Tenho arritmia cardíaca, e em geral, nesses casos os antidepressivos são contra-indicados . O que fa
Tenho arritmia cardíaca, e em geral, nesses casos os antidepressivos são contra-indicados . O que fazer para tratar uma depressão num paciente que como eu tem histórico de arritmia?
23 respostas
Boa tarde o que é mais indicado nesse caso é fazer psicoterapia; ter um acompanhamento de um profissional dessa área é importante para aprender a saber lidar com suas ansiedades e seu humor rebaixado que a depressão pode lhe causar. Procure um psicologo/a na sua cidade e se ajude a sair do estado depressivo e facilite o cuidado que sua arritmia cardíaca requer.
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Olá seria legal fazer um trabalho multidisciplinar, ou seja, passar com o psiquiatra e paralelamente a psicoterapia para trabalhar as questões geradoras de tal comportamento. boa sorte.
Boa noite, seria bom conversar isso com o psiquiatra e paralelamente fazer psicoterapia para te ajudar a lidar melhor com as questões que a depressão possa gerar
Depressão só se trata com medicação nos casos mais severos, do contrário somente a Psicoterapia é suficiente para reverter o quadro. O medicamento é usado para estabilizar o paciente, para que ele leve uma vida com menos sintomas, mas não é o fator mais importante, este fator é a Psicoterapia. Pois os estados depressivos ou ansiosos tem origem no sofrimento psíquico do sujeito. Há forte correlação com sua história de vida, com suas próprias experiências, com a forma como aprendeu a lidar com o mundo, as pesdoas e as situações difíceis da vida. É a Psicoterapia que faz a pessoa alterar sua subjetividade, mudando seu modo de encarar o mundo, dando prioridade aos seus próprios desejos e necessidades, investindo mais sua energia em si do que nas demandas dos outros. Isso modifica o humor, reduz a intolerância com as contingências da vida, torna o indivíduo mais flexível e preparado para lidar com as pessoas e com o mundo. Procure um Psicólogo Clínico e inicie um tratamento sério que os resultados aparecerão no médio e longo prazos. Não acredite e nem aceite soluções mágicas da curtíssimo prazo, o inconsciente leva um tempo para ser trabalhado e para as mudanças acontecerem.
Boa noite. Em casos de comprometimento mais leve, a psicoterapia pode ser efetiva como único tratamento para os transtornos depressivos. Obviamente, a opção pela combinação com o tratamento medicamentoso é a mais indicada, mas em vista das restrições apresentadas restaria a opção pelo acompanhamento psicológico. Aconselho que você realize uma consulta com um profissional de sua confiança, a fim de realizar uma avaliação do seu caso e receber melhores orientações.
Além de acompanhamento com médico psiquiatra a psicoterapia pode contribuir é muito. Em alguns casos suplementação com algumas vitaminas, aminoácidos e proteínas podem favorecerem e muito no tratamento de uma depressão mais leve associado a psicoterapia
O ideal é você passar com um PSIQUIATRA que poderá te recomendar algum antidepressivo que nao afete o coração ou algum estabilizador de humor. Os antidepressivos mais antigos (tricíclicos) que podem ter efeito ruim e existem diversas classes de antidepressivos. Além disso, como todos os psicólogos já recomendaram, a psicoterapia é uma excelente alternativa, lembrando que os melhores resultados sempre vem da combinação multidisciplinar.
Psicoterapia é o melhor remedio sem duvida alguma. Coadjuvantes: homeopatia, acupuntura, caminhada no sol 30 minutos ao dia, ioga ! Enfim têm muitos meios para voce esgotar e se sentir muito bem!
Consulte um psiquiatra, ele vai avaliar seu caso e indicar um antidepressivo mais indicado para você, se for o caso. Os remédios não curam a depressão, apenas amenizam os sintomas. Há pessoas que tomam antidepressivos por anos sem que haja remissão da doença. A psicoterapia é muito benéfica pois nos casos mais leves, pode-se tratar a depressão sem o uso de medicação. Já nos casos mais graves, a combinação dos dois tratamentos é a melhor alternativa.
Nesse caso a psicoterapia é fundamental, embora os antidepressivos não sejam indicados, é importante também o acompanhamento psiquiátrico. O psicólogo irá lhe ajudar a lidar com as questões que levaram à depressão. Mesmo com a medicação a psicoterapia seria indispensável.
Concordo com a maioria de meus colegas mas em uma visão mais global, penso nas questões afetivas que podem estar presentes no seu quadro depressivo afinal arritmia cardíaca é um descompasso do coração. Procure um psicólogo e tente estabelecer um bom vínculo. Ele te ajudará a resignificar as frustrações da vida. Espero ter te ajudado. Abraço.
Casos mais severos de depressão é necessário uso de medicações se não for severo pode ser feito a terapia se seguido certinho tem bons resultados...uma outra opção seria as alternativas acupuntura ajudaria tanto na depressão como na arritmia procure um profissional próximo a vc....Boa sorte.
Olá! Procure fazer psicoterapia com um psicólogo e busque um acompanhamento com um psiquiatra para que seja feita uma avaliação melhor do seu caso para saber da necessidade ou não de remédios psicofármacos. O psicólogo será fundamental para você construir formas distintas de lidar com suas emoções e relações. A indicação do antidepressivo, como apontaram alguns colegas, se direciona aos casos mais graves, em que a psicoterapia somente não traz melhoras.
A literatura mostra que na maior parte dos casos de depressão, a terapia combinada ( medicação/psicoterapia) é o mais indicado. Acredito que o mais indicado seja fazer um trabalho interdisciplinar, envolvendo seu cardiologista, um psiquiatra e um Psicólogo. A psicoterapia irá te ajudar a responder aos sintomas ansiogênicos e todos os outros advindos da depressão.
Olá, tudo bem? esclarecendo alguns pontos. 1- Arritmia é um termo muito amplo, como "mamífero" também é um termo muito amplo, antes de excluir o tratamento com antidepressivos seria bom saber o nome e o sobrenome da sua arritmia como "Homo sapiens" é o humano mamífero. 2- Existem alguns antidepressivos que podem ser usados com grande segurança em diversos tipos de doença do coração (arritmias, coronariopatias, valvopatias) por isso, converse com seu médico e tire suas dúvidas sobre o uso de um medicamento específico e como isso pode influir em sua arritmia - com nome e sobrenome - 3- Remédios não são a única maneira de se tratar depressão: você deve buscar tratamentos conjuntos como: Terapia com Psicólogos (análise, cognitivo comportamental, constelação familiar, drama terapia) , Atividade Física, Meditação, Relaxamento Profundo. normalmente quando se junta mais de uma terapia o resultado é melhor. Espero ter ajudado
Concordo com Dr Lucas, atividades físicas, boa alimentação, relaxamento, yoga, sao práticas indispensaveis coadjuvantes no tratamento da depressão ,pois produzem endorfinas. O tratamento psicológico é fundamental por proporcionar autoconhecimento e ajuda de melhores formas de resolução de problemas, de relacionamentos e melhorar a procrastinação. Boa sorte,
Boa tarde! Quando há um sintoma físico é sempre importante avaliação médica e paralelamente você poderá se beneficiar de um acompanhamento psicológico. Procure ajuda o quanto antes. Abraços
Você pode obter excelentes resultados com a terapia cognitivo comportamental. As pesquisas demonstram eficácia na redução de sintomas e na prevenção de recaída no tratamento da depressão leve e moderada; redução em ao menos 50% de chances de novos episódios para quem realiza TCC quando comparados ao grupo apenas com tratamento farmacológico. A TCC associada a medicamentos foi estatisticamente significativa quando comparada apenas ao tratamento farmacológico, sendo 29% a taxa de recaída no grupo com TCC e 47% naqueles que utilizaram apenas remédios. Alguns estudos também mostraram a TCC como uma importante ferramenta alternativa ao tratamento medicamentoso e concluem que a TCC funciona para o tratamento da depressão maior. Abraço
Neste caso a melhor opção seria acompanhamento psicoterapico. A psicoterapia irá te ajudar a entender as causas da depressão e ajudar a supera-la.
Olá! Acredito que inicialmente você precise passar por uma avaliação e ver se, de fato, você tem diagnóstico de depressão. Depressão é diferente de tristeza. Se você estiver com depressão, ela pode ter origens diferentes. Pode ser de ordem emocional ou orgânica, o que também precisa ser avaliado. Neste sentido, sugiro que você passe por uma avaliação com um psicólogo e com um psiquiatra. Caso você precise de medicação, o psiquiatra vai poder avaliar a questão da arritmia.
Ter um histórico de arritmia cardíaca realmente exige mais cuidado na escolha do antidepressivo, mas isso não significa que a depressão não pode ou não deve ser tratada. Na verdade, tratar a saúde mental é fundamental, inclusive para a saúde do coração, já que a depressão pode piorar sintomas físicos, reduzir a adesão a tratamentos e até impactar negativamente o ritmo cardíaco. Embora alguns antidepressivos tenham potencial de alterar o intervalo QT ou influenciar o ritmo cardíaco, existem opções seguras que podem ser usadas com acompanhamento médico. A sertralina, por exemplo, é uma das mais estudadas em pacientes com problemas cardíacos e costuma ser bem tolerada. O escitalopram também pode ser considerado, desde que em doses adequadas e com monitoramento, especialmente se houver histórico de arritmia do tipo prolongamento de QT. Além dos medicamentos, a psicoterapia é uma ferramenta poderosa no tratamento da depressão, e pode ser indicada isoladamente ou em associação ao tratamento medicamentoso, dependendo da intensidade dos sintomas. Estratégias como atividade física regular, higiene do sono, técnicas de respiração e alimentação equilibrada também contribuem para o controle dos sintomas depressivos — e beneficiam o coração. O mais importante é que tudo seja feito com acompanhamento médico. Se você sente que está enfrentando sintomas de depressão, vale muito a pena buscar ajuda especializada. Com um plano de tratamento bem individualizado, é totalmente possível cuidar da saúde mental com segurança, mesmo com histórico cardíaco. Estou à disposição caso precise de orientação ou avaliação profissional.
Entendo sua preocupação, e é realmente importante ter cuidado quando se trata de depressão em pacientes com arritmia cardíaca. Nem todos os antidepressivos são contraindicados nesses casos, mas alguns podem afetar o ritmo do coração e precisam ser evitados ou usados com muito cuidado. O ideal é que o tratamento seja individualizado, com uma avaliação detalhada do seu histórico médico, tipo de arritmia e gravidade da depressão. Existem antidepressivos que têm menor impacto no coração e que podem ser uma opção mais segura. Além disso, outras abordagens como psicoterapia, mudanças no estilo de vida, exercícios físicos supervisionados e até terapias complementares podem ajudar bastante. O acompanhamento próximo de um psiquiatra junto com um cardiologista é fundamental para garantir que o tratamento seja eficaz e seguro, monitorando qualquer efeito sobre o coração. Se quiser, posso ajudar a esclarecer mais sobre as opções disponíveis e acompanhar seu tratamento para que você tenha o melhor cuidado possível. Estou à disposição. Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma consulta médica individualizada.
Sua dúvida é muito relevante, pois realmente existem precauções importantes quando se trata de depressão em pacientes com arritmia cardíaca. Alguns antidepressivos, especialmente os tricíclicos (como amitriptilina e nortriptilina) e certos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina, podem prolongar o intervalo QT e interferir na condução elétrica do coração, exigindo cuidado especial. Entretanto, isso não significa que pessoas com arritmia não possam tratar a depressão, apenas que o tratamento deve ser individualizado, com escolha criteriosa do medicamento e acompanhamento conjunto entre o neurologista, o cardiologista e o psiquiatra. Existem antidepressivos considerados mais seguros do ponto de vista cardíaco, como sertralina, escitalopram e bupropiona, desde que usados em doses adequadas e com monitoramento clínico e eletrocardiográfico regular. Além da medicação, é fundamental associar psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda a modificar padrões de pensamento negativos e a reduzir sintomas sem interferência cardíaca. Outras estratégias incluem atividade física leve (conforme liberação do cardiologista), técnicas de relaxamento, regulação do sono e acompanhamento nutricional, todos comprovadamente eficazes na melhora do humor e da estabilidade emocional. O ponto central é não interromper o tratamento da depressão por medo dos riscos: a depressão também afeta o sistema cardiovascular e pode agravar a arritmia se não for controlada. Com acompanhamento médico cuidadoso e integração entre especialidades, o tratamento pode ser seguro e eficaz. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, depressão, distúrbios neurocardíacos, ansiedade e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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