Dra. Rosana Maria Schwerz

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Florianópolis 1 endereço

Número de registro: CRP SC 12/11871

Experiência

Graduada em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - UNESP - Campus Assis (2012). Coaching Psychology pela Academia do Psicólogo (2016), Especialista em Gênero e Diversidade na escola, pela Universidade Federal de Santa Catarina UFSC (2016) e Pós graduada em filosofia e autoconhecimento pela PUCRS (2019). Mestra em Psicologia na área de Psicologia Social e Cultura pela UFSC (2022). Foi colaboradora do nono plenário do Conselho Estadual de Psicologia CRP12 (2017/2019) na comissão mulheres e psicologia e comissão de comunicação. Possuo estudos e experiencia na área de psicologia social, psicanálise, transferência e violências. Atuo como psicóloga clinica, sob o referencial da psicanálise a 9 anos, atualmente presencial em Florianópolis e online, atendendo adolescentes e adultos, sob diferentes demandas.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicoterapia de abordagem psicanalítica

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    A partir de R$ 0

  • Aconselhamento Psicológico


  • Consulta de psicologia online

    R$ 180

  • Consulta psicológica do adolescente


  • Consulta psicológica do adulto


Consultório

Rosana Maria Schwerz
Rosana Schwerz - Psicóloga

Rua Professora Maria do Patrocínio Coelho, 546, casa, Pantanal, Florianópolis 88040-230

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

quem tem depressão ainda pode ter dias bons? eu me identifico com a maioria dos sintomas

quem tem depressão ainda pode ter dias bons? eu me identifico com a maioria dos sintomas, mas não me sinto pronta para buscar um profissional porque tem dias que acordo funcional, mesmo procrastinando atividades eu ainda consigo seguir o dia normal e rir com as coisas. Muitas vezes sinto que só estou fingindo sintomas e querendo ser especial, mesmo que eu não fale sobre isso com ninguém.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Rosana Maria Schwerz

Sim. Quem tem depressão também pode ter dias bons, rir, sentir prazer e conseguir realizar suas atividades. A depressão não se manifesta da mesma forma todos os dias, nem impede que a pessoa continue funcionando.

E você não precisa estar mal o tempo todo para que seu sofrimento seja legítimo. Conseguir seguir a rotina não significa, necessariamente, estar bem emocionalmente.

Às vezes, a gente invalida a própria dor porque acredita que ela precisa ser intensa o suficiente para merecer atenção. Mas você não precisa chegar ao seu limite para buscar ajuda.

E sobre sentir que está fingindo ou querendo ser especial: ter essas dúvidas não significa que seus sintomas sejam falsos. Você não precisa ter certeza de que tem depressão para procurar um profissional. A terapia também é um espaço para compreender o que você sente, sem precisar chegar com um diagnóstico pronto. Vai digerindo a ideia e quando você se sentir pronta, você procura um profissional para conversar! Pode ser no seu tempo.

Você não precisa esperar deixar de funcionar para começar a cuidar de si.


O que é "Terapia de Exposição" (acho que era esse o nome)?

O que é "Terapia de Exposição" (acho que era esse o nome)?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Rosana Maria Schwerz

A Terapia de Exposição é uma abordagem utilizada principalmente no tratamento de transtornos de ansiedade, fobias, pânico e situações em que a pessoa passa a evitar algo por medo ou sofrimento.

A ideia é ajudar a pessoa a entrar em contato, de forma gradual, planejada e segura, com aquilo que provoca medo ou ansiedade, para que ela possa desenvolver novas formas de lidar com essas experiências.

Por exemplo: alguém que tem medo intenso de falar em público pode começar imaginando essa situação, depois falar diante de poucas pessoas e, aos poucos, avançar conforme se sentir preparada.

Isso não significa forçar alguém a enfrentar seus medos de uma vez, muito menos desconsiderar seu sofrimento. O processo precisa respeitar o ritmo da pessoa e ser conduzido com critério clínico.

O objetivo não é eliminar todo o medo, mas ajudar a pessoa a perceber que pode lidar com ele sem precisar organizar toda a sua vida em torno da fuga.


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Perguntas frequentes