Carla Cardim
Psicóloga
·
Mais
sobre as especializações
São Bernardo do Campo 2 endereços
Número de registro: CRP 06/55258
Experiência
Formada em Bacharelado e Licenciatura em Psicologia pela Universidade Mackenzie em 1997, atuo em atendimentos online, com adolescentes, adultos e idosos. Acompanhamento de pacientes com problemas em relacionamentos abusivos, dependência emocional, autoestima, ansiedade, vícios. Elaboração de laudos. Graduação Psicologia, Universidade Mackenzie (1991 a 1997) Pós-Graduação Psicanálise, NPP – Núcleo de Pesquisas Psicanalíticas (2013 a 2016)
Abordagem terapêutica
Experiência em:
- Atendimento ao público lgbtqia+
Principais doenças tratadas
- Relacionamento abusivo
- Dependência emocional
- Baixa autoestima
- Ansiedade
- Dependência tecnológica
- +20 a11y_sr_more_diseases
Pacientes que trato
Serviços e preços
-
Consulta Psicologia
R$ 200 -
-
Primeira consulta psicologia
Consultar valores -
-
Avaliação psicológica no processo de identidade de gênero
R$ 200 -
-
Avaliação psicológica para cirurgia bariátrica
R$ 200 -
-
Consulta psicológica do adolescente
R$ 200 -
-
-
-
-
-
-
-
Consultórios (2)
Vila Mariana, São Bernardo do Campo
Disponibilidade
Este especialista não oferece agendamento online neste endereço
Disponibilidade
Este especialista não oferece agendamento online neste endereço
Planos de saúde não aceitos
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
Opiniões
19 opiniões
-
P
paciente
Pontos positivos
Gostei do atendimento
Pontos de melhoria
ESta tudo certo o atendimento• • Estresse •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição
-
P
paciente anônimo
Pontos positivos
Excelente profissional, ética e competente.• Uniclin • Panico na direcao •
Carla Cardim
Obrigada
-
Sua conta foi excluída
Pontos positivos
Tudo. Ótima compreensão nas sessões e facilidade de se entender e colocar na situação do próximo.• Atendimento Online • •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição
-
U
usuário
Pontos positivos
A psicóloga Carla sempre se mostrou dedicada e atenciosa aos problemas expostos por mim que sou paciente e também procura da melhor forma me orientar para que eu consiga minimizar os meus problemas pessoais.
Pontos de melhoria
A consulta possui apenas 30 minutos, poderia ter 15 ou 20 minutos a mais para que o paciente exponha melhor suas duvidas e também a psicóloga que teria mais tempo em analisar e sugerir um melhor tipo de comportamento dos seus pacientes.• Uniclin • Tratamento psicologico •
Carla Cardim
Obrigada. Infelizmente pelos planos de saúde o tempo é limitado. Estou a disposição.
-
P
paciente
Pontos positivos
Me ajudou muito!!
Pontos de melhoria
Foi tudo ótimo!• Uniclin • Precisando seguir em frente! •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição.
-
U
usuário
Pontos positivos
Do atendimento, e atenção• Uniclin • Tipos Psicológicos MBTI •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição.
-
A
anônimo
Pontos positivos
A Carla é uma profissional objetiva é sem dar a própria opinião, nos faz entender o q nos levou àquele determinado problema e conseguir resolve-lo da melhor maneira possível.• Atendimento Online • Consulta •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição.
-
Sua conta foi excluída
Pontos positivos
Carla é um excelente profissional• Atendimento Online • Psicanálise •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição.
-
A
anônimo
Pontos positivos
Gostei de td atendimento, inclusive pela transparência e esclarecimentos.
Pontos de melhoria
Gostei de td atendimento• • consulta para meu filho •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição.
-
P
paciente
Pontos positivos
Muito atenciosa. Competente. Passa muita tranquilidade e segurança.• • Avaliação Psicológica •
Carla Cardim
Obrigada. Estou a disposição.
Dúvidas respondidas
13 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
O medo de julgamento pode ser um obstáculo significativo para a aceitação do diagnóstico de Transtor
O medo de julgamento pode ser um obstáculo significativo para a aceitação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Como podemos trabalhar para reduzir esse medo e ajudar o paciente a se sentir mais confortável com a ideia de que o diagnóstico não é um julgamento pessoal?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo do julgamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é uma barreira real e dolorosa. Para muitos pacientes, receber esse diagnóstico soa como uma sentença de que eles são "difíceis", "manipuladores" ou "instáveis por escolha".
Como psicólogos, nossa missão é transformar esse "carimbo" em uma chave de compreensão. Para reduzir esse medo sem intensificar a negação, podemos adotar as seguintes estratégias:
1. Despatologizar com a "Metáfora do Termostato"
O paciente teme o diagnóstico porque ele foca na falha. Podemos mudar o foco para a biologia da sensibilidade.
Como abordar: "Imagine que todo mundo nasce com um termostato emocional. O seu é regulado para ser extremamente sensível; ele detecta 'fumaça' muito antes dos outros. O diagnóstico não diz que você é o problema, ele apenas explica que seu sistema de alerta é mais potente e que precisamos aprender a calibrar esse aparelho juntos."
O efeito: Isso retira o peso da "personalidade defeituosa" e coloca na "funcionalidade do sistema".
2. Validar a "Dor Invisível" antes do Rótulo
O medo do julgamento diminui quando o paciente percebe que o diagnóstico valida o sofrimento dele em vez de ignorá-lo.
Técnica: Antes de usar o nome do transtorno, descreva os sintomas como respostas adaptativas. "Você aprendeu a reagir intensamente porque, em algum momento, essa foi a única forma de ser ouvido ou de sobreviver emocionalmente. O diagnóstico é apenas o nome técnico para essa estratégia de sobrevivência que hoje te faz sofrer."
3. O Diagnóstico como "Manual de Instruções"
Apresente o diagnóstico como uma ferramenta de utilidade, não como uma definição de identidade.
Lógica sugerida: "Se você compra um aparelho complexo e ele não funciona, você se sente frustrado. Mas, se você lê o manual e entende que ele exige uma voltagem diferente, tudo muda. O diagnóstico de TPB é o seu manual: ele nos diz qual é a 'voltagem' certa para que você pare de entrar em curto-circuito."
4. Enfrentar o Estigma Social de Frente
Não finja que o preconceito não existe. Reconheça que a sociedade (e até alguns profissionais) julga o TPB de forma errada.
Transparência clínica: "Eu sei que você pode ter lido coisas terríveis sobre esse diagnóstico na internet. Mas o que eu vejo aqui não é uma pessoa 'difícil'; vejo alguém com uma sensibilidade acima da média tentando lidar com uma dor profunda. No meu consultório, o TPB não é um julgamento, é o ponto de partida para o seu alívio."
O Foco na "Linguagem Descomplicada"
Para reduzir o medo, evite o "psicologuês" distante. Use uma linguagem que humanize:
Em vez de "Labilidade Emocional", use "Sentimentos que mudam como o clima".
Em vez de "Impulsividade", use "Agir rápido para tentar parar a dor".
Quando o paciente percebe que o diagnóstico não é um ataque ao seu caráter, mas uma explicação para o seu caos interno, a negação começa a dar lugar à colaboração.
Comportamentos autodestrutivos são comuns em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB
Comportamentos autodestrutivos são comuns em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Quando o paciente nega o diagnóstico, como podemos intervir de maneira eficaz para evitar esses comportamentos e ajudá-lo a entender suas raízes emocionais sem intensificar a negação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com comportamentos autodestrutivos em pacientes com TPB que negam o diagnóstico exige uma estratégia de "comer pelas bordas". Se batermos de frente com o rótulo do transtorno, a reatividade aumenta e, com ela, o risco de novas crises.
O segredo está em focar na função do comportamento e na regulação da dor, em vez de focar na patologia.
1. Entenda a "Função" da Autodestruição
Para o paciente, o comportamento autodestrutivo (cortes, abuso de substâncias, gastos impulsivos, compulsão alimentar) não é o problema, mas a solução imediata para uma dor emocional insuportável. Quando ele nega o diagnóstico, ele nega que tem uma doença, mas não pode negar que sente uma "angústia que queima".
A Negação como Escudo: O paciente nega o TPB porque aceitá-lo soa como uma sentença de "ser louco" ou "instável para sempre".
A Intervenção: Valide a dor, não o comportamento. Em vez de dizer "Você faz isso porque é Borderline", diga: "Parece que essa dor ficou tão alta que seu cérebro buscou a única saída que conhecia para te dar um alívio rápido. Vamos entender o que aconteceu cinco minutos antes disso?"
2. A Técnica da "Cadeia de Eventos" (Sem Rótulos)
Sem mencionar o diagnóstico, ajude o paciente a mapear o caminho da crise. Isso ajuda a entender as raízes emocionais de forma lógica e menos invasiva.
O Gatilho: Identificar o evento externo (ex: um vácuo no WhatsApp).
A Vulnerabilidade: Identificar o estado físico (ex: "Eu estava sem dormir e com fome").
O Pensamento: A interpretação catastrófica ("Ele vai me deixar").
A Emoção: O tsunami emocional.
O Comportamento: A autodestruição para "anestesiar" a emoção.
Ao dissecar a cena, o paciente começa a perceber que existe um padrão, independentemente do nome que se dê a ele.
3. Substituição por Habilidades de Sobrevivência (TIPP)
Como o paciente em negação não quer ser "tratado", ofereça "ferramentas de resiliência" ou "biohacks" para baixar a adrenalina. A abordagem da Terapia Dialética Comportamental (DBT) é excelente aqui:
Temperatura: Use gelo ou água fria no rosto para ativar o reflexo de mergulho e baixar os batimentos cardíacos.
Intensa Atividade: Sugira um exercício explosivo por dois minutos.
Pacing (Ritmo): Respiração controlada.
A lógica para o paciente: "Isso não é um remédio para um transtorno, é um truque biológico para o seu corpo parar de sentir essa pressão no peito agora."
4. Linguagem de "Sensibilidade Aumentada"
Em vez de usar termos técnicos, use metáforas que tirem o peso da "culpa".
A Metáfora da Pele: Explique que algumas pessoas nascem com uma "pele emocional" mais fina, como se fossem queimados de terceiro grau tentando andar no sol. Qualquer toque dói mais neles do que nos outros.
O Benefício: Isso valida a intensidade da dor do paciente sem rotulá-lo como "difícil". Se ele se sente validado, a necessidade de se autodestruir para provar que está sofrendo diminui.
O Papel da Aliança Terapêutica
A melhor intervenção contra a autodestruição é o vínculo. Se o paciente sente que você é um aliado contra a dor dele, e não um juiz que quer carimbá-lo com um diagnóstico, a negação perde a função de defesa.
O foco deve ser: "Eu não quero que você pare de se machucar porque é proibido, mas porque eu quero que você sofra menos."
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.
Perguntas frequentes
-
Quais são as principais especialidades de Carla Cardim?Carla Cardim é psicóloga. Te mostramos alguns dos serviços oferecidos pelo especialista graças à sua trajetória e vasta experiência: Terapia de Casal, Avaliação psicológica no processo de identidade de gênero, Primeira consulta psicologia, Tratamento Adicção, Terapia Cognitivo Comportamental, Consulta psicológica do adolescente, Avaliação psicológica para cirurgia bariátrica, Terapia sexual, Tratamento da ansiedade, Consulta psicológica do adulto.
-
Onde fica o consultório de Carla Cardim?Carla Cardim atende em:
- São Bernardo do Campo
- Rua dos Marianos, 559 Osasco
-
Posso passar por atendimento online com Carla Cardim, sem ter que ir até o consultório?Não, no momento Carla Cardim não oferece atendimento online.
-
Quais métodos de pagamento são aceitos por Carla Cardim?Carla Cardim aceita os seguintes métodos de pagamento: Depósito Bancário, Transferência Bancária, PIX.
-
Em quais idiomas Carla Cardim atende?Carla Cardim atende em Português.
-
Como posso marcar uma consulta com Carla Cardim?Carla Cardim ainda não indicou os horários que tem disponíveis neste endereço. Recomendamos que entre em contato diretamente com o especialista para conhecer sua disponibilidade.
-
Quando poderia me consultar com Carla Cardim?Entre em contato diretamente com Carla Cardim para verificar sua disponibilidade.
-
Quais são os convênios aceitos por Carla Cardim?Carla Cardim não aceita convênios, apenas pacientes particulares. Recomendamos que caso tenha alguma dúvida, entre em contato com o especialista.