Beatriz Heerdt Muniz

Psicóloga · Mais

Curitiba 1 endereço

Número de registro: CRP PR 25893

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Experiência

Sou psicóloga formada pela UTP-PR, com especialização em terapia somática do trauma e terapia familiar sistêmica, além de certificação em EMDR. Minha atuação integra essas abordagens de forma sensível e cuidadosa, considerando corpo, mente e emoções no processo terapêutico.

Atendo crianças, adolescentes, jovens e adultos que estejam enfrentando dificuldades emocionais, comportamentais, mudanças importantes ou momentos em que a vida parece confusa, pesada ou fora do controle. Muitos pacientes chegam sentindo ansiedade, estresse, sobrecarga, dificuldades escolares, conflitos internos ou simplesmente sem entender por que não conseguem se sentir bem.

Nos atendimentos infantis, trabalho com recursos lúdicos e acompanhamento próximo dos responsáveis, ajudando a criança a compreender e expressar emoções e desenvolver habilidades de regulação emocional, enquanto oriento pais e cuidadores na construção de um ambiente mais seguro e acolhedor.

Com adolescentes e adultos, ofereço um espaço de escuta, acolhimento e compreensão, auxiliando a identificar o que está na base dos sintomas, fortalecer recursos internos e desenvolver mais presença, clareza e estabilidade emocional no dia a dia.

Como terapeuta somática, considero que o corpo também carrega registros de estresse e experiências difíceis. Utilizo estratégias que ajudam a reorganizar o sistema nervoso, recuperar sensação de segurança interna e ampliar a capacidade de lidar com emoções e desafios.

No EMDR, apoio o cérebro a processar memórias difíceis ou vivências que ainda provocam ansiedade, insegurança ou reações desproporcionais no presente. O objetivo é permitir que essas experiências sejam integradas de forma mais adaptativa e leve.

Meu propósito é caminhar ao lado de cada paciente, respeitando seu ritmo, sua história e suas necessidades, para que possa encontrar mais equilíbrio, confiança e bem-estar emocional. Seja qual for a demanda — emocional, escolar, familiar ou pessoal — estou aqui para acolher, apoiar e construir caminhos possíveis.

Atendo presencialmente e online.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicoterapia emdr
Terapia do trauma

Experiência em:

  • Psicologia infantil
  • Psicoterapia para adolescentes

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

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Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    A partir de R$ 200

  • Teleconsulta

    R$ 200

  • Consulta psicológica da criança


  • Consulta psicológica do adolescente


  • Consulta psicológica do adulto


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Aceito

Número de telefone

(41) 3514...
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Psicoterapia Presencial

Rua Nunes Machado 472, Sala 1702 - 17° andar, Rebouças, Curitiba 80250-000

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

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  • J

    Profissional que me acompanha a mais de 1 ano d que tem me ajudado muito, adoro!!

     • Psicoterapia Presencial Consulta psicológica do adulto  • 

  • K

    Gratidão eterna por todo o auxílio que tenho tido, mais que indico!

     • Psicoterapia Online (Teleconsulta) Psicoterapia online  • 

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Timidez

Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, creio que a raiz dela é desde minha infância, tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, manter conversas e etc, até ai ok eu vivi minha vida, resultado: solitude e bloqueio emocional, tenho apenas 1 amigo que está desde minha infância comigo, ainda tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, isso pode parecer bobo mas já arruinou, amizades, trabalho em grupo, questões amorosas, basicamente tudo em minha vida, como posso lidar com isso? Creio que não sou tímido, mas a falta de conhecimento nesse tipo de interação me gera insegurança, consequentemente levando a timidez de qualquer forma, também gostaria de saber lidar com o fato de que amadureci demais, me sinto sem graça e estóico, rejeito pessoas e amizades para evitar frustrações, a propósito tenho toc diagnósticado.

Olá. Obrigada por conseguir colocar tudo isso em palavras, isso, por si só, já mostra consciência e um desejo genuíno de cuidar de si.

Dificuldades persistentes de interação, sensação de bloqueio emocional, isolamento, medo de frustração e um funcionamento mais “fechado” muitas vezes têm relação com experiências emocionais precoces, onde o contato, a expressão ou a segurança relacional não puderam se desenvolver de forma tranquila. Com o tempo, o organismo aprende a se proteger evitando vínculos, não por falta de interesse, mas por medo de sofrimento.

Esse “amadurecer demais”, sentir-se estóico ou sem graça, pode ser entendido como uma adaptação emocional: uma forma de conter emoções para não se machucar. Isso não significa que você seja frio ou incapaz de se conectar, significa que seu sistema nervoso aprendeu a funcionar assim para se proteger. 

A psicoterapia pode ajudar muito nesse processo, especialmente abordagens que olham para a história emocional, o trauma relacional e a regulação emocional. O trabalho não é “forçar” habilidades sociais, mas reconstruir segurança interna, ampliar a tolerância ao contato e permitir vínculos de forma gradual e respeitosa com o seu ritmo.
É possível aprender novas formas de se relacionar sem deixar de ser quem você é. 

 Beatriz Heerdt Muniz

Boa noite.
Há um mês atrás, presenciei um assalto na volta pra casa do serviço dentro de um coletivo e em momento algum os meliantes mexeram comigo, mas foi o suficiente para me mudar por inteiro. Primeiro que parei de pegar coletivos, tanto pra ir pro serviço, quanto pra voltar. Não consigo me sentir segura na rua nem mesmo com meus familiares, tenho pensamentos de que a qualquer momento podem me matar, que estou sentindo seguida, hipervigilãncia, medo extremo e sinto que afetou a minha vida social também, pois só me sinto segura em casa, tenho evitado sair, a não ser pro meu serviço. Quero saber como posso tratar essa questão, pois eu só quero voltar a ser normal como antes.

Sinto muito pelo que você viveu, presenciar um assalto é uma experiência potencialmente traumática, mesmo quando não há agressão direta. O que você descreve não é fraqueza nem exagero: são reações do sistema nervoso após uma situação de ameaça real.

Depois de eventos assim, é comum o corpo e o cérebro permanecerem em estado de alerta, como uma forma de proteção. Isso pode gerar hipervigilância, medo intenso, sensação de estar sendo seguido, evitação de lugares e mudanças importantes na rotina e na vida social, significa que seu organismo ainda está tentando se sentir seguro.

O tratamento envolve psicoterapia, especialmente abordagens que trabalham o trauma e a regulação emocional, ajudando o sistema nervoso a sair desse estado de alarme e a retomar a sensação de segurança. Existem métodos que não exigem reviver o evento o tempo todo, mas focam em estabilização, recursos internos e processamento gradual da experiência.

Com o acompanhamento adequado, é possível reduzir esses sintomas e recuperar sua autonomia, voltando a circular, se relacionar e viver com mais tranquilidade. Se, neste momento, ainda não for possível buscar ajuda profissional, procure estar com pessoas que transmitam segurança, pois a sensação de apoio na relação com o outro ajuda o sistema nervoso a se regular.

 Beatriz Heerdt Muniz
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Perguntas frequentes