Tenho 19 anos e estou me sentindo muito mal, acho que tenho depressão. Não sei como contar isso aos
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Tenho 19 anos e estou me sentindo muito mal, acho que tenho depressão. Não sei como contar isso aos meus pais. Eles são os pais mais amorosos que eu poderia ter e sei que eles vão me apoiar. Mas é muito estranho. Não sei como contar.
Olá, primeiro saiba que é muito corajoso reconhecer o que está sentindo e querer buscar ajuda. Falar com os pais sobre isso pode ser difícil, mesmo quando há amor e apoio. A tristeza que não passa, o desânimo, a falta de vontade de fazer coisas que antes gostava… tudo isso pode ser sinal de algo que merece cuidado.
Você não precisa ter todas as palavras certas. Pode começar dizendo algo como: “Tenho me sentido muito mal há um tempo e estou pensando que pode ser depressão. Eu queria conversar com vocês sobre isso e talvez buscar ajuda.” Às vezes, o mais importante é dar esse primeiro passo.
Lembre-se: pedir ajuda não é fraqueza é cuidado. E você merece esse cuidado.
Você não precisa ter todas as palavras certas. Pode começar dizendo algo como: “Tenho me sentido muito mal há um tempo e estou pensando que pode ser depressão. Eu queria conversar com vocês sobre isso e talvez buscar ajuda.” Às vezes, o mais importante é dar esse primeiro passo.
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Entendo como isso pode ser difícil, especialmente quando você tem pais amorosos e sabe que eles vão apoiar você. Falar sobre como se sente pode ser assustador, mas é importante lembrar que a primeira conversa pode ser um passo muito significativo. Você já está mostrando muita coragem ao reconhecer o que está acontecendo e pensar em compartilhar com eles.
Uma sugestão é começar com algo simples, como: 'Eu tenho me sentido muito mal ultimamente e acho que posso estar enfrentando uma depressão. Queria compartilhar isso com vocês porque confio muito em vocês e sei que vão me apoiar'. Às vezes, a primeira palavra é a mais difícil, mas depois que você começa, pode ser mais fácil.
Se você achar que pode ser útil, buscar ajuda profissional também pode ser um bom caminho para compreender melhor o que está acontecendo e como lidar com isso. Se sentir que precisa, posso te ajudar a explorar outras opções de suporte para você também. O mais importante é saber que você não está sozinho e que pedir ajuda é uma atitude muito forte.
Uma sugestão é começar com algo simples, como: 'Eu tenho me sentido muito mal ultimamente e acho que posso estar enfrentando uma depressão. Queria compartilhar isso com vocês porque confio muito em vocês e sei que vão me apoiar'. Às vezes, a primeira palavra é a mais difícil, mas depois que você começa, pode ser mais fácil.
Se você achar que pode ser útil, buscar ajuda profissional também pode ser um bom caminho para compreender melhor o que está acontecendo e como lidar com isso. Se sentir que precisa, posso te ajudar a explorar outras opções de suporte para você também. O mais importante é saber que você não está sozinho e que pedir ajuda é uma atitude muito forte.
Compartilhar nossos sentimentos, preocupações com alguém de confiança nos ajuda muito. É importante perceber o que está provocando o se sentir muito mal. O excesso de preocupação , o sentimento de incapacidade podem levar a depressão, o interessante nesse caso, é buscar ajuda o mais cedo possível. Se não tiver com quem se sinta seguro para conversar ou ser apoiado, um psicologo em que você sinta confiança pode te ajudar.
Você não precisa dizer aos seus pais que “acha que tem depressão”, porque isso só um profissional pode avaliar com clareza. Mas, se está se sentindo muito mal, buscar ajuda é essencial.
Mesmo sendo maior de idade, você ainda está começando a vida adulta — e ter o apoio dos seus pais pode fazer toda a diferença nesse momento. Um psicólogo vai te ajudar a entender o que está acontecendo e a encontrar caminhos para se sentir melhor.
Você pode começar dizendo a eles que não está bem e que gostaria de conversar com alguém. Não precisa ter todas as palavras certas — o importante é não carregar isso sozinho.
Mesmo sendo maior de idade, você ainda está começando a vida adulta — e ter o apoio dos seus pais pode fazer toda a diferença nesse momento. Um psicólogo vai te ajudar a entender o que está acontecendo e a encontrar caminhos para se sentir melhor.
Você pode começar dizendo a eles que não está bem e que gostaria de conversar com alguém. Não precisa ter todas as palavras certas — o importante é não carregar isso sozinho.
Falar sobre como a gente se sente, especialmente quando estamos passando por um momento difícil, exige muita coragem. E você já deu um passo muito importante ao reconhecer que algo não está bem e ao buscar ajuda.
É muito comum sentir um certo medo ou desconforto na hora de conversar com quem a gente ama sobre essas questões. Mesmo quando sabemos que essas pessoas vão nos acolher, como você falou dos seus pais, ainda assim pode ser estranho colocar em palavras o que a gente mal consegue entender dentro da gente.
Uma dica que pode ajudar é pensar em uma forma tranquila de começar essa conversa, talvez dizendo algo como:
"Tem algo importante que eu queria dividir com vocês. Eu venho me sentindo triste, desanimado(a), e acho que posso estar passando por um momento de depressão. Não é culpa de ninguém, mas eu queria muito contar com o apoio de vocês."
Lembre-se de que você não precisa ter todas as palavras certas — o mais importante é ser sincero(a) com o que está sentindo. E se preferir, você também pode escrever uma carta ou mensagem para organizar seus pensamentos antes de falar.
Se puder, procurar um psicólogo pode ser um passo valioso nessa caminhada. A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), por exemplo, pode te ajudar a entender melhor esses sentimentos e a construir estratégias para lidar com eles no dia a dia.
Estou torcendo por você!
É muito comum sentir um certo medo ou desconforto na hora de conversar com quem a gente ama sobre essas questões. Mesmo quando sabemos que essas pessoas vão nos acolher, como você falou dos seus pais, ainda assim pode ser estranho colocar em palavras o que a gente mal consegue entender dentro da gente.
Uma dica que pode ajudar é pensar em uma forma tranquila de começar essa conversa, talvez dizendo algo como:
"Tem algo importante que eu queria dividir com vocês. Eu venho me sentindo triste, desanimado(a), e acho que posso estar passando por um momento de depressão. Não é culpa de ninguém, mas eu queria muito contar com o apoio de vocês."
Lembre-se de que você não precisa ter todas as palavras certas — o mais importante é ser sincero(a) com o que está sentindo. E se preferir, você também pode escrever uma carta ou mensagem para organizar seus pensamentos antes de falar.
Se puder, procurar um psicólogo pode ser um passo valioso nessa caminhada. A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), por exemplo, pode te ajudar a entender melhor esses sentimentos e a construir estratégias para lidar com eles no dia a dia.
Estou torcendo por você!
Olá,
É muito valioso que você consiga colocar em palavras esse mal-estar. Isso já é um movimento importante. Quando algo em nós começa a pesar e a nos deixar confusos, nomear essa sensação pode ser o primeiro passo para não carregar tudo sozinho(a).
Você menciona a possibilidade de estar vivendo uma depressão, e ao mesmo tempo diz que tem pais amorosos, que certamente te apoiariam. E, ainda assim, há algo que te impede de falar com eles. Isso é compreensível. Nem sempre é fácil dizer o que sentimos, mesmo quando sabemos que seremos acolhidos. Às vezes, o difícil não está na reação do outro, mas na estranheza do que se passa dentro de nós.
Na psicanálise, buscamos justamente abrir um espaço onde você possa dizer o que sente, mesmo que ainda não entenda muito bem. Não se trata de ter certeza de um diagnóstico, mas de encontrar um lugar onde sua dor possa ser escutada com respeito e sem pressa.
Talvez, com o tempo, esse espaço de fala possa te ajudar também a encontrar um modo mais próprio e possível de conversar com seus pais. Afinal, se há amor, como você diz, isso já é um solo fértil para o diálogo, mas ele precisa partir do seu tempo, do seu desejo.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Buscar ajuda é um gesto de cuidado consigo. E você já começou.
Estou aqui, se desejar conversar mais sobre isso.
É muito valioso que você consiga colocar em palavras esse mal-estar. Isso já é um movimento importante. Quando algo em nós começa a pesar e a nos deixar confusos, nomear essa sensação pode ser o primeiro passo para não carregar tudo sozinho(a).
Você menciona a possibilidade de estar vivendo uma depressão, e ao mesmo tempo diz que tem pais amorosos, que certamente te apoiariam. E, ainda assim, há algo que te impede de falar com eles. Isso é compreensível. Nem sempre é fácil dizer o que sentimos, mesmo quando sabemos que seremos acolhidos. Às vezes, o difícil não está na reação do outro, mas na estranheza do que se passa dentro de nós.
Na psicanálise, buscamos justamente abrir um espaço onde você possa dizer o que sente, mesmo que ainda não entenda muito bem. Não se trata de ter certeza de um diagnóstico, mas de encontrar um lugar onde sua dor possa ser escutada com respeito e sem pressa.
Talvez, com o tempo, esse espaço de fala possa te ajudar também a encontrar um modo mais próprio e possível de conversar com seus pais. Afinal, se há amor, como você diz, isso já é um solo fértil para o diálogo, mas ele precisa partir do seu tempo, do seu desejo.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Buscar ajuda é um gesto de cuidado consigo. E você já começou.
Estou aqui, se desejar conversar mais sobre isso.
Olá! Obrigado por compartilhar isso — reconhecer que algo não está bem e ter a coragem de procurar ajuda é um passo muito importante.
É totalmente compreensível sentir dificuldade para conversar sobre o que está passando, mesmo quando sabemos que nossos pais são amorosos e nos apoiariam. Falar sobre saúde mental pode parecer estranho no começo, mas abrir esse espaço pode ser libertador.
Uma forma simples de começar é dizendo algo como:
"Pai, mãe… eu tenho me sentido mal faz um tempo e estou pensando que talvez precise conversar com um psicólogo. Queria muito ter o apoio de vocês."
Você não precisa explicar tudo de uma vez ou ter certeza absoluta do que está sentindo — só mostrar que precisa de apoio já é mais do que suficiente. Se for mais fácil, você também pode escrever uma mensagem ou carta.
O mais importante é saber que você não está sozinho e que existem caminhos para se sentir melhor. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de coragem e cuidado consigo mesmo. Estou a disposição.
É totalmente compreensível sentir dificuldade para conversar sobre o que está passando, mesmo quando sabemos que nossos pais são amorosos e nos apoiariam. Falar sobre saúde mental pode parecer estranho no começo, mas abrir esse espaço pode ser libertador.
Uma forma simples de começar é dizendo algo como:
"Pai, mãe… eu tenho me sentido mal faz um tempo e estou pensando que talvez precise conversar com um psicólogo. Queria muito ter o apoio de vocês."
Você não precisa explicar tudo de uma vez ou ter certeza absoluta do que está sentindo — só mostrar que precisa de apoio já é mais do que suficiente. Se for mais fácil, você também pode escrever uma mensagem ou carta.
O mais importante é saber que você não está sozinho e que existem caminhos para se sentir melhor. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de coragem e cuidado consigo mesmo. Estou a disposição.
Boa tarde. Todas as pessoas sentem falta de terapia e autoconhecimento em algum ponto da vida. Vai ser fundamental para cuidar da sua mente, emoções, melhorando assertividade e seu amor próprio. Uma doença como depressão já mostra vulnerabilidades na psique. Por isso, sugiro conversar com eles para apoio financeiro e emocional para seu tratamento psicológico. E iniciar sua psicoterapia o mais breve. Fico a disposição.
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Querido, antes de tudo: obrigada por ter coragem de colocar em palavras o que está sentindo. Dizer que você está se sentindo mal, que acha que pode estar em depressão e que não sabe como falar isso aos seus pais, já mostra o quanto existe dentro de você alguém que quer ser cuidado. E isso é um passo muito importante.
Você tem 19 anos. Faz parte de uma geração — a chamada geração Z — que está sendo estudada no mundo inteiro justamente pelo aumento alarmante dos casos de depressão, ansiedade, ideação suicida e crises de identidade. Segundo várias pesquisas atuais, nunca houve uma geração com tantos recursos digitais, acesso à informação e amor explícito dos pais — e, ao mesmo tempo, tanta dor emocional não elaborada.
Muitos desses jovens, como você, cresceram cercados de cuidado e proteção, mas não foram preparados emocionalmente para lidar com a dor, com a frustração e com a complexidade da vida interna. Não porque os pais não amem — ao contrário. Muitas vezes, amam tanto que não percebem que precisam permitir que os filhos sintam e enfrentem a vida real com autonomia, com amadurecimento emocional.
É por isso que você está se sentindo assim: com um peso no peito, sem conseguir explicar, e com vergonha ou medo de preocupar os pais — mesmo sabendo que eles são amorosos. Isso mostra que você já tem consciência, mas ainda não aprendeu a transformar isso em expressão emocional saudável. E não tem problema. Isso se aprende. Com apoio.
Sim, pode ser depressão. E sim, você precisa de ajuda.
Por isso, quero te fazer um convite: vamos conversar em um espaço terapêutico seguro, sigiloso e sem julgamento. Um espaço só seu, onde você pode aprender a se escutar, a entender o que está por trás desses sentimentos e encontrar caminhos possíveis.
E mais: talvez o ideal seja que seus pais também façam parte desse processo em algum momento, por meio de uma sessão de terapia familiar sistêmica. Não para julgá-los, mas para ajudá-los a te ajudar melhor — com mais presença e menos projeção.
O seu sofrimento é legítimo. E existe sim uma saída. Mas ela começa com um passo de coragem, que você já está dando ao escrever sobre isso.
Se quiser, estou por aqui para te acompanhar. Vamos juntos?
Olá, o mais importante inicialmente seria procurar alguém ou algum espaço para ser escutado. Se ainda está difícil conversar diretamente com os seus pais, procure outras pessoas de sua confiança e algum profissional da psicologia. E lembre-se que não é necessário ter as palavras certas e que não existe a "forma ideal" para se dizer o que está sentindo. Sentir que tem o apoio e suporte emocional da sua família é parte fundamental da elaboração desses sentimentos.
É muito corajoso da sua parte reconhecer o que está sentindo e buscar uma forma de conversar sobre isso. Mesmo com pais amorosos, falar sobre dor interna pode ser difícil — especialmente porque, muitas vezes, nem a gente entende direito o que está acontecendo por dentro.
Você pode começar de forma simples e honesta. Não precisa ter todas as respostas. Só de abrir essa conversa, você já está dando um passo enorme. E lembrar que pedir ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de cuidado consigo mesmo.
Você pode começar de forma simples e honesta. Não precisa ter todas as respostas. Só de abrir essa conversa, você já está dando um passo enorme. E lembrar que pedir ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de cuidado consigo mesmo.
Entendo que compartilhar sentimentos tão profundos com os pais pode ser desafiador, mesmo quando há amor e apoio. A psicanálise nos ensina que a fala é uma ferramenta poderosa para lidar com o sofrimento psíquico. Ao expressar o que sente, você abre caminho para compreender melhor suas emoções e encontrar formas de lidar com elas. O psicanalista pode te auxiliar a compreender melhor seus sentimentos e desenvolver estratégias para lidar com a depressão.
É completamente normal se sentir assim, especialmente quando se está lidando com algo tão difícil quanto a depressão. O fato de você reconhecer isso e saber que pode contar com seus pais já é um grande passo e mostra que você está buscando ajuda, o que é muito importante.
Pode ser difícil contar, mas tente escolher um momento tranquilo e ser honesto: algo como “Tenho me sentido muito mal e acho que estou com depressão. Isso tem sido difícil pra mim.” Se for muito difícil falar, você pode escrever uma carta. Eles certamente vão querer te ajudar.
Se sentir necessidade, procurar um especialista ou alguém de extrema confiança também pode ser um ótimo apoio. Mas o mais importante: não guarde isso só pra você. Procurar ajuda é um ato de coragem.
Pode ser difícil contar, mas tente escolher um momento tranquilo e ser honesto: algo como “Tenho me sentido muito mal e acho que estou com depressão. Isso tem sido difícil pra mim.” Se for muito difícil falar, você pode escrever uma carta. Eles certamente vão querer te ajudar.
Se sentir necessidade, procurar um especialista ou alguém de extrema confiança também pode ser um ótimo apoio. Mas o mais importante: não guarde isso só pra você. Procurar ajuda é um ato de coragem.
Olá! Como você mesmo relata, os seus pais são amorosos e sabe que te apoiarão. Então o ideal seria conversar com eles, uma vez que a depressão é uma doença e precisa ser tratada, assim como uma doença física. Neste momento é importante ter pessoas que você ama e confia por perto. Aconselho você também fazer uma avaliação psicológica para entender os seus sintomas de forma mais aprofundada e tratá-los e caso aja necessidade, este profissional encaminhará para uma avaliação com psiquiatra. Sou especialista em saúde mental e fico à disposição. Cuide-se!
olá, boa noite! sinto muito que venha se sentindo mal, o ponto mais difícil é esse reconhecimento de ter uma doença mental, a qual não é sua culpa ou de seus pais, é uma doença séria que precisa de tratamento. Mas entendo não estar confortável em contar a seus pais, e está tudo bem isso, nesses casos a ajuda profissional de um psicólogo pode lhe auxiliar com esse processo de falar com seus pais e também a aprender a lidar com a depressão.
Conte para eles, é importante esse dialogo, você sabe que será apoiada e busque ajuda profissional, a terapia vai te ajudar muito.
Se precisar, é só agendar.
Se precisar, é só agendar.
Olá, como tem passado?
O mal-estar, quando começa a se repetir ou a se tornar constante, pode indicar que há algo em você que precisa ser escutado, falado e elaborado com profundidade, mesmo que ainda não tenha nome claro.
Contar para os seus pais não precisa ser feito de forma perfeita — pode ser simples, pode ser um início. Às vezes basta dizer “não estou bem e queria conversar com vocês sobre isso”. Você não precisa explicar tudo agora. E pode, sim, buscar um espaço de escuta terapêutica onde isso possa ser falado com calma, no seu tempo, com profundidade.
Fico à disposição.
O mal-estar, quando começa a se repetir ou a se tornar constante, pode indicar que há algo em você que precisa ser escutado, falado e elaborado com profundidade, mesmo que ainda não tenha nome claro.
Contar para os seus pais não precisa ser feito de forma perfeita — pode ser simples, pode ser um início. Às vezes basta dizer “não estou bem e queria conversar com vocês sobre isso”. Você não precisa explicar tudo agora. E pode, sim, buscar um espaço de escuta terapêutica onde isso possa ser falado com calma, no seu tempo, com profundidade.
Fico à disposição.
Olá! É compreensível sentir-se desconfortável ao abordar um tema tão delicado como a depressão, especialmente quando se tem pais amorosos que você sabe que vão oferecer apoio. Muitas vezes, há um estigma em torno das questões de saúde mental, mas é importante lembrar que não é "frescura" e que a depressão é uma condição que pode afetar qualquer um. A boa notícia é que existem formas de tratamento eficazes, como a psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. Ao falar com seus pais, você pode ser honesto(a) e direto(a). Você pode começar expressando que tem enfrentado momentos difíceis e que isso tem afetado sua saúde emocional. Se preferir, uma mensagem de WhatsApp pode ser uma maneira menos intimidadora de iniciar a conversa. O importante é que você busque ajuda, pois isso pode fazer uma grande diferença na sua vida. Se precisar de mais apoio ou orientação, estou aqui para ajudar. Cuide-se! Atenciosamente, Maíra
Que bom que você pôde escrever sobre isso aqui. Dá pra imaginar o quanto está sendo difícil lidar com esse mal-estar e, ao mesmo tempo, sentir que ainda não conseguiu dividir isso com quem mais te ama.
Você diz que seus pais são amorosos e que acredita que vão te apoiar. Mesmo assim, tem algo que torna essa conversa difícil, né? O que será que torna tão estranho contar a eles? É o medo de preocupá-los? Ou talvez a sensação de que colocar isso em palavras torna tudo mais real?
Será que existe uma maneira que pareça mais leve pra você abrir esse assunto? Pode ser que o que esteja te impedindo de falar não seja exatamente a reação deles, mas algo dentro de você, como a dificuldade de entender o que está vivendo ou até de aceitar que está precisando de ajuda. E tudo bem se for assim — é comum se sentir confuso quando as coisas ficam pesadas desse jeito.
O que você sente agora talvez não tenha uma explicação pronta, mas parece já estar pedindo algum tipo de cuidado. Como seria poder se aproximar deles com essa dúvida, sem precisar ter tudo muito claro ainda? Às vezes, dividir mesmo que um pedaço daquilo que se sente pode abrir espaço pra algo novo acontecer.
Você diz que seus pais são amorosos e que acredita que vão te apoiar. Mesmo assim, tem algo que torna essa conversa difícil, né? O que será que torna tão estranho contar a eles? É o medo de preocupá-los? Ou talvez a sensação de que colocar isso em palavras torna tudo mais real?
Será que existe uma maneira que pareça mais leve pra você abrir esse assunto? Pode ser que o que esteja te impedindo de falar não seja exatamente a reação deles, mas algo dentro de você, como a dificuldade de entender o que está vivendo ou até de aceitar que está precisando de ajuda. E tudo bem se for assim — é comum se sentir confuso quando as coisas ficam pesadas desse jeito.
O que você sente agora talvez não tenha uma explicação pronta, mas parece já estar pedindo algum tipo de cuidado. Como seria poder se aproximar deles com essa dúvida, sem precisar ter tudo muito claro ainda? Às vezes, dividir mesmo que um pedaço daquilo que se sente pode abrir espaço pra algo novo acontecer.
Olá! Antes de tudo, é importante reconhecer que sentir dificuldade para falar sobre o que está sentindo é totalmente normal — mesmo quando se tem pais amorosos e acolhedores. Um bom começo pode ser dizer, com simplicidade, que você não está se sentindo bem e acredita que seria importante buscar ajuda. Você não precisa encontrar as palavras perfeitas; o mais importante é dar esse primeiro passo. Converse com eles para que eles possam te ajudar encontrar ajuda profissional.
Olá! Imagino como esteja sofrendo... tente ter uma conversar sincera e transparente com eles. Se são amorosos, se vão dar apoio, qual o seu receio? Não tema e enfrente a situação. Procure um psicólogo para ajudar a superar esse momento, afinal, você não precisa sofrer sozinha. Procure ajuda!
Olá, tudo bem?
Fico tocado com a forma como você descreveu seus pais — esse cuidado, esse amor que você reconhece neles, já mostra uma base emocional importante que pode te acolher, mesmo nesse momento em que tudo parece mais confuso por dentro. E é justamente por saber que eles vão te apoiar que talvez fique tão difícil colocar em palavras o que você está sentindo. Quando a dor é muito íntima, às vezes a gente teme que, ao falar em voz alta, ela se torne mais real — ou que mude a forma como os outros nos veem, mesmo que eles nos amem profundamente.
Falar sobre sofrimento emocional, especialmente quando se tem a impressão de que “não deveria estar triste” por ter uma família boa, pode provocar um conflito interno. Mas depressão não escolhe quem ama ou quem é amado — ela acontece quando o sistema emocional e cerebral entra em desequilíbrio, muitas vezes silenciosamente. Do ponto de vista da Neurociência, sabemos que mudanças na regulação de neurotransmissores, no sistema de recompensa e nos circuitos do estresse podem gerar sensações de vazio, apatia ou tristeza mesmo em contextos afetivos seguros. E isso não invalida o amor que você sente — apenas mostra que o seu cérebro pode estar precisando de cuidado também.
Será que já tentou escrever o que sente, como se fosse uma carta para eles, mesmo que ainda não vá entregar? Ou talvez imaginar o que você diria se fosse com alguém que você ama? O que acha que mais te bloqueia: é o medo de preocupar? Ou o receio de não conseguir explicar o que está acontecendo dentro de você?
Falar sobre isso é um passo de coragem — e ninguém precisa estar “forte o suficiente” pra começar. Às vezes, só precisa estar cansado de segurar tudo sozinho. E nesse ponto, a psicoterapia pode ser um espaço onde você não precisa saber como explicar, apenas estar ali, sendo ouvido com respeito e sem julgamentos.
Caso sinta que pode ser útil conversar mais profundamente sobre isso, estou por aqui. Caso precise, estou à disposição.
Fico tocado com a forma como você descreveu seus pais — esse cuidado, esse amor que você reconhece neles, já mostra uma base emocional importante que pode te acolher, mesmo nesse momento em que tudo parece mais confuso por dentro. E é justamente por saber que eles vão te apoiar que talvez fique tão difícil colocar em palavras o que você está sentindo. Quando a dor é muito íntima, às vezes a gente teme que, ao falar em voz alta, ela se torne mais real — ou que mude a forma como os outros nos veem, mesmo que eles nos amem profundamente.
Falar sobre sofrimento emocional, especialmente quando se tem a impressão de que “não deveria estar triste” por ter uma família boa, pode provocar um conflito interno. Mas depressão não escolhe quem ama ou quem é amado — ela acontece quando o sistema emocional e cerebral entra em desequilíbrio, muitas vezes silenciosamente. Do ponto de vista da Neurociência, sabemos que mudanças na regulação de neurotransmissores, no sistema de recompensa e nos circuitos do estresse podem gerar sensações de vazio, apatia ou tristeza mesmo em contextos afetivos seguros. E isso não invalida o amor que você sente — apenas mostra que o seu cérebro pode estar precisando de cuidado também.
Será que já tentou escrever o que sente, como se fosse uma carta para eles, mesmo que ainda não vá entregar? Ou talvez imaginar o que você diria se fosse com alguém que você ama? O que acha que mais te bloqueia: é o medo de preocupar? Ou o receio de não conseguir explicar o que está acontecendo dentro de você?
Falar sobre isso é um passo de coragem — e ninguém precisa estar “forte o suficiente” pra começar. Às vezes, só precisa estar cansado de segurar tudo sozinho. E nesse ponto, a psicoterapia pode ser um espaço onde você não precisa saber como explicar, apenas estar ali, sendo ouvido com respeito e sem julgamentos.
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