Quando poderei voltar a comer outros derivados apos os 40 dias do resguardo
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Quando poderei voltar a comer outros derivados apos os 40 dias do resguardo
Oi, tudo bem?
Primeiramente, para te ajudar preciso saber que tipo de derivados está querendo se referir: glúten (biscoito, macarrão/massas em geral, pães) , leites e derivados (iogurte, queijos, creme de ricota, requeijão, manteiga)...
Um outro ponto importante a frisar é a importância de uma boa alimentação nessa fase, quanto mais natural, melhor, evitando ultraprocessados pois tudo o que come ou bebe passará para o leite e consequentemente, para seu bebê.
Um abraço. Um bom resguardo.
Primeiramente, para te ajudar preciso saber que tipo de derivados está querendo se referir: glúten (biscoito, macarrão/massas em geral, pães) , leites e derivados (iogurte, queijos, creme de ricota, requeijão, manteiga)...
Um outro ponto importante a frisar é a importância de uma boa alimentação nessa fase, quanto mais natural, melhor, evitando ultraprocessados pois tudo o que come ou bebe passará para o leite e consequentemente, para seu bebê.
Um abraço. Um bom resguardo.
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Olá! Não é necessário nenhum tipo de restrição com relação a alimentação saudável e equilibrada. Você só deve restringir alimentos que te gerem desconforto. Se não tem nenhum tipo de intolerância ou alergia pregressa não há justificativa para restringir no pós parto e amamentação.
Olá! A não ser que você tenha alguma intolerância ou alergia alimentar ou o bebê tenha alguma restrição médica, não é preciso ficar sem ingerir leite e derivados ou gluten, nem no resguardo e nem depois dele.
Oi.. Tudo bem? Então como não sei se você ou o bebe tem alguma intolerância ou alergia alimentar ou alguma restrição médica, eu posso dizer que você pode não precisa ficar sem ingerir leite ou derivados. Pois eles são importantes para a alimentação do seu bebe nesta fase de amamentação, nem no resguardo e nem depois dele.
Não sei o que seriam esses derivados, mas vou te passar uma sugestão. Após o resguardo é importante realizar o consumo de alimentos ricos em vitaminas A, C, E e K pois, eles ajudam na cicatrização. Esses alimentos incluem folhas verdes escuras, brócolis, espinafre, farelo de trigo, olho de girassol e oliva, entre outros. Seria importante você se consultar com um nutricionista para entender melhor seu caso. Evite também produtos alimentícios ultra processados como bolachas entre outros, pois eles podem causar diabete, obesidade, síndrome Metabólica, resistência a insulina, entre outros malefícios.
Quais tipos de derivados?
Procure um atendimento nutricional adequado. Me encontro disponível para atendimento.
Explique melhor sua dúvida
Olá, boa pergunta — vamos esclarecer de forma técnica, com base no que há de melhor evidência científica disponível.
Após uma histerectomia total ampliada, o período de resguardo de aproximadamente 40 dias tem como objetivo permitir a cicatrização adequada dos tecidos internos, reduzir o risco de sangramentos, infecções e complicações gastrointestinais. Do ponto de vista nutricional, não existe uma proibição absoluta e permanente de alimentos específicos, mas sim uma progressão alimentar conforme a recuperação do organismo.
As principais guidelines internacionais — como as da ACOG (American College of Obstetricians and Gynecologists), RCOG (Royal College of Obstetricians and Gynaecologists) e recomendações baseadas em consensos da ESPEN (European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) — indicam que, na ausência de complicações, a alimentação pode ser gradualmente normalizada após o período inicial de cicatrização, respeitando sintomas gastrointestinais e a tolerância individual.
Além disso, meta-análises e revisões sistemáticas sobre recuperação pós-operatória mostram que a reintrodução progressiva da dieta, com foco em alimentos de boa digestibilidade, adequada ingestão proteica e controle de alimentos que causem distensão abdominal, está associada a melhor recuperação funcional, menor risco de desconforto intestinal e melhor cicatrização, desde que respeitado o tempo de recuperação tecidual.
De modo geral, após os 40 dias, a maioria das pacientes pode voltar gradualmente a consumir outros alimentos e derivados, desde que esteja sem dor abdominal, sem sangramentos, sem alterações intestinais importantes, náuseas ou refluxo, e com liberação clínica. A reintrodução deve ser progressiva, observando a resposta do organismo.
No entanto, é fundamental reforçar que essas são recomendações gerais baseadas em evidência científica populacional. Cada paciente tem particularidades próprias, como tipo e extensão da cirurgia, presença de doenças associadas, uso de medicamentos, estado nutricional prévio e possíveis intercorrências no pós-operatório.
Por isso, a conduta final deve sempre seguir as orientações do médico responsável pelo procedimento cirúrgico e do nutricionista que acompanhou a internação e o pós-operatório, pois somente esses profissionais podem avaliar com precisão as peculiaridades individuais, garantindo uma recuperação segura, personalizada e alinhada às melhores evidências científicas.
Após uma histerectomia total ampliada, o período de resguardo de aproximadamente 40 dias tem como objetivo permitir a cicatrização adequada dos tecidos internos, reduzir o risco de sangramentos, infecções e complicações gastrointestinais. Do ponto de vista nutricional, não existe uma proibição absoluta e permanente de alimentos específicos, mas sim uma progressão alimentar conforme a recuperação do organismo.
As principais guidelines internacionais — como as da ACOG (American College of Obstetricians and Gynecologists), RCOG (Royal College of Obstetricians and Gynaecologists) e recomendações baseadas em consensos da ESPEN (European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) — indicam que, na ausência de complicações, a alimentação pode ser gradualmente normalizada após o período inicial de cicatrização, respeitando sintomas gastrointestinais e a tolerância individual.
Além disso, meta-análises e revisões sistemáticas sobre recuperação pós-operatória mostram que a reintrodução progressiva da dieta, com foco em alimentos de boa digestibilidade, adequada ingestão proteica e controle de alimentos que causem distensão abdominal, está associada a melhor recuperação funcional, menor risco de desconforto intestinal e melhor cicatrização, desde que respeitado o tempo de recuperação tecidual.
De modo geral, após os 40 dias, a maioria das pacientes pode voltar gradualmente a consumir outros alimentos e derivados, desde que esteja sem dor abdominal, sem sangramentos, sem alterações intestinais importantes, náuseas ou refluxo, e com liberação clínica. A reintrodução deve ser progressiva, observando a resposta do organismo.
No entanto, é fundamental reforçar que essas são recomendações gerais baseadas em evidência científica populacional. Cada paciente tem particularidades próprias, como tipo e extensão da cirurgia, presença de doenças associadas, uso de medicamentos, estado nutricional prévio e possíveis intercorrências no pós-operatório.
Por isso, a conduta final deve sempre seguir as orientações do médico responsável pelo procedimento cirúrgico e do nutricionista que acompanhou a internação e o pós-operatório, pois somente esses profissionais podem avaliar com precisão as peculiaridades individuais, garantindo uma recuperação segura, personalizada e alinhada às melhores evidências científicas.
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