Tenho uma bebê de 13 dias hoje,após o parto sinto muita tristeza sem motivo não sei oque tá acontece

23 respostas
Tenho uma bebê de 13 dias hoje,após o parto sinto muita tristeza sem motivo não sei oque tá acontecendo,oque posso fazer pra melhorar? Nunca senti isso muita vontade de chorar
 Juliana De Morais Peres
Psicólogo
Niterói
Oi, querida. Sinto muito. O pós-parto (puerpério) é um momento desafiante e que pode gerar muito sofrimento para a mulher. Isso pode acontecer por muitos motivos, desde as mudanças hormonais, as mudanças na rotina, a adaptação ao bebê, a falta de sono, descanso e apoio...Nas duas primeiras semanas, até certo ponto, essa tristeza materna é saudável, porque faria você buscar cuidar de você e do seu bebê. Por outro lado, se você sente-se mal a ponto de não conseguir cuidar de você e do seu filho ou filha, busque ajuda. Primeiramente, procure seu companheiro, família, amigos para ter o suporte mais imediato para esse cuidado. Depois, procure ajuda de uma psicóloga profissional. Caso seja necessário, a psicóloga te encaminhará a um médico. Espero ter te ajudado!

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A fase do puerpério é muito delicada, reações como tristeza e desânimo são muito mais recorrentes do que supomos. A responsabilidade de cuidar de um recém-nascido é alta e se torna a prioridade de atenção. Neste sentido, a mãe tende a se afastar da sua identidade enquanto ser humano pra entrar na identidade de mãe e esse processo tende a ser muito sofrido.
Portanto, se acolha, peça ajuda aos familiares e amigos e, se precisar procure ajuda profissional.
Espero ter ajudado.
Olá! A tristeza pós parto é quase fisiológica e atinge grande parte das mulheres. Isso se dá devido às alterações hormonais provocadas pelo período de gestação. Imagino o quanto esteja sendo difícil pra você lidar com tudo isso. Administrar as emoções e cuidar de um bebê recém-nascido não é fácil mesmo. A rotina muda completamente e a adaptação a ela gera sofrimento. Nesse momento delicado, sugiro a você que se apegue as pessoas mais próximas e importantes para obter suporte emocional. É fundamental que você não passe por isso sozinha. Se sentir necessidade, busque também um Psicólogo para conversar e te ajudar a superar essa fase. Normalmente, a tristeza é passageira mas é interessante que fique atenta aos sinais. Caso perceba que esse sentimento está ficando cada vez mais intenso, não hesite em procurar ajuda profissional. Cuide-se bem!
Tudo muito bem respondido pelas colegas. É um momento de mudanças não é? Você está mais sensível. Veja com a sua ginecologista/obstetra se não são alterações hormonais decorrentes do fim da gestação. A terapia poderá dar um suporte emocional para esta e outras questões. Cuide-se! Um abraço.
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Dra. Mayara Maia
Psicólogo
Brasília
Prezada, sinta-se acolhida por nós. Essa é uma condição que assola muitas mulheres no pôs parto. Penso que possa ser tanto proveniente de uma questão de ordem orgânica (hormonal) e/ou psíquica. É importante ter acolhimento profissional e pessoal. Permita que essas emoções sejam extravasadas. Penso ser pertinente, contudo, que associado a um trabalho médico seja feito uma trabalho analítico para que se possa alcançar uma maior compreensão dessas dores e/ou sofrimento. Desde já coloco-me à disposição.
Olá, como já explicaram, isso pode ser comum sim (Baby Blues), mas também pode ser o início de uma depressão pós-parto, tem que ficar de olho. Na minha página do Instagram/Facebook @psimilenapuga, eu tenho alguns posts sobre o assunto, se quiser ler mais, diferenciando os transtornos do puerpério. Mas o ideal seria fazer um acompanhamento psicológico com uma psicóloga perinatal, pois nós temos uma especialização nesse período tão conturbado da vida da mulher. Estou à disposição. Boa sorte!
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 Melina Lopes
Psicólogo
Curitiba
Olá!!
Nos período do pós parto (puerpério) é muito comum sentirmos um misto de sentimentos, além de toda questão hormonal, existe toda uma mudança de sentimentos e descobertas, um novo papel do ser mãe, muda relação com seu cônjuge, com sua própria mãe, os medos, as inseguranças...
busque colocar essas lágrimas para fora, mas também busque tentar descansar quando bebê dorme e se alimentar bem.
Uma rede de apoio de outras mães é essencial, tanto ajuda em casa, quanto para desabafar e trocar ideias e sentimentos.
Procure outras mães que tb tiveram bebês recentemente.
Fique atenta aos sinais prolongados da tristeza para que não se torne em uma depressão pós parto, vale a pena pesquisar sobre o assunto.
 Meire Santos
Psicólogo
São Paulo
Como todos colegas já mencionaram pode ser uma reação normal e até fisiológica decorrente de alterações normais! Talvez você esteja apreensiva,mas o importante é se auto-observar,buscar orientação médica,compartilhar suas angústias com familiares de sua confiança que possam te dar suporte.E se por acaso estiver com medo ou vergonha de compartilhar suas angústias com seus familiares,busque auxílio psicológico para lidar melhor com a situação e receber orientações também.
Dra. Léa Michaan
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Todos aqui já disseram que é absolutamente normal! Pode ser que você esteja revivendo, inconscientemente, algo que sua mãe teve quando você nasceu.
No entanto, você pode apropriar-se de sua mente e buscar a alegria de ser uma pessoa fértil! Ter uma filha saudável, enxergar o milagre da reprodução no rostinho de sua bebê. Que a partir de um óvulo e um semem saiu uma pessoa! No início é mais difícil porque a bebezinha ainda não sorri e nem consegue interagir, mas logo ela será uma fonte de alegria para você e toda a família! Procure conectar-se a ela, sentir o cheirinho, a maciez de sua pele, sentir-se util e privilegiada em trocar uma fralda, alimentar, banhar e poder dar e receber amor de sua filhinha!
Um forte abraço,
Lea
Neste período as mulheres já ficam mais vulneráveis a problemas de saúde mental. Agora, se considerarmos a pandemia, com isolamento social, diminuição do grupo de apoio, muitas consultas sendo substituídas por atendimento on-line, insegurança, medo de contaminação, etc., posso te dizer que uma grande parte das puérperas estão ansiosas e deprimidas. As que tem história desses sintomas antes e durante a gestação, ainda mais. Não sei se é o seu caso. A psicoterapia pode ajudar e o ponto positivo é que pode ser online. Outra opção é associar, caso haja necessidade, o acompanhamento psicológico com o medicamentoso. A prática de atividade física tem bons efeitos, assim como grupos de apoio. Tem sites relacionados ao assunto nos quais existe muita troca com outras mães, o que pode ser útil pra você. É importante buscar ajuda, tanto pra você ficar bem, quanto pensando no desenvolvimento da sua bebê e no vínculo entre vocês.
Olá querida, em primeiro lugar, não se julgue por sentir o que sente, mas considere fazer terapia a fim de conhecer e cuidar do que veio à tona junto com este grande fenômeno que é o nascimento. Você também está passando por um nascimento, portanto também merece cuidado. Vamos cicatrizar o que pede para ser cicatrizado, mas antes é preciso conhecer o que faz “doer”. Um abraço!
 Eliane Pereira Mello
Psicólogo
São Paulo
Como os colegas disseram, o puerpério é uma fase singular na vida da mulher, com alterações físicas, orgânicas e emocionais.
Que bom que pode externalizar as suas preocupações, assim é possível ser auxiliada!
Mencione para o seu obstetra o que vem observando e, não hesite em procurar psicoterapia para conseguir lidar melhor com essa fase atual. Fico à disposição!
 Cleide Marchiotti
Psicólogo, Psicanalista
Maringá
Olá! A depressão pós parto não é incomum. Sugiro que procure seu ginecologista para verificar a possível suplementação hormonal, que nesse período pós parto é comum. Caso não seja nada orgânico, procure por ajuda psicológica, pois muitas mudanças ocorrem no cotidiano com um bebê em casa e um acompanhamento psicológico lhe ajudará muito!
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá!
Realmente todos disseram coerência com o momento.
Se tornar mãe é abrir mão de muitas coisas e mesmo com a alegria em gerar uma vida, quando ela nos chega pode ser muito difícil. Para não ficar sozinha na tua tristeza e poder ir além do apoio dos que te acompanham, o ideal é ter um espaço pra ti falar, um tratamento psicanalítico pode te apoiar, dar contorno a está tristeza! Fará bem pra ti e para o bebê!
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 Cristiane Alves
Psicólogo
Campo Limpo Paulista
Este momento é muito romantizado pelas pessoas em geral, mas para a mãe, pode ser um momento de muito desconforto, medo, preocupações, é muita novidade e responsabilidade ao mesmo tempo, então é claro que influenciará no seu emocional, por isso não se culpe, é normal se sentir assim nos primeiros dias, porém se percebe que está atrapalhando no seu dia a dia, nos cuidados com você e seu bebê, busque um profissional para ajudá-la a passar por isso com mais entendimento de suas emoções e assim lidará melhor e com mais satisfação.
Espero ter ajudado e fico à disposição para mais esclarecimentos .
Um abraço!
 Carla de Carvalho
Psicólogo
Nova Iguaçu
Olá, primeiramente quero dizer sinto muito pelo período de sofrimento pelo qual você está enfrentando e que bom que você está procurando ajuda!
Como foi dito pelas colegas, o período do pós parto é um período que pode levar a evidente satisfação e prazer e ao mesmo tempo um momento de algumas dificuldades, tais como ter que lidar com um recém nascido, que requer atenção e cuidados quase que integral, privação do sono, mudança radical na rotina diária, somado a alterações hormonais significativas que podem desencadear a mudanças no humor, que justifique a tristeza que você está sentindo.
Entendemos também que existe uma cobrança cultural de que a maternidade seja algo tão maravilhoso, que a possibilidade negar tal satisfação, é visto pelos outros e por si mesmo como ruim, gerando sentimentos equivocados de culpa.
Sugiro que caso esteja acontecendo com você, que deixe de lado as expectativas que os outros criam ao seu respeito. Busque ajuda da sua rede de apoio, parceiro, amigos ou familiares.
Após esse compartilhamento com sua rede de apoio, os sintomas persistirem, recomendo procurar seu médico ginecologista da confiança e um profissional de psicologia, para que juntos verifiquem a necessidade de ajuda profissional mais específica.
Espero ter ajudado!
 Andrea Estima
Psicólogo
Rio Grande
Olá querida! Essa é a fase denominada puerpério, é um período complexo em que a mulher passa por uma série de emoções e alterações hormonais. Tornar-se mamãe significa aprender a lidar com as preocupações, com a insegurança, com o medo e principalmente com o peso da responsabilidade. A chegada de um bebê acarreta muitas mudanças, mas também muitas alegrias. É importante ter o acompanhamento de um profissional para ajudá-la a passar por esses momentos de uma forma mais tranquila. Espero ter ajudado e fico à disposição para maiores esclarecimentos. Um abraço!
Dra. Viviane Giombelli
Psicólogo
Florianópolis
Olá!
Sinto muito por esse sofrimento!
Nos cobramos e somos cobradas socialmente para ficarmos bem e felizes com os nossos bebês, não é?
Os fatores externos como esse que estamos vivendo contribui muito para aumentar a tristeza. Os hormônios também contribuem.
Mas, é preciso tratar desse sofrimento, para não se tornar crônico. Procure um psicólogo da sua confiança. Se você se sentir confortável faça online. É preciso um processo psicoterapêutico para você se reconhecer nesse novo papel, e aproveitar a maternidade de forma plena.
Esse profissional também te ajudará a decidiir sobre a necessidade de procurar um médico psiquiatra para uso de medicamentos.
Estou torcendo para encontrares um caminho que te proporcione bem estar.
Abraço
 Pedro Felipe Marques Santos
Psicólogo
Brasília
Caso seja necessário, procure um profissional. Esse período é delicado pelas transformações físicas, responsabilidade de cuidar de um recém nascido, além das questões da rede de apoio familiar. Esses fatores podem gerar frustração. por isso, caso ache necessário nem hesite em procurar ajuda. Boa sorte.
 Adriana Barillari
Psicólogo
Ribeirão Preto
A maternidade é mais um papel que está exercendo neste momento , uma experiência nova na sua vida, independente de ser seu primeiro bebe ou não . Muitas mulheres sentem insegurança , medo de não ser suficientemente boa durante estes primeiros meses , afinal , embora estivesse aguardando amorosamente a chegada desse bebê é natural que alguns sentimentos surjam , principalmente porque você está passando por mudanças hormonais , mudança na sua rotina de vida , alguém muito especial depende de você e isso as vezes causa um desconforto emocional que requer uma atenção especial. Lembre -se que você pode buscar ajuda conversando com sua ginecologista a respeito desses sentimentos , poderá buscar um apoio psicológico por um período até se sentir mais tranquila . Conversar poderá ajuda-la bastante .Com o tempo descobrirá que esse sentimento será transformado e poderá sentir grande prazer e alegria com a maternagem. Um abraço
 Kelly Campos
Psicólogo
São Paulo
Tudo novo acontecendo de uma única vez, alterações metabólicas, nova rotina para lidar e um bebê lindo para cuidar .
É uma nova fase de descobertas e que mexe muito com as emoções.
Te sugiro que busque um suporte Psicológico para aprender a regular as emoções e aproveitar essa fase de uma forma mais leve e com um novo significado.
 Ana Cristina Schneider
Psicanalista, Psicólogo
Curitiba
Olá, que importante você perceber que não está se sentido bem nesse momento. Isso lhe orienta a procurar ajuda e apoio. A maternidade é um tema complexo e exaurido da imagem romântica da mãe construída recentemente pela sociedade. Contudo, quando a maternidade é vivenciada, por vezes, pode ser acompanhada de sentimentos contraditórios e angústias que não corroboram com tal imagem. Nesse sentido, mulheres estão sujeitas a experimentar um profundo sofrimento. O psicanalista pode colaborar ao ampliar os cuidados e apoio não somente ao bebê, mas também à mãe que se encontra em sofrimento.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Ter um bebê nos braços é uma experiência intensa e, às vezes, paradoxal: enquanto a chegada inspira amor e expectativa, o corpo passa por uma verdadeira “montanha-russa” hormonal que pode ativar uma tristeza aparentemente sem motivo, conhecida como baby blues. Após o parto, há uma queda brusca de progesterona e estrogênio; a neurociência mostra que essa variação afeta circuitos de serotonina e dopamina, diminuindo a sensação de bem-estar e deixando o sistema límbico mais sensível. É como se o cérebro pedisse um tempo para recalibrar a química enquanto você se adapta ao novo ritmo de sono, responsabilidades e mudanças de identidade que a maternidade traz.

Em terapia, trabalhamos para acolher essas emoções sem julgá-las, dando espaço para que se expressem em vez de reprimi-las. Nem sempre é preciso “consertar” a tristeza de imediato; muitas vezes, é mais saudável compreendê-la como parte do processo de ajuste. Caso as lágrimas tornem-se frequentes ou venham acompanhadas de culpa intensa, ideias de incapacidade ou dificuldade de criar vínculo com o bebê, vale considerar uma avaliação com um(a) psiquiatra, pois algumas mães evoluem do baby blues para um quadro de depressão pós-parto que se beneficia de acompanhamento medicamentoso em conjunto com a psicoterapia.

Quando você se permite observar essa tristeza como um sinal ― e não como falha ― o que ela parece pedir: descanso, companhia, palavras de validação? Que pequenas redes de apoio poderiam ser acionadas hoje, mesmo que por mensagens ou videochamada, para que o “peso” se torne compartilhado? Se pudesse escolher um único momento do dia para cuidar de si, qual seria e como ele se pareceria?

Perceber o que o corpo sente ao segurar sua filha, notar a respiração de vocês duas e permitir que o contato pele a pele libere ocitocina pode ser um primeiro passo para regular o sistema nervoso. Que histórias surgem na sua mente quando você imagina aceitar ajuda externa, seja de familiares, profissionais de saúde ou grupos de mães, em vez de tentar ser “forte” o tempo todo? Explorar essas questões em sessão pode transformar a tristeza em ponte para a construção de um vínculo materno mais suave e autêntico. Caso precise, estou à disposição.

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