Quanto tempo dura uma psicoterapia da área da psicanálise?

15 respostas
Quanto tempo dura uma psicoterapia da área da psicanálise?
 Danuza Cunha
Psicanalista
Rio de Janeiro
Normalmente, até 50 minutos, podendo a sessão ser encerrada antes de acordo com o conteúdo do dia ou também, quando necessário, ser estendida um pouco.

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 Lívia Vernaci Estrella
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá!
Uma sessão dura em média 50 minutos. Porém, dependendo da abordagem psicanalítica, é possível que o/a analista encerre antes ou um pouco depois, vai depender do momento, do que está sendo dito. No entanto, se for uma psicoterapia via convênio médico, as sessões são mais curtas, variando entre 30 a 40 minutos.
Espero ter sanado sua dúvida.
Um abraço
O tempo da psicanálise não é fixo, porque cada pessoa tem sua própria história e seu próprio ritmo. Algumas questões podem se elaborar em meses; outras transformações pedem mais tempo. O mais importante não é a duração, mas a profundidade do processo e o espaço seguro que você terá para se compreender com mais verdade. Podemos começar e ir avaliando juntos o que faz sentido para você.
Tendo um encontro semanal de uma hora, uma boa analise é importante considerar 2 a 3 anos, tem pacientes que podem continuar por muitos anos, não existe um tempo limite, vai de paciente para paciente.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Não há tempo estipulado, o percurso é singular!
Olá. A duração de um processo de psicoterapia vai depender do que e quantas questões a pessoa quer abordar, qual a profundidade quer ir e quanto tem de bagagem de conhecimento para viver o processo.
Ou seja, a duração dos processos de psicoterapia é sempre muito personalizada.
Podendo ir de questões simples e bem definidas em 10 sessões a questões complexas em muita profundidade e necessidade de conhecimento a mais de dois anos.
Abraço.
A duração de uma psicoterapia na linha da psicanálise é algo bastante variável e depende muito do ritmo de cada pessoa e das questões que ela deseja aprofundar. Diferente de algumas abordagens mais breves ou focadas em sintomas específicos, a psicanálise costuma ser um processo de médio a longo prazo, justamente por buscar entender as causas inconscientes dos sentimentos e comportamentos. Não existe um tempo padrão definido, como meses ou um número exato de sessões, pois o trabalho termina quando o paciente e o analista sentem que houve uma elaboração sólida dos conflitos internos e uma maior autonomia emocional. É um caminho de autodescoberta que respeita o tempo singular de cada um, permitindo que as transformações aconteçam de forma profunda e duradoura.
A primeira sessão na psicanálise funciona de um jeito bem acolhedor e serve principalmente para que você e o analista comecem a se conhecer. Diferente de uma entrevista rígida, o foco é a escuta livre, onde você pode falar sobre o que te trouxe até ali, suas angústias, expectativas ou até mesmo o seu receio com o processo. O profissional vai te ouvir com atenção e, em alguns momentos, pode fazer perguntas para entender melhor o seu contexto de vida. É o momento de estabelecer uma relação de confiança e verificar se você se sente à vontade com aquele estilo de trabalho. Além disso, é nessa conversa inicial que costumam ser combinados os detalhes práticos, como os dias e horários das sessões e a forma de pagamento, deixando tudo bem claro para que o percurso terapêutico possa seguir com tranquilidade.
Espero ter ajudado!
Dra. Renata Bittencourt
Psicanalista
Brasília
Olá,
Na psicanálise não há tempo pré-definido. O processo pode durar meses ou anos, dependendo da demanda, do momento de vida e da forma como cada pessoa se implica no trabalho de análise. A psicanálise privilegia o processo de elaboração e não há como prever a sua duração.
Dr. Isaías Amorim
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
Bom dia, isso depende de pessoa para pessoa, não existe um tempo estipulado como certo.
A psicanálise seguindo as tradições e os preceitos do Doutor Freud, convoca e salienta que o tratamento deve percorrer e promover um tempo que depender do paciente, do seu desejo, da sua entrega, estabelecer tempo cronológico a partir de algo que não se conhece (estruturas sintomáticas que o persegue e repete mediante suas queixas), é diagnosticar algo impreciso que vai além do médico e direciona ao paciente. O tratamento pode estabelecer sessões semanais (01) para que o processo possa conseguir ter êxito, frequência e permanência são eixos fundamentais para o sucesso do tratamento.
Na psicanálise, não há um tempo previamente determinado. A duração do processo não é fixa, pois está relacionada à singularidade de cada sujeito, à natureza de seu sofrimento e ao modo como cada um se implica em seu percurso analítico.
Diferentemente de abordagens estruturadas por protocolos ou prazos definidos, a psicanálise é orientada pelo tempo próprio da elaboração psíquica. O trabalho se desenvolve à medida que o sujeito pode sustentar sua fala, produzir associações e construir novos sentidos para aquilo que o faz sofrer.
Algumas pessoas permanecem em análise por um período mais breve, focado em um impasse específico; outras optam por um percurso mais longo, quando o trabalho envolve questões estruturais e modos recorrentes de se relacionar com o desejo, o sintoma e o laço com o outro.
O tempo da análise, portanto, é construído no próprio processo.
Há processos que podem durar alguns meses, especialmente quando a demanda é mais focal ou quando o sofrimento está relacionado a uma situação específica da vida. No entanto, quando se trata de uma análise propriamente dita, voltada para transformações mais profundas na estrutura do funcionamento psíquico, nos padrões repetitivos de relação, nos sintomas e nos impasses subjetivos, o trabalho tende a ser de médio a longo prazo. Isso porque não se trata apenas de suprimir sintomas, mas de compreender suas raízes inconscientes e produzir novas formas de elaboração.
Na psicanálise, o tempo não é apenas cronológico; ele é também lógico. Há momentos de maior intensidade, resistências, repetições, avanços e elaborações. O próprio percurso analítico revela quando certas questões foram suficientemente trabalhadas e quando um processo pode se encaminhar para o encerramento. A decisão de finalizar uma análise é, inclusive, um momento importante e também analisável.
Mais do que a duração em si, a questão central é: o que você deseja transformar, compreender ou ressignificar em sua vida? É a partir dessa escuta da demanda que se pode começar a delinear um possível percurso.
Caso deseje conversar mais profundamente sobre sua situação específica e avaliar a possibilidade de iniciar ou dar continuidade a um processo psicoterapêutico, coloco-me à disposição como profissional para um atendimento ético, sigiloso e fundamentado na clínica psicanalítica.
A média de duração é de 50 a 60 minutos
Na psicanálise, não existe um tempo fixo pré-determinado. A duração varia de acordo com a singularidade de cada pessoa, seus objetivos e a profundidade das questões trabalhadas. Alguns processos podem durar meses, quando o foco é mais específico, enquanto outros podem durar anos, quando há um desejo de mudanças mais estruturais e de autoconhecimento mais profundo.

Diferente de abordagens breves, a psicanálise não busca apenas aliviar sintomas, mas compreender e transformar as causas emocionais que os sustentam. A continuidade é sempre avaliada em conjunto entre paciente e analista, respeitando o ritmo e o momento de cada um.
A psicoterapia psicanalítica não possui uma duração previamente definida. Seu curso depende das necessidades singulares de cada sujeito, do ritmo de acesso aos conteúdos inconscientes e da elaboração dos conflitos que emergem no processo. Trata‑se, em geral, de um trabalho de médio a longo prazo, orientado pela fala livre, pela análise das repetições e pela possibilidade de compreender, elaborar e ressignificar experiências que marcaram a vida psíquica. Nesse percurso, o sujeito dá sentido ao que viveu, torna o trauma mais nomeável e menos ameaçador, reconstrói sua narrativa interna, fortalece o eu e rompe ciclos repetitivos. O término não é imposto, mas construído ao longo do processo, quando há condições de maior autonomia psíquica.

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