Avenida Luís Viana Filho 6462, Salvador 41730-101
AGENDA 2026 ABERTA!
Ler mais06/03/2026
Salvador 1 endereço
Número de registro: CRP BA 11760
98 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
LEIA!
Sou psicóloga com mais de 12 anos de experiência clínica, atendendo adultos que enfrentam ansiedade, conflitos de relacionamento e bloqueios emocionais, dentre diversos outros desafios relacionados a saúde mental.
Se você sente ansiedade constante, sobrecarga emocional ou dificuldade para tomar decisões importantes, a terapia pode ajudar a recuperar clareza emocional e estabilidade.
Meu trabalho é ajudar o paciente a compreender os padrões emocionais que geram sofrimento e desenvolver formas mais seguras de lidar com pensamentos, emoções e decisões importantes da vida.
Trabalho com abordagem Cognitivo Comportamental (TCC) e também técnicas da Neurociência do Comportamento.
O processo terapêutico é estruturado e focado em ampliar consciência emocional, fortalecer autonomia e construir mudanças reais no cotidiano.
Atendimento online para adultos e adolescentes a partir de 14 anos.
Agendamentos podem ser feitos diretamente pela plataforma.
Como funciona o processo terapêutico?
O processo terapêutico é conduzido de forma estruturada. Nas primeiras sessões buscamos compreender a história emocional do paciente, os padrões de pensamento e os fatores que mantêm o sofrimento atual.
A sessão possui duração de 1 hora.
O valor da sessão é R$ 300 a ser pago até duas horas antes do atendimento. Via Pix ou cartão pelo link de pagamento enviado pela minha assistente.
Após o primeiro atendimento você pode fechar pacotes de sessões com desconto.
O atendimento é particular. Não atendo convênios diretamente. Emito Nota Fiscal para solicitação de reembolso junto ao plano de saúde, caso seu convênio permita.
Após o seu agendamento entraremos em contato. Fique tranquilo.
Trabalhamos estratégias práticas e o objetivo é que o paciente desenvolva maior autonomia emocional ao longo do processo, não ficando dependente da terapia.
Avenida Luís Viana Filho 6462, Salvador 41730-101
AGENDA 2026 ABERTA!
Ler mais06/03/2026
Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!
98 opiniões
Havia solicitado consulta pelo meu plano e na hora quis me cobrar xxx$
A Emili foi muito atenciosa e deixou muito claro como seguiremos com o diagnóstico/tratamento nas próximas sessões.
Profissional muito atenciosa e acolhedora, oque faz total diferença em um momento frágil em que estamos passando.
Tenho gostado bastante da terapia com a Dra. Emíli, ela explica com clareza, tem paciência, faz questionamentos importantes e vai pontuando aspectos que precisam ser trabalhados, o que contribui muito para meu desenvolvimento.
Uma Ótima profissional, muito atenciosa e paciente.
Eu só tenho agradecer a Deus por ter colocado Emili na minha vida! Uma profissional de excelência, competente, atenciosa… Tem me ajudado no processo de autodescoberta, enfrentamento de traumas e tem melhorado minha qualidade de vida!
Muito atenciosa e interessada. Demonstra competência para o atendimento
Gostei muito da condução da consulta. Foi bem esclarecedora.
Quero registrar minha gratidão pelo cuidado e atenção em cada sessão. Seu acolhimento, sensibilidade e profissionalismo têm me ajudado a compreender melhor meus sentimentos e a lidar com meus desafios de forma mais leve. Me sinto verdadeiramente apoiada nesse processo.
Excelente profissional. Objetiva e competente. Gosto muito.
87 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) se recusa a fazer exames de acompanhamento, desconfiando que os resultados serão negativos. Como motivá-lo a continuar com o monitoramento?
Essa recusa geralmente não é sobre “preguiça” ou “teimosia”, mas sobre medo do que pode ser confirmado. Evitar o exame, nesse caso, funciona como uma estratégia de proteção emocional de curto prazo.
A condução psicológica deve focar em reduzir essa evitação sem invalidar o medo.
Alguns pontos-chave:
Validação do medo: reconhecer que o receio de um resultado negativo é compreensível. Quando o paciente se sente compreendido, a resistência tende a diminuir.
Nomear o padrão de evitação: ajudar o paciente a perceber que evitar o exame reduz a ansiedade momentaneamente, mas aumenta a insegurança e o risco no longo prazo.
Reestruturação cognitiva: trabalhar pensamentos como “se vier ruim, não vou saber lidar” ou “é melhor não saber”. O foco é mostrar que a informação, mesmo difícil, permite ação e controle, enquanto a evitação mantém o problema indefinido.
Mudança de significado do exame: reposicionar o exame não como uma “sentença”, mas como uma ferramenta de monitoramento e proteção. No LES, acompanhar a doença é justamente o que permite evitar agravamentos.
Foco em autonomia e controle: sem exames, o paciente perde poder de decisão. Com acompanhamento, ele ganha margem para intervir precocemente.
Exposição gradual: em alguns casos, pode ser necessário trabalhar passo a passo, começando por conversar sobre o exame, depois agendar, até conseguir realizá-lo, reduzindo a carga emocional associada.
Uma forma direta de comunicar ao paciente é:
“Evitar o exame pode te dar alívio agora, mas te deixa mais vulnerável depois. Fazer o exame não cria um problema, ele revela algo que já está acontecendo e te dá chance de agir.”
O objetivo não é forçar, mas ajudar o paciente a sair de uma posição de evitação guiada pelo medo para uma postura mais consciente, ativa e protetiva em relação à própria saúde.
O paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) se sente frustrado com a lentidão da resposta ao tratamento e acha que está "perdendo tempo". Como ajudá-lo a lidar com esse sentimento de frustração?
Essa frustração é frequente em doenças crônicas como o LES, especialmente porque o tratamento não gera respostas rápidas nem lineares. Se não for bem trabalhada, pode levar à desmotivação e até ao abandono terapêutico.
A condução psicológica precisa ajustar expectativa, percepção de progresso e tolerância ao tempo do processo.
Pontos centrais:
Validação da frustração: é legítimo sentir que “não está andando”, principalmente quando há esforço e pouca resposta visível. Ignorar isso só aumenta a resistência.
Psicoeducação sobre o curso do LES: o tratamento é, em grande parte, de estabilização e prevenção, não de resolução imediata. Em muitos casos, o ganho não é “melhorar rápido”, mas evitar piora silenciosa, o que o paciente nem sempre percebe.
Reestruturação cognitiva: trabalhar a ideia de que “não ver melhora rápida = perda de tempo”. No LES, muitas vezes o tratamento está funcionando justamente por impedir agravamentos, mesmo sem mudanças evidentes no curto prazo.
Ajuste de expectativas: substituir a lógica de resultado imediato por uma lógica de acúmulo de estabilidade ao longo do tempo. Sem esse ajuste, o paciente entra em um ciclo constante de decepção.
Foco em indicadores realistas de progresso: ajudar o paciente a identificar pequenas evoluções, como redução de crises, menor intensidade dos sintomas ou estabilidade dos exames.
Trabalho de tolerância à incerteza e ao tempo: desenvolver recursos emocionais para lidar com processos mais lentos, sem interpretar isso como falha.
Fortalecimento da adesão com sentido: conectar o tratamento ao que realmente importa para o paciente, como qualidade de vida, funcionalidade e preservação da saúde futura.
Uma forma clara de comunicar ao paciente é:
“No lúpus, muitas vezes o tratamento não é sobre melhorar rápido, mas sobre não piorar. E isso já é um resultado importante, mesmo que não seja visível no dia a dia.”
O objetivo é tirar o paciente da leitura de “ineficácia” e colocá-lo em uma posição mais estratégica, onde ele entende o tempo do processo e consegue sustentar o cuidado sem depender de resultados imediatos.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.