma singular daquela pessoa sentir o mundo. Em muitos casos, é possível ajudar a ampliar a flexibilidade aos poucos, sempre respeitando o tempo e os limites de cada um. Caso precise, estou à disposição.
Quando falamos em rituais ou padrões, estamos nos referindo a comportamentos, rotinas e formas de pensar que trazem previsibilidade e sensação de controle para quem está no espectro. Isso pode se manifestar em pequenas coisas, como seguir sempre o mesmo caminho para a escola, querer que os objetos fiquem em determinada ordem, assistir repetidamente ao mesmo vídeo ou precisar que as refeições aconteçam de um jeito específico. Às vezes, esses rituais se estendem também ao campo mental — pensamentos ou falas que se repetem, como um modo de organizar o mundo interno.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro autista tende a processar mudanças e estímulos de forma mais intensa, o que pode gerar desconforto quando algo foge do esperado. Os rituais e padrões, então, funcionam como uma forma de “regulação emocional” — uma tentativa do sistema nervoso de prever o que vai acontecer e, assim, reduzir a ansiedade. É como se o cérebro dissesse: “se tudo seguir igual, eu consigo me sentir seguro.”
Você já reparou se esses padrões aparecem mais em situações de estresse, cansaço ou quando há mudanças inesperadas? Ou se a quebra de uma rotina gera angústia? Observar o contexto em que isso ocorre ajuda a entender a função desses comportamentos.
Compreender os rituais não significa eliminá-los, mas acolher o que eles comunicam sobre a forma singular daquela pessoa sentir o mundo. Em muitos casos, é possível ajudar a ampliar a flexibilidade aos poucos, sempre respeitando o tempo e os limites de cada um. Caso precise, estou à disposição.
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