Avenida Antártica 675, São Paulo 05003-020
Estarei de férias de 17/12 a 1/1.
Agradeço a compreensão e desejo um fim de ano tranquilo e cheio de cuidado consigo mesmo.
05/12/2025
Com anos de experiência no atendimento psicológico em consultório e duas décadas como gestora de Recursos Humanos, desenvolvi um olhar profundo sobre como o ritmo e as pressões do cotidiano — especialmente no trabalho — podem intensificar a ansiedade, afetar o corpo, a produtividade e a vida como um todo. Isso me permite compreender, com autenticidade, o que tantas pessoas sentem no dia a dia.
Minha atuação é guiada pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), baseada em evidências e eficaz no cuidado da ansiedade, depressão, crises de pânico, transtornos alimentares e outras dificuldades emocionais. A TCC oferece clareza, estrutura e um espaço seguro para entender pensamentos, emoções e construir novas formas de lidar com o que pesa.
Meu propósito é caminhar ao seu lado com técnica, empatia e acolhimento — ajudando você a atravessar desafios, fortalecer sua força interna e viver com mais equilíbrio, leveza e sentido. Atendo adultos e adolescentes online e presencial; agende sua sessão e cuide de você.
Avenida Antártica 675, São Paulo 05003-020
Estarei de férias de 17/12 a 1/1.
Agradeço a compreensão e desejo um fim de ano tranquilo e cheio de cuidado consigo mesmo.
05/12/2025
Fobias
A fobia vai além de “um medo forte”. O corpo dispara: coração acelerado, tensão, vontade de fugir, sensação de perda de controle. Isso desgasta, limita a rotina e cria o medo antecipado de passar por tudo de novo. A terapia ajuda a entender o que sustenta esse medo, reduzir a resposta física, reconstruir segurança e enfrentar, aos poucos, o que hoje parece impossível. Com apoio certo, é possível retomar autonomia e leveza.
Depressão
A depressão pode aparecer como cansaço profundo, perda de interesse, tristeza persistente, dificuldade de se concentrar, culpa, irritabilidade e aquela sensação de estar vivendo no automático. Às vezes, até tarefas simples parecem pesadas demais — e isso pode fazer você se sentir sozinho(a) dentro de si. A terapia ajuda a entender o que mantém esse ciclo, reorganizar pensamentos, recuperar motivação e construir passos reais de cuidado. O objetivo é retomar o ritmo, reconectar-se com quem você é e voltar a sentir vida onde hoje só existe peso.
Ataque de pânico
Um ataque de pânico costuma chegar de repente: coração acelerado, falta de ar, tontura, sensação de desmaio, medo de “perder o controle” ou de que algo grave vai acontecer. Mesmo sem perigo real, o corpo reage como se estivesse diante de uma ameaça — e isso assusta, esgota e cria o medo de ter outro episódio. A terapia ajuda a entender o que dispara essas crises, regular o sistema nervoso, quebrar o ciclo do medo e recuperar segurança interna. Com orientação certa, é possível reduzir a intensidade dos sintomas e retomar a confiança no próprio corpo.
Síndrome de burnout
Burnout não aparece de um dia para o outro. Ele cresce no silêncio: cansaço que não passa, mente acelerada, irritabilidade, culpa por “não dar conta”, insônia, sensação de estar sempre no limite, especialmente no contexto do trabalho. A terapia ajuda a reconhecer sinais, reorganizar limites, recuperar energia emocional e construir uma rotina mais saudável. Com apoio certo, é possível frear o ciclo de exaustão e voltar a respirar com mais clareza e equilíbrio.
Ansiedade
A ansiedade sempre fez parte da vida, mas hoje o “alerta” dispara mesmo sem perigo real. Excesso de estímulos, redes sociais, pressão por desempenho e ritmo acelerado mantêm o corpo em sobrecarga — por isso tanta gente sente a mente acelerada, irritabilidade, tensão, insônia e a sensação de estar no limite. A Terapia cognitivo-comportamental ajuda porque é prática e estruturada: identifica pensamentos que aumentam a ansiedade, entende como eles afetam emoções e ajusta comportamentos que mantêm o ciclo de sentir ansiedade. O objetivo é recuperar equilíbrio e agir com mais clareza e autonomia. Com apoio terapêutico, é possível aliviar sintomas e reconstruir uma rotina mais leve.
Aceito
Aceito
Aceito
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
14 opiniões
Uma profissional incrível, dedicada, pontual e extremamente comprometida.
Júlia Brunetti
Obrigada por compartilhar a sua percepção, agradeço de coração!
Gostaria de elogiar o trabalho dessa psicóloga incrível. O consultório é organizado, acolhedor e transmite muita confiança. Ela conduz as sessões com profissionalismo, empatia e cuidado, fazendo com que a gente se sinta compreendida e respeitada. O trabalho dela contribui para o nosso bem-estar e evolução.
Júlia Brunetti
Agradeço muito pelo seu feedback e pela confiança no meu trabalho. Fico feliz em saber que você se sente acolhida e respeitada no processo. A escuta, o vínculo e um espaço seguro são essenciais para promover bem-estar e evolução. Obrigada por compartilhar sua experiência.
A profissional Dra. Julia Brunetti atua diretamente trabalhando com a alma, com a a capacidade de se aumentar a auto estima, com a importância de conhecer a si mesmo. Transmite confiança, segurança uma dedicação incrível com a saúde mental. Sabe aquela profissional que tem o dom de mudar sua vibração e lhe transmitir tranquilidade e segurança. Sabe ouvir, questionar o que faz que você enxergue outras perspectivas.
Recomendo essa profissional, pois vem mudando para melhor a vida de muitas pessoas.
Júlia Brunetti
Recebo suas palavras com muita gratidão. O processo em saúde mental se constrói aos poucos, a partir da escuta, do diálogo e da confiança mútua. Fico feliz em saber que esse caminho tem favorecido novas reflexões e trazido mais segurança. Muito obrigada por compartilhar sua experiência.
Júlia é uma profissional super atenciosa, com escuta ativa que maneja de forma esclarecida o acolhimento, baseando- se na ética, ciência e profissionalismo.
Júlia Brunetti
Agradeço muito pelo seu relato e pela confiança. Fico feliz que o acolhimento tenha sido vivido dessa forma. Destaco também que a sua abertura, participação e dedicação foram fundamentais para que esse primeiro encontro pudesse acontecer com clareza e cuidado.
A psicoterapia é construída em parceria, e o seu envolvimento é essencial para que a jornada seja efetiva. Seguimos com ética, ciência e respeito.
A Júlia é uma profissional que supera qualquer expectativa. Desde o primeiro contato, demonstrou um nível de profissionalismo, ética e domínio técnico muito acima do esperado. Atuou comigo em um momento bastante crítico, conduzindo cada etapa com sensibilidade, precisão e profundo entendimento da situação.
Sua capacidade de aliar conhecimento técnico à empatia fez toda a diferença. As orientações, os conselhos e a clareza com que ajudou a reorganizar e solucionar questões complexas foram essenciais — e, sinceramente, eu não teria conseguido resolver sozinho.
Sou imensamente grato por todo o apoio, pela condução segura e pela parceria construída ao longo desse tempo. Sem dúvida, sua atuação teve — e continuará tendo — um impacto muito importante na minha trajetória profissional.
Recomendo fortemente a Júlia, não apenas pela competência técnica extraordinária, mas também pela postura humana, sensível e colaborativa que a torna uma profissional realmente diferenciada.
Júlia Brunetti
Receber um reconhecimento como esse me toca profundamente. Obrigada, de verdade, pela generosidade das suas palavras e pela confiança construída ao longo desse processo. Atuar ao seu lado em um momento tão delicado foi, antes de tudo, um exercício de responsabilidade, escuta e respeito pela complexidade da situação. Fico muito feliz em saber que minha condução, minhas orientações e a forma como caminhei com você fizeram diferença — esse é, sem dúvida, o sentido do meu trabalho.
Acredito muito em parcerias construídas com ética, clareza e humanidade, e essa experiência reforça o quanto o trabalho feito com compromisso e empatia pode gerar transformações reais. Sua abertura, envolvimento e dedicação também foram fundamentais para que os caminhos se organizassem.
Obrigada por confiar, por caminhar junto e por compartilhar esse retorno de forma tão cuidadosa.
Profissional extremamente competente, acolhedora e ética em tudo o que se propõe a fazer. Demonstra uma visão muito aprofundada e séria sobre a saúde mental, sendo uma referência de confiança e dedicação.
Júlia Brunetti
Agradeço de coração por esse reconhecimento. Ele reforça o propósito que orienta minha prática e a responsabilidade que assumo em cada encontro e em cada escuta.
“Profissional de excelência, dotado(a) de grande sensibilidade e maturidade para conduzir desde as questões mais simples do cotidiano até as mais complexas. Possui sólida expertise na área de Saúde Mental.”
Júlia Brunetti
Recebo esse elogio com muita gratidão. Ele reforça o sentido que atribuo ao meu trabalho e o compromisso diário de exercer uma prática ética, humana e tecnicamente responsável em Saúde Mental.
Me sinto muito mais segura desde que comecei o acompanhamento
Júlia Brunetti
Sou muito grata por sua jornada.
Como mãe que trabalha, me senti acolhida e fortalecida. A Júlia é uma excelente profissional e eu recomendo muito!
Júlia Brunetti
Fico muito feliz em ter contribuído com seu potencial como mãe e profissional! Gratidão.
Aprendi a controlar o meu tempo nas redes sociais. Foi muito importante para mim e para meu desempenho no trabalho. Recomendo.
Júlia Brunetti
Com disciplina, foco, entendimento da importância de reconstruir sua rotina e celebrando cada conquista sua chegamos lá! Fico muito feliz pelos resultados!
18 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são "mimadas" ou "sobreviventes de trauma"?
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não são “mimadas”. Do ponto de vista da Terapia comportamental Dialética (DBT) e da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), elas são, em grande parte, sobreviventes de experiências emocionais difíceis, como invalidação emocional, abandono, negligência ou expostas a situações traumáticas de forma recorrente, principalmente ao longo da infância e/ou adolescência.
O TPB envolve um sistema emocional mais sensível, que reage com intensidade maior e demora mais para se regular. Muitos comportamentos vistos como “exagerados” são, na verdade, tentativas de lidar com dor emocional intensa, medo de rejeição ou abandono.
A boa notícia é que, com psicoterapia adequada — especialmente a DBT — é possível aprender habilidades para regular emoções, lidar melhor com relacionamentos e reduzir o sofrimento, promovendo mais estabilidade e qualidade de vida.
Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo
O que você descreve aponta para um padrão relacional associado à ansiedade, onde o sofrimento não está exatamente no vínculo em si, mas na forma como seu sistema emocional reage a diferentes tipos de proximidade.
Em relações desafiadoras, instáveis ou com menos disponibilidade afetiva, é frequente que a pessoa fique mais focada em “dar conta”, se adaptar ou sustentar o vínculo — o que pode silenciar momentaneamente a ansiedade ligada à intimidade. Já em relações mais seguras, onde há afeto, reciprocidade e tranquilidade, o vínculo se aprofunda e isso pode ativar medos inconscientes, como:
medo de não corresponder,
medo de machucar o outro,
medo de “descobrir” que não ama de verdade,
medo de perder algo bom por falhar emocionalmente.
Esses pensamentos costumam vir acompanhados de sensações físicas (como o aperto no peito) e não são sinais de verdade emocional, mas sim de ansiedade antecipatória. A ansiedade tende a produzir dúvidas excessivas, especialmente em contextos que envolvem vínculo, segurança e entrega.
O fato de você desejar amar, se preocupar em não ferir o outro e querer quebrar esse ciclo já indica capacidade afetiva preservada. Pessoas que não conseguem amar, em geral, não sofrem por isso nem refletem sobre esse tema com tanta profundidade.
Um ponto importante é compreender que amor não se mede pela ausência de medo, e sim pela possibilidade de permanecer, conhecer o outro e a si mesmo, mesmo com inseguranças. Tentar “resolver” a ansiedade antes de se permitir viver a relação costuma reforçar o ciclo.
O acompanhamento psicológico pode ajudar a:
identificar a origem desses medos,
diferenciar ansiedade de falta de amor,
trabalhar padrões de apego e crenças sobre relacionamento,
aprender a tolerar a intimidade sem precisar fugir dela.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.