Tenho trombofilia a insuficiência da proteina s e também o AL um pouco baixo ,eles dois juntos é per
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Tenho trombofilia a insuficiência da proteina s e também o AL um pouco baixo ,eles dois juntos é perigoso na gestação?
Olá! Ter trombofilia com deficiência da proteína S associada a anticoagulante lúpico (AL) positivo ou titulação baixa pode aumentar o risco de complicações durante a gestação, mas o grau de risco depende de vários fatores individuais, incluindo história prévia de trombose, eventos obstétricos e resultados de exames específicos.
1. Proteína S e gravidez
• A proteína S é um anticoagulante natural. Sua deficiência predispõe à formação de trombos, principalmente em situações de maior risco, como gravidez, cirurgia ou imobilização prolongada.
• Durante a gestação, há naturalmente um estado hipercoagulável, o que aumenta ainda mais a propensão a eventos trombóticos em pessoas com deficiência da proteína S.
2. Anticoagulante Lúpico (AL)
• O AL é um anticorpo que faz parte do grupo chamado síndrome antifosfolípide (SAF).
• Mesmo com titulação baixa, a presença de AL pode aumentar o risco de complicações obstétricas, como: abortos de repetição, morte fetal, restrição de crescimento intrauterino e pré-eclâmpsia.
• O risco é maior se houver histórico de trombose ou eventos obstétricos prévios relacionados à SAF.
3. Risco combinado
• Ter deficiência de proteína S e AL positivo simultaneamente potencializa o risco de trombose durante a gestação e o puerpério.
• O risco não significa que a gestação será necessariamente complicada, mas exige monitoramento rigoroso e estratégias preventivas.
4. Condutas recomendadas
• Avaliação com hematologista e obstetra de alto risco antes da gestação ou assim que ela for confirmada.
• Profilaxia com anticoagulantes, geralmente heparina de baixo peso molecular (HBPM), iniciada no início da gestação e mantida até o período pós-parto, dependendo da história clínica e do risco individual.
• Uso de aspirina em baixa dose (ácido acetilsalicílico 75–100 mg/dia) pode ser indicado em algumas situações para prevenção de complicações obstétricas.
• Monitoramento rigoroso de exames de coagulação, função renal e desenvolvimento fetal durante toda a gestação.
5. Resumindo...
Ter deficiência de proteína S e anticoagulante lúpico juntos aumenta o risco, mas com acompanhamento adequado, prevenção com anticoagulantes e cuidados obstétricos especializados, é possível ter uma gestação segura.
1. Proteína S e gravidez
• A proteína S é um anticoagulante natural. Sua deficiência predispõe à formação de trombos, principalmente em situações de maior risco, como gravidez, cirurgia ou imobilização prolongada.
• Durante a gestação, há naturalmente um estado hipercoagulável, o que aumenta ainda mais a propensão a eventos trombóticos em pessoas com deficiência da proteína S.
2. Anticoagulante Lúpico (AL)
• O AL é um anticorpo que faz parte do grupo chamado síndrome antifosfolípide (SAF).
• Mesmo com titulação baixa, a presença de AL pode aumentar o risco de complicações obstétricas, como: abortos de repetição, morte fetal, restrição de crescimento intrauterino e pré-eclâmpsia.
• O risco é maior se houver histórico de trombose ou eventos obstétricos prévios relacionados à SAF.
3. Risco combinado
• Ter deficiência de proteína S e AL positivo simultaneamente potencializa o risco de trombose durante a gestação e o puerpério.
• O risco não significa que a gestação será necessariamente complicada, mas exige monitoramento rigoroso e estratégias preventivas.
4. Condutas recomendadas
• Avaliação com hematologista e obstetra de alto risco antes da gestação ou assim que ela for confirmada.
• Profilaxia com anticoagulantes, geralmente heparina de baixo peso molecular (HBPM), iniciada no início da gestação e mantida até o período pós-parto, dependendo da história clínica e do risco individual.
• Uso de aspirina em baixa dose (ácido acetilsalicílico 75–100 mg/dia) pode ser indicado em algumas situações para prevenção de complicações obstétricas.
• Monitoramento rigoroso de exames de coagulação, função renal e desenvolvimento fetal durante toda a gestação.
5. Resumindo...
Ter deficiência de proteína S e anticoagulante lúpico juntos aumenta o risco, mas com acompanhamento adequado, prevenção com anticoagulantes e cuidados obstétricos especializados, é possível ter uma gestação segura.
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Sim, a combinação de deficiência de proteína S com anticoagulante lúpico baixo aumenta o risco de trombose e complicações gestacionais como pré-eclâmpsia, perdas fetais e restrição de crescimento, por isso a gestante deve ser acompanhada de perto e, em muitos casos, usar anticoagulação profilática durante a gravidez.
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