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Ler mais06/06/2025
Rio de Janeiro 2 endereços
Número de registro: CRM RJ 01111981 RQE 47408
44 opiniõesMédica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ginecologista e Obstetra pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Especialista em Ginecologia Endócrina e Climatério pela Universidade de São Paulo (USP), Reprodução Humana pelo Inst. Sapientiae – Fertility e em Ginecologia da Infância e Adolescência pela USP.
Professora da pós-graduação de Ginecologia Endócrina e Reprodução da Sociedade de Ginecologia e Mastologia do Rio de Janeiro (SOGIMA).
Busco uma abordagem humanizada e empática, procurando criar um ambiente onde as mulheres se sintam à vontade para compartilhar suas preocupações, com respeito e acolhimento. Acredito que ouvir e compreender as histórias de cada mulher é essencial para oferecer o cuidado mais adequado às suas necessidades.
Vamos juntas?
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Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
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Mais mencionado pelos pacientes
Médica pontual, boa profissional, atenciosa, me deixou super tranquila e a vontade.
Atendimento de maravilhoso! A doutora fica 1 hora com você. Te escuta sem interromper, examina tudo com paciência e delicadeza. Não tem correria no atendimento e tira todas as dúvidas sem pressa!
Muito atenciosa e tira todas as dúvidas, não teve pressa na consulta.
A dra Bárbara é muito sábia e atenta aos detalhes. Tive uma consulta como nunca tive antes com outros profissionais. Consulta de rotina super completa.
Aproveitei para retirar o Implanon que já estava vencido e ela retirou com toda calma e sutileza. O pós foi ótimo! Meu braço não doeu e nem ficou roxo! Estava com receio de retirar devido a relatos de pessoas próximas, mas comigo foi tudo excelente!
Super recomendo a dra Bárbara!
Excelente profissional!! Me senti acolhida e escutada durante todas as consultas, confio na Dra Bárbara de olhos fechados!
Ótima médica, adorei minha consulta! Super simpática e atenciosa. Respondeu as minhas perguntas com muita segurança. Volto em breve para colocar meu diu.
Excelente profissional, muito acolhedora e simpática! Recomendo!
Estive com minhas 2 filhas adolescentes (13 e 15 anos) em consulta com Dra Bárbara e só tenho elogios. Muito atenciosa e carinhosa com minhas filhas.
Tirou minhas dúvidas! Já marquei retorno! Muito obrigada, Dra!
Excelente profissional. Ótimo acolhimento, explicação detalhada e exame físico minucioso. Saí muito satisfeita da consulta.
14 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Oi eu tenho 37 anos, e sinto muito frio e calor noturno, pode ser sintoma de menopausa?
Oi eu tenho 37 anos, e sinto muito frio e calor noturno, pode ser sintoma de menopausa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sensações de calor e frio noturnos podem estar relacionadas a alterações hormonais, mas é importante destacar que a menopausa precoce — definida como o cessar definitivo das menstruações antes dos 40 anos — não é comum e deve ser cuidadosamente investigada. Esses sintomas podem indicar o início do climatério em algumas mulheres, mas também podem ter outras causas, como distúrbios da tireoide, alterações do sono ou fatores emocionais. O mais adequado é procurar avaliação médica para uma investigação clínica e laboratorial completa. Com o acompanhamento certo é possível aliviar os seus sintomas e propiciar um tratamento adequado para prevenir os problemas da menopausa precoce.
Espero que eu tenha ajudado. Abraços.
O que fazer quando tem síndrome do ovário policístico, e esteatose hepática. Qual a melhor opção par
O que fazer quando tem síndrome do ovário policístico, e esteatose hepática. Qual a melhor opção para os dois?
Pq a pílula faz mal ao fígado, mas se eu não tratar a síndrome do ovário policístico também é ruim. Oq eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
O Tratamento da Síndrome dos Ovários Policisticos não se limitam à pilula anticoncepcional. Primeiramente deve ser avaliado qual é o fenótipo ( ''tipo'') da sua SOP. Após esse passo, o tratamento deve ser alinhado. De forma GERAL, o tratamento inclui dieta, atividade física, perda de peso e alguns remédios podem ser associados, principalmente em situação de Esteatose hepática associada.
Em relação a pílula, caso seja necessário para o seu caso, pode ser realizado métodos que não façam passagem pelo fígado também. Existem diversos métodos assim.
Espero que eu tenha conseguido esclarecer algumas dúvidas. Abraços.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.