Qual a melhor abordagem no caso de um paciente com personalidade psicopatica, que frequenta o caps d
Qual a melhor abordagem no caso de um paciente com personalidade psicopatica, que frequenta o caps da minha cidade?
20 respostas
Olá, então, a melhor abordagem, vai variar da resposta do paciente para a abordagem escolhida. Mas baseada na psicologia de evidências, a terapia cognitivo comportamental tem algumas bases para tratar o transtorno antissocial. O mais importante no caso dessa pessoa é a relação terapêutica e procurar um profissional com capacitação para transtorno antissocial, aí pode-se ter sucesso no tratamento.
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Oi! Não existe uma abordagem que seja melhor ou pior do que a outra neste caso. Acho que o mais importante é a empatia recíproca que deve haver entre psicoterapeuta e paciente. Qualquer questão, pode entrar em contato.
Concordo com a Maiara, para analisarmos a melhor abordagem, é preciso levar em consideração a Prática Baseada em Evidências (PBE) em Psicologia, que analisa as melhores evidências disponíveis, levando em conta também a preferência do paciente. A Terapia Cognitivo-Comportamental tem boas evidências para grande parte dos transtornos, entre eles, a psicopatia.
Psicanálise winnicotiana, que é uma das vertentes da psicanálise. Geralmente, os psicanalistas formados pela IPA vieram de estudos aprofundados nessa vertente, nela foi estudado com maior afinco os casos de transtorno antisocial (em outra época, chamado de psicopatia).
Não existe uma abordagem específica, pois nao envolve apenas isso... tem o contato humano com o psicólogo que é de extrema importancia... precisa haver uma troca e confianca entre eles. A abordagem é o que menos influencia... pois todos têm a base da psicologia.
A abordagem ideal nao existe, o mais indicado é passar com uma equipe multidisciplinar, assim como é feito nos CAPS.
Olá, Como os colegas mencionaram, não existe abordagem melhor ou pior. Procure profissionais especializados na área de saúde mental e uma equipe multidisciplinar. Falar com os profissionais e tirar todas as dúvidas é a melhor alternativa sempre!
Não existe uma abordagem melhor, o CAPS é um local adequado para conduzir/articular o cuidado nesse caso.
Olá, o ideal seria passar por um psicólogo para tratamento terapêutico e acompanhamento psiquiátrico. Procurar ajuda especializada e continua será muito importante e abordagem escolhida não é o determinante, e sim fazer o tratamento. Boa sorte.
Olá! Toda abordagem é eficaz e capaz de tratar os transtornos mentais. Dentro da área da Psicologia, vários fatores interferem no sucesso de um processo. Por exemplo, o paciente precisa se identificar com a abordagem, um bom vínculo terapêutico precisa ser estabelecido, o processo deve ser colaborativo, ou seja, paciente e terapeuta precisam se comprometer com o processo. O paciente precisa fazer também o tratamento corretamente e com equipe multidisciplinar (uma combinação de profissionais de diferentes áreas com experiências complementares a fim de garantir uma melhor resposta para o transtorno em questão). Espero ter ajudado! Um abraço!
A melhor abordagem é deixar o paciente ser atendido pela equipe da Unidade, que inclui Psiquiatras e Psicólogos experientes, pois o atendimento em saúde mental exige muita experiência e formação específica. O trabalho nessas unidades de saúde é multidisciplinar, inclui Enfermeiros, Assistentes Sociais, etc. Para cada paciente, é elaborado um plano de atendimento individual, com a participação de toda a equipe, bem como faz-se um acompanhamento, a cargo de um profissional habilitado, que leva o andamento do processo de atendimento para avaliação coletiva, correções, ajustes de medicação, etc. Acho que se trata de um tema complexo demais para alguém de fora emitir opiniões, mesmo que mais ou menos abalizadas.
Olá! O atendimento no CAPS é feito de forma multidisciplinar, inlcuindo psiquiatra, psicólogo, assistente social e possíveis outros profissionais. Eles avaliarão o caso e irão realizar o acompanhamento de forma individualizada, de acordo com as particularidades de cada situação.
O Transtorno de Personalidade Antissocial, que é frequentemente associado a traços psicopáticos, é caracterizado por comportamentos impulsivos, falta de empatia e dificuldade em seguir normas sociais. Avaliação Adequada: O primeiro passo é uma avaliação clínica detalhada para compreender a extensão dos traços psicopáticos e outros fatores que podem estar contribuindo para o comportamento do paciente. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC pode ser uma abordagem eficaz para trabalhar com pacientes com traços psicopáticos. Ela se concentra em identificar e modificar padrões de pensamento disfuncionais, além de abordar comportamentos específicos. No entanto, é importante notar que a motivação do paciente para mudar pode ser um desafio. Treinamento em Habilidades Sociais e Empatia: Desenvolver habilidades sociais e promover a empatia pode ser uma parte crucial do tratamento. Isso pode incluir o ensino de estratégias para reconhecer e responder às emoções dos outros. Abordagem Multidisciplinar: Trabalhar em colaboração com outros profissionais de saúde, como psiquiatras, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, pode ser benéfico para garantir uma abordagem abrangente. Monitoramento e Gestão de Riscos: Devido ao potencial de comportamento impulsivo e falta de remorso associado a traços psicopáticos, a gestão de riscos é fundamental. Isso envolve monitoramento contínuo e intervenções para evitar comportamentos prejudiciais. Envolvimento da Família: Se apropriado, envolver a família ou redes de apoio pode fornecer um contexto mais amplo para o tratamento e criar uma rede de apoio para o paciente. É importante reconhecer que a abordagem deve ser adaptada às necessidades individuais do paciente, com foco em estratégias práticas e realistas para melhorar a qualidade de vida e reduzir comportamentos prejudiciais
Boa tarde! Não existe uma abordagem específica que funcione melhor, tudo depende do paciente, com qual abordagem ele se identificará mais, com qual profissional ele se sentirá mais acolhido para poder confiar e se entregar ao processo. Esse é o melhor olhar para a escolha de um novo psicólogo. Espero ter ajudado.
olá como mencionado por vários profissionais da área da Psicologia, não existe a melhor ou pior abordagem é necessário em primeiro momento ter uma boa escolta qualificada e analisar o que o paciente trás na sua queixa principal. Sugiro que o mesmo passe por uma equipe Multiprofissional que trabalhe com a saúde mental. espero ter sido util na explicação. Sou uma profissional da Saúde Mental e specialista - TEA- Transtono do Espectro Autista.
A resposta pode variar para cada abordagem, mas depende muito da adaptação do paciente com cada uma dela. A psicanálise pode ser um caminho desafiador, porém potencialmente útil, para trabalhar com pacientes que apresentam traços de personalidade psicopática. Sendo necessário o estabelecimento de uma relalação terapêutica forte e procurar um profissional com capacitação para transtorno antissocial.
Não existe abordagem melhor ou pior, o que acontece é que as pessoas se identificam mais ou menos com determinada abordagem, de acordo com suas características e história de vida. No caso de transtornos de personalidade, também é indicado acompanhamento psiquiátrico.
Muito obrigado pela sua pergunta! Sob a luz da Psicologia, o diagnóstico de um transtorno de personalidade antissocial, também conhecido como psicopatia, pode estar relacionado a padrões duradouros de desrespeito pelos direitos dos outros, manipulação, impulsividade e falta de empatia. Embora esse transtorno seja desafiador, uma abordagem terapêutica eficaz geralmente envolve intervenções focadas em modificar comportamentos disfuncionais, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda o paciente a identificar e reestruturar seus padrões de pensamento distorcidos. A hipnose clínica também pode ser usada para acessar emoções reprimidas e trabalhar a modulação emocional. Jamais recorra à automedicação. Estou à disposição para ajudar a compreender mais profundamente as necessidades deste paciente e orientá-lo no melhor caminho terapêutico.
Olá! Não há abordagem específica, todas podem ajudar o paciente. O diferencial na busca é se o profissional tem conhecimento e manejo com esse perfil de paciente. Sigo à disposição!
Ei, - Sua pergunta é excelente, eu sempre respondo aqui que a melhor abordagem é encontrar um/a profissional no qual o/a paciente consiga se sentir bem, se abrir e se sentir acolhido. Independe da base filosófica os objetivos e bem-estar da/o paciente são essenciais para um trabalho de qualidade a curto, médio e longo prazo. - Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder. Abraços
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.











