Quantas horas que uma pessoa pode ficar no celular por dia?

3 respostas
Quantas horas que uma pessoa pode ficar no celular por dia?
Não existe um número exato de horas ‘seguro’ para uso do celular por dia, pois isso varia conforme idade, rotina e impacto na vida da pessoa. O mais importante é observar se o uso está prejudicando sono, estudos, trabalho ou relacionamentos. Se você sente que o celular está ocupando um espaço maior do que gostaria ou atrapalhando seu bem-estar, estou à disposição para conversar e ajudar a encontrar um equilíbrio saudável

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
 Vanessa Oliveira Martins
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
Em adultos, o ideal é que o tempo voltado ao celular para lazer não ultrapasse cerca de 2 a 3 horas por dia, evitando longos períodos seguidos e intercalando com pausas e atividades fora do ambiente digital. Em crianças e adolescentes, a OMS orienta limites ainda menores, priorizando momentos de estudo, interação social presencial e descanso adequado. Mais importante que o número exato de horas é observar os sinais: quando o uso do celular começa a afetar o sono, a concentração, o humor ou as relações pessoais, isso indica que já passou do limite saudável.
 Lucas Teixeira
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá, boa tarde, tudo bem?

Então... não existe um número único de horas “correto”, porque o impacto do uso do celular depende da idade, do conteúdo, do contexto e de como isso afeta o sono, a atenção e as relações. Mas possuímos algumas referências em saúde e desenvolvimento que ajudam a orientar quais seriam limites saudáveis.

Para crianças, recomenda-se uso bem restrito (máximo de 1 hora), com prioridade para brincadeiras, convivência e sono. Para adolescentes, o ideal é que o tempo de tela recreativo fique em torno de 2 a 3 horas por dia, observando se o celular não está substituindo estudo, interação social ou descanso. E em adultos, mais do que o número de horas, importa perceber se o uso está causando cansaço mental, ansiedade, irritabilidade ou dificuldade de se desconectar. Como algumas categorias de trabalho envolvem o uso por longas horas de telas (celular ou computador), é importante pensar uma restrição maior desse uso nos momentos de lazer. O sinal de alerta não é só o tempo, mas quando o celular passa a regular o humor, o sono ou a autoestima. Nesses casos, vale repensar limites e buscar equilíbrio, não culpa.

Especialistas

Ana Cristina Vieira Cardoso

Ana Cristina Vieira Cardoso

Psicólogo

Vitória da Conquista

Wellington Aparecido Silva

Wellington Aparecido Silva

Psicólogo

Marília

Francielly Pedroso Salvador

Francielly Pedroso Salvador

Psicólogo

Londrina

Ana Suely de Moura

Ana Suely de Moura

Psicólogo

Jaboatão Dos Guararapes

Anderson Siqueira Pereira

Anderson Siqueira Pereira

Psicólogo

Porto Alegre

Luana Caroline Silva Vieira

Luana Caroline Silva Vieira

Psicólogo

Lavras

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 1003 perguntas sobre Saude Mental
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.