Quais são os tipos e grupos de Altas Habilidades/Superdotação ?
3
respostas
Quais são os tipos e grupos de Altas Habilidades/Superdotação ?
Alguns autores classificam a superdotação em: Acadêmica, Produtivo-Criativa, Psicomotora, Social e Artística.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Oi, tudo bem?
Essa é uma pergunta muito rica — e revela um olhar curioso sobre o funcionamento humano. Quando falamos em Altas Habilidades ou Superdotação, não estamos falando apenas de “inteligência alta”, mas de um conjunto complexo de potencialidades cognitivas, criativas, emocionais e sociais que se expressam de formas diferentes em cada pessoa.
De modo geral, as Altas Habilidades se dividem em alguns grupos, que variam conforme o tipo de talento predominante. Há pessoas com altas habilidades intelectuais, que se destacam pela facilidade em compreender conceitos abstratos, resolver problemas e aprender com rapidez. Outras apresentam habilidades acadêmicas específicas, como domínio excepcional em matemática, linguagens ou ciências. Existem ainda as habilidades criativas e artísticas, ligadas à originalidade, imaginação e expressão estética, e as habilidades psicomotoras, que envolvem coordenação e desempenho em atividades físicas, esportivas ou corporais. Por fim, há também o grupo das habilidades de liderança e sociais, caracterizadas por empatia, influência positiva e capacidade de inspirar outras pessoas.
A neurociência mostra que o cérebro de pessoas superdotadas tende a ter conexões neurais mais rápidas e integradas, o que permite processar informações com maior profundidade e fazer associações complexas. Mas, curiosamente, essa mesma intensidade pode trazer desafios emocionais: perfeccionismo, sensação de inadequação, tédio com tarefas simples e uma hipersensibilidade a estímulos e críticas.
Talvez valha refletir: em quais momentos você sente que o pensamento corre mais rápido que o ambiente ao redor? E o quanto isso tem sido fonte de prazer ou de sobrecarga?
Essas são pistas que ajudam a compreender não apenas o talento, mas também o impacto emocional de viver com uma mente intensa.
Se fizer sentido, podemos conversar mais sobre como equilibrar o potencial e o bem-estar emocional para que um não apague o brilho do outro.
Essa é uma pergunta muito rica — e revela um olhar curioso sobre o funcionamento humano. Quando falamos em Altas Habilidades ou Superdotação, não estamos falando apenas de “inteligência alta”, mas de um conjunto complexo de potencialidades cognitivas, criativas, emocionais e sociais que se expressam de formas diferentes em cada pessoa.
De modo geral, as Altas Habilidades se dividem em alguns grupos, que variam conforme o tipo de talento predominante. Há pessoas com altas habilidades intelectuais, que se destacam pela facilidade em compreender conceitos abstratos, resolver problemas e aprender com rapidez. Outras apresentam habilidades acadêmicas específicas, como domínio excepcional em matemática, linguagens ou ciências. Existem ainda as habilidades criativas e artísticas, ligadas à originalidade, imaginação e expressão estética, e as habilidades psicomotoras, que envolvem coordenação e desempenho em atividades físicas, esportivas ou corporais. Por fim, há também o grupo das habilidades de liderança e sociais, caracterizadas por empatia, influência positiva e capacidade de inspirar outras pessoas.
A neurociência mostra que o cérebro de pessoas superdotadas tende a ter conexões neurais mais rápidas e integradas, o que permite processar informações com maior profundidade e fazer associações complexas. Mas, curiosamente, essa mesma intensidade pode trazer desafios emocionais: perfeccionismo, sensação de inadequação, tédio com tarefas simples e uma hipersensibilidade a estímulos e críticas.
Talvez valha refletir: em quais momentos você sente que o pensamento corre mais rápido que o ambiente ao redor? E o quanto isso tem sido fonte de prazer ou de sobrecarga?
Essas são pistas que ajudam a compreender não apenas o talento, mas também o impacto emocional de viver com uma mente intensa.
Se fizer sentido, podemos conversar mais sobre como equilibrar o potencial e o bem-estar emocional para que um não apague o brilho do outro.
As Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) organizam-se em diferentes tipos e grupos conforme o domínio de expressão e o perfil de funcionamento, podendo manifestar-se nas áreas intelectual, acadêmica, criativa, artística, psicomotora ou de liderança, de forma generalista (em várias áreas) ou específica (em um domínio), com perfis produtivo-criativos, acadêmico-tradicionais ou ainda em dupla excepcionalidade, quando o alto potencial coexistente com outras condições (como TDAH ou TEA) influencia a expressão do talento; além disso, o potencial pode ser evidente ou subidentificado ao longo do desenvolvimento, o que exige uma avaliação ampla e contextualizada para reconhecimento adequado.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Como é realizado o desenvolvimento socioemocional em uma criança autista?
- Quais são os desafios específicos das mulheres autistas na universidade?
- Como posso lidar com o estresse de não entender a comunicação da minha filha?
- O que é comunicação alternativa no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
- Quais são as características do Autismo Mascarado ?
- Qual é a influência do diagnóstico tardio no desenvolvimento em adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
- Quais são os sinais evidentes de autismo em adultos?
- Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) de alto funcionamento é diagnosticado?
- O que faz com que o autismo feminino seja subdiagnosticado?
- O que é o teste neuropsicológico VINELAND III ? Para que serve ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 1072 perguntas sobre Transtorno do Espectro Autista
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.