Tenho 19 anos e desde os 12 me sinto deprimida, tive uma infância horrível e aos 12 comecei a notar

21 respostas
Tenho 19 anos e desde os 12 me sinto deprimida, tive uma infância horrível e aos 12 comecei a notar tudo que passei e nessa época que de fato eu comecei a sofrer. Hoje em dia não faço mais nada, não consigo sair, tirar fotos, viver, comer fora, comer novas comidas etc. Quando eu estava no colégio não conseguia apresentar trabalhos de escola por conta da ansiedade, na verdade tenho ansiedade atacada, como muita comida porque quando estou comendo, sinto que meus problemas não existem e com isso ganhei 15kg e minha autoestima que já era ruim, piorou ainda mais. Quase me suicidei e me mutilava muito na pré adolescência. Estou ha cerca de 6 anos sem viver minha vida, não tenho amigos, trabalho em home office, então não saio de casa. Tem dias que quero entrar na academia, aprender inglês, fazer uma faculdade entre outros, mas na maioria das vezes quero apenas tirar a minha própria vida. Já cogitei a possibilidade de ter Distimia, pois me enquadro nos sintomas. Sofri bullying, tentativa de Estu*** etc. E cresci com problemas familiares, os meus pais brigavam muito. Posso estar sofrendo de depressão/Distimia? Ou seria só Fobia-social?
Com base no que você compartilhou, é possível que você esteja enfrentando sintomas relacionados à tristeza profunda e ansiedade, mas apenas um profissional de saúde mental pode fazer um diagnóstico preciso após uma avaliação. Recomendo que busque ajuda psicológica. O acompanhamento psicológico pode proporcionar um espaço seguro para explorar seus sentimentos, experiências passadas e atuais, além de oferecer estratégias para lidar com suas dificuldades.
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 Lucas Giorgini
Psicólogo
São Paulo

Você descreveu uma série de experiências e sentimentos que são indicativos de questões sérias de saúde mental. Primeiramente, é importante reconhecer a coragem que requer compartilhar esses sentimentos e experiências. Baseado no que você relatou, parece que você pode estar lidando com mais de uma condição de saúde mental.

Os sentimentos persistentes de tristeza e depressão que você descreve, juntamente com a perda de interesse em atividades que costumava desfrutar, podem indicar depressão ou distimia, que é uma forma mais crônica, embora geralmente menos intensa, de depressão. Seus hábitos alimentares, como comer em resposta à ansiedade, e a perda de autoestima devido ao ganho de peso, também são aspectos importantes a serem considerados.

Além disso, a sua dificuldade em situações sociais, como apresentar trabalhos na escola e a falta de desejo de sair de casa, podem sugerir uma fobia social ou transtorno de ansiedade social. Essa condição envolve um medo intenso e persistente de ser julgado pelos outros em situações sociais.

Os traumas que você sofreu, como bullying e tentativa de abuso, juntamente com os problemas familiares, podem ter contribuído significativamente para o seu estado atual. É importante considerar que a exposição a tais experiências traumáticas na infância pode ter impactos de longo prazo na saúde mental.

Dado o que você compartilhou, especialmente a menção de pensamentos suicidas e automutilação no passado, é crucial buscar ajuda profissional imediatamente. Um psicólogo ou psiquiatra pode fornecer uma avaliação detalhada e ajudá-lo a entender melhor o que você está passando. Eles podem oferecer tratamento, que pode incluir terapia, medicação ou uma combinação de ambos, dependendo das suas necessidades específicas.

Lembre-se, há ajuda disponível e é possível melhorar com o apoio adequado. Se você estiver em crise ou tiver pensamentos suicidas, procure ajuda de emergência imediatamente. Você não está sozinha, e há profissionais qualificados prontos para ajudar você a enfrentar esses desafios e a viver uma vida mais plena e saudável.
 Daniele Ramos
Psicólogo
São Paulo
O ideal é buscar ajuda profissional para um diagnóstico apropriado, muitas das vezes o paciente sozinho tenta "descobrir" o que tem e acaba por piorar o seu sofrimento, desencadeando uma crise de ansiedade por exemplo ou algum outro transtorno.

Buscar ajuda é o primeiro passo, para que com o suporte adequado você não tenha dúvidas sobre os problemas/dilemas que enfrenta e aumentar sua qualidade de vida.
 Gabriel Barbosa Sardinha
Psicólogo
Marabá
Acredito que seja muito difícil pra você ter se dado conta de tudo isso que aconteceu em sua vida. Você relatou ter sofrido episódios de violências e violações e aparentemente tudo isso tem gerado consequências terríveis na sua autoestima, na sua motivação para tentar fazer algo novo e poder participar do mundo lá fora. Você quer viver, mas ao mesmo tempo quer se livrar desse sofrimento.

Tentar aprender coisas novas, como entrar em uma faculdade ou curso, pode ser muito proveitoso, pois você pode encontrar pessoas que podem fazer parte de sua rede de apoio e ajudar você atravessar esse momento terrível.

E para ter um diagnóstico de distimia ou fobia social, é necessário recorrer a um profissional, assim como para iniciar um processo de psicoterapia que, aliás, pode ser muito proveitoso.
 Daniela Sarmento
Psicólogo
Rio de Janeiro
Ola, amada!
Antes de tudo queria dizer que sinto muito que você se sinta assim. E que saiba que a sua vida vale a pena! Sei que têm sido anos difíceis, mas, para além de qualquer transtorno que a acometa, tenho certeza que você tem qualidades maravilhosas, ainda que precise aprender a enxerga-las.

É importantíssimo que você busque um Psicólogo(a) na sua região, ou mesmo online, para iniciar a sua Psicoterapia. Assim poderá compartilhar tudo que viveu e o que sente e, juntos, traçar estratégias emocionar para o manejo de tudo que te angustia.

Sei que de onde está hoje, não é muito clara uma forma confortável de ver o que você ainda tem pela frente mas, acredite, você é forte e capaz de lidar com tudo isso e merece ser feliz!

Quanto a diagnósticos, esses só virão depois de iniciar sua terapia, pois há muitos parâmetros a serem investigados..

Espero que fique bem e que conheça o maravilhoso mundo da cura pela fala que é a Psicoterapia

;)
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Dra. Lisiane Hadlich Machado
Psicólogo, Psicanalista
Niterói
Olá! Seu relato parece um pedido de socorro emocional. Busque um psicólogo especialista em traumas e abusos. Não acredito que seja depressao, nem fobia… teria que avaliar mais a fundo para diagnóstico. Mas busque uma terapia com um bom profissional para dar a volta por cima, ter constância e clareza em suas decisões. A disposição. Abc
Ola.
Sinto muito por estar se sentindo assim, vc é valiosa precisa se cuidar.
Acredite, vc cai fixar bem.
Com certeza vc sofre de depressão mas pode ter comodidades, portanto precisa ser feira anamnese, escuta clínica e aplicar testes para fazermos um bom diagnóstico.
Existem problemas emocionais q deixaram marcas profundas.
Sou terapeuta cognitiva comportamental, linga muito indicada para este tipo de queixa e depois se necessário encaminha-la para um tratamento medicamentoso com um médico especialista
 Andrea Coutinho Boëchat
Psicólogo
Juiz de Fora
Bom dia,
Pelo seu relato você traz uma estória de vida com muitas dificuldades e tristezas enfrentadas desde a infância...Você traz dentro de si uma criança ferida. É importante que passe por uma avaliação com um profissional de Saúde Mental para juntos chegarem a um diagnóstico e prognóstico para seu tratamento. Sugere um importante embotamento afetivo. com sentimento de menos valia, sem motivação de vida. Pode ser depressão ou um transtorno depressivo ansioso... Por isso a importância da avaliação de Saúde Mental. As vezes neste momento precisa-se também de acompanhamento medicamentoso.
Coloco -me a disposição para maiores esclarecimentos. Boa sorte em sua busca pessoal.
Bom dia,
Sugiro que agende consulta com um psicólogo experiente para fazer uma avaliação inicial e posterior tratamento para lhe ajudar a enfrentar encarar a Depressão e sair dela
 Renata Bombine Pimentel
Psicólogo
São Paulo
Olá! O seu relato traz bastante sofrimento desde uma época remota. Orientaria a buscar ajuda de um profissional de psicologia para uma avaliação e tratamento. O processo psicoterapêutico envolve autoconhecimento que contribui para que você compreenda os seus medos, angústias e comportamento podendo ter uma qualidade de vida melhor com a regressão ou até mesmo exclusão dos sintomas. Sou especialista em saúde mental e fico à disposição. Abraço
Dr. Judson Riker
Psicólogo, Psicanalista
Salvador
Foque em receber tratamento e cura. Não foque em entender suas doenças. Procure profissionais competentes para lhe ajudar, especialmente em psicoterapia. EXISTE TRATAMENTO E CURA. Você passou por muitos sofrimentos e isso abalou sua autoestima, amor próprio. Você precisa jogar fora as falsas crenças que você, em reação aos maltratos que recebeu, criou sobre você mesma. O passado passou. Construa sua vida de hoje para frente. EXISTE TRATAMENTO E CURA.
Dra. Lysianne Moura da Frota
Psicanalista, Psicólogo
Itamonte
Sinto muito mesmo por estar assim, e há tanto tempo! Você pode melhorar, mas tem que colaborar com o próprio processo. Procure o quanto antes um psicólogo para uma avaliação e ele pode te mostrar também a necessidade da opinião de um médico psiquiatra. Os rótulos das patologias não têm tanta importância. O que interessa é como se sente cosigo mesma. Sucesso!!!
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Sim, as hipóteses que você levantou são possíveis. Reforço a importância de procurar profissionais que possam te ajudar, pois é possível ter melhora nesses quadros. Psicólogo é a minha indicação. Abraço.
 Kezia Felix
Psicólogo
Nova Lima
Parabéns pela coragem em compartilhar seus desafios e imagino que logo logo você vai buscar ajuda profissional de Psicóloga (caso não tenha conseguido iniciar) que vai te ajudar a sair desse quadro atual.

Estar somente dentro de casa pode gerar várias emoções desconfortáveis e consequentemente maior dificuldade em interagir socialmente, em ter tolerância e se sentir confortável nas conexões.

Não espere a vontade de entrar na academia chegar todos os dias, tenha Ativação Comportamental, vá pra academia mesmo sem vontade pra você criar o hábito e a constância.

Desejo que você encontre uma profissional e vocês trilhem juntas um caminho de transformação! Caso se interesse no meu trabalho me chama por aqui ou no instagram @keziafelixpsi.

Abraço acolhedor!
Dra. Nathália De Andrade Verdier
Psicólogo
Rio Das Ostras
Olá! Sinto muito que você tenha passado por tantas coisas desde nova e que a vida esteja tão difícil. O ideal para se dar um diagnóstico, é o acompanhamento com uma psicóloga e psiquiatra para uma melhor avaliação. Mas acho que sua vida é muito mais do que o diagnóstico e você merece ser feliz e conquistar tudo o que deseja! Tenho certeza que, com um bom acompanhamento, você pode conseguir tudo isso. Não desiste disso! Por mais que agora pareça muito difícil pensar nessa hipótese pq você já está sofrendo há tanto tempo, ela está ai. Espero que, se ainda não estiver com um acompanhamento, procure logo. E que se já estiver sendo acompanhada, essa dor que sente, melhore. Obrigada por se abrir aqui e compartilhar um pouquinho de ti. Se precisar de mim, sigo à disposição. Um abraço!
Compreendo profundamente o sofrimento que você carrega desde uma idade tão precoce, marcada por experiências difíceis como o bullying, conflitos familiares e tentativas de autolesão. Os sintomas que você descreve, como isolamento social, dificuldades cotidianas e pensamentos suicidas, indicam a possibilidade de um quadro depressivo, potencialmente associado à Distimia.

A presença significativa da ansiedade social, impactando seu desempenho escolar e relacionamentos interpessoais, sublinha a complexidade dessas condições, frequentemente interligadas. Destaco a importância crucial de uma avaliação clínica detalhada conduzida por um profissional de saúde mental, seja um psicólogo ou psiquiatra, para um diagnóstico preciso.

Recomendo fortemente que busque ajuda especializada para uma compreensão mais profunda desses desafios e desenvolvimento de estratégias eficazes. Além disso, considerando seu histórico, sugiro a possibilidade de uma avaliação psicológica conduzida por um neuropsicólogo. Isso forneceria insights detalhados sobre seu funcionamento cognitivo, emocional e comportamental, contribuindo para um plano de tratamento mais personalizado.

Estou aqui para apoiá-la ao longo desse processo desafiador. Se tiver mais dúvidas ou necessitar de orientações adicionais, sinta-se à vontade para me chamar no chat. Estou comprometida em ajudá-la da melhor maneira possível durante sua busca por ajuda profissional.
 Amanda Mota
Psicólogo
São Paulo
Sinto muito que você esteja passando por tudo isso. É compreensível sentir-se sobrecarregada diante de experiências tão difíceis e dolorosas. O que você descreve — sentimentos de depressão, ansiedade intensa, dificuldades em interagir socialmente, e comportamentos autodestrutivos — pode indicar que você está lidando com questões como a distimia, depressão maior ou até mesmo fobia social, entre outros.

É importante que você saiba que não está sozinha e que há ajuda disponível. Buscar a orientação de um profissional de saúde mental pode ser um passo crucial para compreender o que está acontecendo e encontrar formas de lidar com esses sentimentos. A terapia pode oferecer um espaço seguro para você explorar suas emoções, trabalhar no aumento da autoestima e desenvolver estratégias para retomar o controle da sua vida.

Se você se sentir confortável, eu estou à disposição para te apoiar nesse processo. Você merece encontrar o caminho para uma vida mais leve e satisfatória.
 Arisio Moreira Taylor Junior
Psicólogo
Rio de Janeiro
A fobia social pode ser um dos sintomas da depressão. O mais importante neste momento é buscar uma ajuda profissional psicológica para fazer um acompanhamento e ajudar neste seu quadro clínico.
 Vinícius Eduardo Martino Fonseca
Psicólogo, Psicanalista
Ribeirão Preto
Olá! Primeiramente, lamento muito por tudo o que você passou e continua enfrentando. Sua dor é muito válida, e o fato de estar compartilhando seus sentimentos aqui já é um passo importante. A depressão e a distimia são realmente questões que podem se alinhar com os sintomas que você descreve, como o sentimento de não conseguir viver a vida plenamente, a ansiedade constante, o distanciamento social e as dificuldades com a autoestima.

A distimia, também chamada de transtorno depressivo persistente, é caracterizada por um estado de depressão que persiste por anos, e isso pode dificultar muito a motivação para as atividades diárias, além de gerar um sentimento constante de insatisfação com a vida. A fobia social também pode se manifestar como um medo intenso de ser julgado e, em muitos casos, leva a um afastamento de situações sociais.

Porém, independentemente de qual diagnóstico se encaixe melhor, o mais importante agora é que você busque ajuda para entender o que está acontecendo em sua vida e trabalhar em formas de lidar com esses sentimentos de forma mais saudável. Eu estou à disposição para conversar mais sobre isso e ajudá-la a iniciar esse processo de recuperação. Não é fácil, mas com o apoio certo, é possível encontrar um caminho para a melhoria da sua qualidade de vida e bem-estar. Um abraço, Vinícius.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você compartilhou reflete um histórico de sofrimento emocional profundo e prolongado, o que pode, sim, estar relacionado a um quadro depressivo persistente, como a distimia, ou a um transtorno de ansiedade social. Mas, mais do que encaixar sua dor em um diagnóstico, é importante reconhecer o quanto tudo isso impacta a sua vida e entender que esse sofrimento não define quem você é. Seu cérebro aprendeu a funcionar em um estado constante de alerta, tentando proteger você de novas dores, e isso pode explicar por que o mundo lá fora parece inacessível e por que certos comportamentos, como a compulsão alimentar, surgem como tentativas de anestesiar as emoções difíceis.

A neurociência nos mostra que traumas e vivências dolorosas podem impactar áreas do cérebro responsáveis pela regulação emocional, como o córtex pré-frontal, e hiperativar estruturas como a amígdala, que amplifica a sensação de perigo e vulnerabilidade. Com o tempo, isso pode tornar a mente mais propensa a padrões automáticos de evitação, seja na forma de isolamento, seja na busca por alívio imediato através da comida ou de outras estratégias. Isso não significa que você está "presa" nesse ciclo para sempre, mas sim que seu cérebro aprendeu essa forma de sobrevivência e, com o suporte certo, é possível reconfigurá-lo para que a vida se torne mais leve.

O que você sente quando tenta imaginar uma pequena mudança na sua rotina, algo que não pareça tão distante da sua realidade atual? Existe algo, por menor que seja, que já tenha te trazido algum alívio ou prazer, mesmo que por instantes? O que faria você se sentir minimamente segura para dar um primeiro passo na direção que deseja? Refletir sobre isso pode te ajudar a enxergar caminhos possíveis sem a pressão de precisar mudar tudo de uma vez.

Seus sentimentos e sua dor são legítimos, e você não precisa passar por isso sozinha. Buscar apoio pode ser um passo importante para reconstruir sua relação com você mesma e com o mundo ao seu redor. Você merece encontrar um caminho que te permita viver de forma mais plena e autêntica. Caso precise, estou à disposição.
Mais do que um diagnóstico, você deve buscar uma ajuda especializada para te ajudar a compreender tudo isso que aconteceu contigo, o que você sente e como age em relação a tudo isso. É bastante coisa. Aproveite um dia desses que você tem vontade de mudar esse jogo e procure um psicólogo para te ajudar nesse processo.

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