Quando o hiperfoco se torna "anormal" ou prejudicial?
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Quando o hiperfoco se torna "anormal" ou prejudicial?
Olá! Como vai? Dentro da minha área de atuação (a Análise do Comportamento), o hiperfoco não é classificado como “normal” ou “anormal” em si. O critério central é funcional: O que esse padrão de comportamento produz no ambiente e para a pessoa. Ele se torna prejudicial quando o custo adaptativo passa a ser maior do que os benefícios.
Alguns critérios científicos comportamentais para essa avaliação seriam: 1. A rigidez comportamental, ou seja, tem dificuldade significativa de interromper ou alternar a atividade; não responde a estímulos concorrentes relevantes (sono, fome, demandas sociais, prazos); mantém o comportamento mesmo quando o contexto exige outra resposta... 2. Quando interfere negativamente (traz prejuízos) em áreas importantes da vida, por exemplo, Autocuidado (alimentação, higiene, sono), relações sociais e afetivas, desempenho acadêmico ou profissional, saúde física ou mental... Enfim! Em síntese, o hiperfoco é funcional enquanto amplia repertórios e acesso a reforçadores, mas torna-se prejudicial quando gera rigidez, esquiva, prejuízo funcional e empobrecimento comportamental. Boa ressignificação!
Alguns critérios científicos comportamentais para essa avaliação seriam: 1. A rigidez comportamental, ou seja, tem dificuldade significativa de interromper ou alternar a atividade; não responde a estímulos concorrentes relevantes (sono, fome, demandas sociais, prazos); mantém o comportamento mesmo quando o contexto exige outra resposta... 2. Quando interfere negativamente (traz prejuízos) em áreas importantes da vida, por exemplo, Autocuidado (alimentação, higiene, sono), relações sociais e afetivas, desempenho acadêmico ou profissional, saúde física ou mental... Enfim! Em síntese, o hiperfoco é funcional enquanto amplia repertórios e acesso a reforçadores, mas torna-se prejudicial quando gera rigidez, esquiva, prejuízo funcional e empobrecimento comportamental. Boa ressignificação!
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O hiperfoco não é, por si só, algo “anormal”. Em muitas situações, ele pode ser uma qualidade como quando a pessoa consegue se dedicar profundamente a um estudo, projeto ou atividade que gosta.
Ele passa a ser considerado prejudicial quando começa a trazer perdas ou sofrimento.
Alguns sinais de alerta são:
• Perder compromissos importantes com frequência porque “não viu o tempo passar”.
• Negligenciar necessidades básicas, como comer, dormir ou ir ao banheiro.
• Deixar responsabilidades de trabalho, estudo ou família acumularem.
• Ficar muito irritado ou angustiado quando precisa interromper a atividade.
• Usar o hiperfoco como forma de evitar problemas, emoções difíceis ou tarefas importantes.
Ou seja, não é a intensidade da concentração que define se é problema, mas sim o impacto que isso está causando na vida da pessoa.
Se há prejuízo na rotina, nos relacionamentos ou no bem-estar, vale trabalhar isso em terapia não para eliminar a capacidade de foco profundo, mas para aprender a regulá-la de forma mais equilibrada.
Fico a disposição!
Atenciosamente Psicologa Raquel Saturnina
Ele passa a ser considerado prejudicial quando começa a trazer perdas ou sofrimento.
Alguns sinais de alerta são:
• Perder compromissos importantes com frequência porque “não viu o tempo passar”.
• Negligenciar necessidades básicas, como comer, dormir ou ir ao banheiro.
• Deixar responsabilidades de trabalho, estudo ou família acumularem.
• Ficar muito irritado ou angustiado quando precisa interromper a atividade.
• Usar o hiperfoco como forma de evitar problemas, emoções difíceis ou tarefas importantes.
Ou seja, não é a intensidade da concentração que define se é problema, mas sim o impacto que isso está causando na vida da pessoa.
Se há prejuízo na rotina, nos relacionamentos ou no bem-estar, vale trabalhar isso em terapia não para eliminar a capacidade de foco profundo, mas para aprender a regulá-la de forma mais equilibrada.
Fico a disposição!
Atenciosamente Psicologa Raquel Saturnina
O hiperfoco se torna prejudicial quando passa a gerar prejuízos no funcionamento diário. Isso pode ocorrer quando a pessoa perde a noção do tempo, negligencia necessidades básicas (como alimentação, sono ou compromissos), tem dificuldade de interromper a atividade ou quando o foco intenso começa a afetar relações, trabalho ou estudos. Nesses casos, é importante aprender estratégias para regular o foco e equilibrar outras áreas da vida.
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