Doença hemolítica do recém-nascido que se caracteriza por presença de eritroblastos no sangue, icterícia intensa, destruição das hemácias (anemia hemolítica) e outras conseqüências que dependem do grau de destruição das hemácias. A eritroblastose fetal ocorre apenas num tipo de situação: mãe Rh-, filho Rh+. Na placenta ocorrem trocas de passagem de hemácias do embrião Rh+ para a mãe Rh-. Isto tem como consequência a produção de anticorpos anti-Rh+, cujo feto não nasce afetado pela doença. Numa segunda gravidez, se o feto for Rh+, os anticorpos anti-Rh+ da mãe passam para ele, onde, atingindo uma certa concentração, destróem as suas hemácias. 

Dra. Camila Picolini
Especialista em biomedicina
São Paulo

Sim, é possível que um casal com tipo sanguíneo O+ tenha um filho com tipo sanguíneo A+. O tipo sanguíneo é determinado por genes herdados dos pais, um do pai e outro da mãe.

Dra. Helen Takagi
Nefrologista pediátrico, Pediatra
São Paulo
Olá!!!
É possível sim!!!

Dra. Nathalia Correia Krause Santos
Geneticista, Pediatra
Rio de Janeiro
A incompatibilidade sanguínea não tem correlação com transtorno de espectro autista. Todavia um dos pais afetados pode aumentar o risco do transtorno da prole. Procure um geneticista…

Dr. Ricardo Monteiro da Silva
Cirurgião geral
São Paulo
Olá! Eles precisam fazer o exame para determinar o complexo ABO e Fator rh.

Dra. Rosa Reis Alessio
Ginecologista
Paracambi
Normalmente é realizada uma "vacina" ou imunoglobulina após o parto quando a mãe tem um Rh negativo e o bebê nasce positivo, o que evita possíveis problemas em uma futura gestação.…

É pouco provável mas não é impossível. Existem condições que mascaram o verdadeiro tipo sanguíneo (pode ser que vocês não sejam O de verdade) e por esse motivo sempre frisamos que tipagem…

É pouco provável mas não é impossível. Existem condições que mascaram o verdadeiro tipo sanguíneo (pode ser que vocês não sejam O de verdade) e por esse motivo sempre frisamos que tipagem…

Dra. Nathalia Correia Krause Santos
Geneticista, Pediatra
Rio de Janeiro
Sim existe. É necessário avaliação de coombs indireto na gestação e uso de imunoglobulina a depender do decorrer da gestação e/ ou tipagem do bebê ao nascer .