Wagner Ferreira da Silveira

Psicólogo · Mais

Curitiba 1 endereço

Número de registro: CRP PR 36232

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Experiência

Ofereço um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos, onde você pode se expressar com liberdade, se conhecer melhor e trabalhar suas questões emocionais e subjetivas.

Atendo adolescentes e adultos, sempre com escuta atenta, ética e comprometida. Minha abordagem é a Psicanálise.

Sou formado em Psicologia pelo Centro Universitário UnidomBosco, pós-graduado em Psicanálise e pós-graduando em Neuropsicologia pela Anhanguera.

Também compartilho parte do meu trabalho no instagram, onde crio tirinhas, animações e desenhos digitais com temas relacionados à psicologia, à psicanálise e ao cotidiano da clínica.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia


  • Tratamento da ansiedade na infância e adolescência

    A partir de R$ 0

  • Relacionamentos poliamorosos

    Consultar valores

  • Terapia online

    A partir de R$ 0

  • Terapia online para brasileiros que moram no exterior

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Disponibilidade

Número de telefone

(41) 99869...
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Atendimento Online- Curitiba

Rua Agenor Antônio Rodrigues, 000, Sítio Cercado, Curitiba 81920-210

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

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8 opiniões

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  • F

    Excelente profissional, acolhedor, ambiente seguro para desabafos e descobertas profundas, minha vida está mudando com esse processo... Gratidão!

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  • L

    Um ótimo profissional,Sempre me ajudando a lidar com minhas questões, durante todo o tempo que passo com o Wagner só vejo melhora no meu bem estar e aprendendo a lidar com meus problemas. Descobri muito sobre mim e estou progredindo cada vez mais.
    Entre todos que já tive, ele foi o que realmente me ajudou

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  • F

    Escuta ativa muita boa, horário excelente, consulta de forma neutra e leve

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  • C

    Profissional competente, atencioso e empático gostei muito, passa segurança e clareza, no que é dito.

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  • A

    Atendimento ótimo um profissional muito atencioso

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  • T

    Me sinto sempre muito a vontade, ouvida e acolhida. Recomendo demais!

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  • V

    Profissional incrível! O Wagner tem uma escuta atenta e um jeito muito acolhedor, que faz toda diferença no processo. Cada conversa me trouxe clareza e me ajudou a lidar melhor com meus desafios. Recomendo de olhos fechados!

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  • L

    Excelente profissional, muito atencioso aos detalhes, explicações claras e honestas, recomendo muito, de muita confiança

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como a camuflagem afeta a identidade de uma pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

A camuflagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) refere-se ao esforço contínuo que a pessoa faz para ocultar ou compensar características do autismo na procura de se adaptar às expectativas sociais. Isso pode incluir imitar comportamentos, controlar gestos, forçar contato visual ou “atuar” socialmente, por exemplo.

Do ponto de vista psicanalítico, esse movimento pode ter efeitos sobre a identidade. Quando a pessoa precisa constantemente se afastar do próprio modo de ser para tentar corresponder ao outro, pode surgir um sentimento de estranhamento de si, cansaço psíquico, angústia e dificuldade em reconhecer o que é próprio do seu desejo e do seu funcionamento subjetivo. Sem falar que tentar camuflar sempre, aquilo que se sente e que faz parte de si, pode ser incrivelmente exaustivo e angustiante.

A identidade, na psicanálise, não é algo fixo, mas se constrói na relação com o outro e com a linguagem. A camuflagem excessiva pode levar a uma organização em que o sujeito se apoia mais em um “personagem” do que em uma posição subjetiva própria, o que, ao longo do tempo, pode contribuir para sofrimento emocional. Muitas coisas podem contribuir para isso como, medo de ser julgado, tentar parecer forte, fingir que está tudo bem.

O trabalho clínico, busca oferecer um espaço seguro, em que a pessoa possa se expressar sem a exigência de mascaramento/camuflagem, favorecendo o reconhecimento de seu modo singular de estar no mundo, sem reduzir o sujeito ao diagnóstico, além de reconhecer os próprios sentimentos, vontades e desejos ao invés de manter o sujeito preso naquilo que se espera dele ou que se acha que lhe é esperado.

 Wagner Ferreira da Silveira

Como a psicoterapia pode ajudar a lidar com a hipersensibilidade a sinais sociais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

A psicoterapia pode atuar como um espaço de transformação do funcionamento emocional e relacional do indivíduo. Por meio do setting terapêutico, que oferece um espaço seguro, cria-se um ambiente no qual emoções intensas podem ser expressas sem que isso resulte em rejeição ou ruptura do vínculo. Nesse contexto, o psicólogo/psicanalista exerce uma função de continência emocional, acolhendo os afetos do paciente e ajudando-o a nomeá-los e compreendê-los, o que pode diminuir reações impulsivas e sentimentos de ameaça.

Ao longo do processo terapêutico, essa função reguladora pode ser internalizada pelo paciente, ampliando sua capacidade de autorregulação emocional. A relação terapêutica também possibilita a repetição e elaboração de padrões relacionais marcados por hipersensibilidade, medo de abandono e dificuldade em lidar com ambivalências, por exemplo. Vivenciar frustrações em um vínculo estável permite que o indivíduo reduza a hiper vigilância a sinais sociais e desenvolva formas mais flexíveis de se relacionar.

O objetivo da psicoterapia, portanto, não é eliminar a sensibilidade emocional, mas transforma-la em algo simbolizável e pensável, permitindo que o sujeito lide com suas emoções de maneira menos ameaçadora. Isso pode favorecer relações mais estáveis e uma experiência de si mais integrada, com maior segurança emocional.

 Wagner Ferreira da Silveira
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