Traumas de infância causam Disforia Sensível à Rejeição (RSD) ?

3 respostas
Traumas de infância causam Disforia Sensível à Rejeição (RSD) ?
A Disforia Sensível à Rejeição não é um diagnóstico clínico, mas um termo que descreve respostas emocionais intensas diante da possibilidade de rejeição. Traumas na infância, especialmente experiências de abandono, invalidação emocional, negligência ou vínculos instáveis, podem contribuir para que a pessoa desenvolva uma sensibilidade aumentada à rejeição ao longo da vida. Essas vivências precoces tendem a marcar a forma como o sujeito se percebe e se relaciona com o outro, fazendo com que situações atuais despertem dores antigas. Na psicoterapia, é possível compreender essas marcas, elaborar o trauma e construir maneiras mais cuidadosas e seguras de se relacionar consigo e com os outros, reduzindo o sofrimento emocional.

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A relação entre o que chama de “trauma” e o modo como alguém vive a rejeição não se explica por uma linha reta de causa e efeito. Cada sujeito inventa sua própria trama. Se algo da infância ressoa hoje como sensibilidade extrema, é no espaço da análise que isso pode tomar forma — e talvez outro nome. O que se repete aí, só você pode descobrir falando.
Estou à disposição caso queira entender mais sobre o processo de análise!
 Kátia Regina Moledo
Psicólogo
Guarulhos
Sim. As necessidade emocionais não atendidas adequadamente na infância, pode desencadear vários problemas emocionais e dentre eles a RSD.
Pessoas com Disforia Sensível à Rejeição muitas vezes cresceram com pais muito críticos, imprevisíveis, pouco afetivos ou superprotetores. Isso faz a criança aprender a ter medo de errar e sentir rejeição com mais intensidade.

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