Dr.
Isaías Amorim
Psicanalista
·
Terapeuta complementar
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São Paulo 5 endereços
Número de registro: "Certificação Verificada"
15 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Experiência
Sou Psicanalista Clínico (CNP 06/013) há mais de 10 anos e trabalho auxiliando pessoas a compreenderem suas emoções, enfrentarem a ansiedade, os conflitos nos relacionamentos, os ciúmes e os desafios do autoconhecimento.
Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta profunda e acolhimento genuíno, onde cada pessoa possa olhar para sua própria história, encontrar novos significados e desenvolver recursos internos para viver com mais equilíbrio, liberdade emocional e consciência de suas escolhas.
Hoje faço parte de uma equipe multidisciplinar comprometida com a promoção da saúde e do bem-estar integral. Unimos a minha experiência de Psicanalista Clínico, especializado em autoconhecimento e saúde emocional, da Neuropsicóloga Sara Reis, com atuação na avaliação e compreensão dos processos cognitivos e comportamentais, e da Nutricionista Esportiva Carla Aires, focada em desempenho, qualidade de vida e hábitos alimentares saudáveis.
Juntos, buscamos oferecer uma abordagem completa, integrando mente, cérebro e corpo para proporcionar desenvolvimento pessoal, equilíbrio emocional e melhor qualidade de vida.
"A transformação começa quando você encontra um lugar seguro para ser ouvido e compreendido."
Experiência em:
- Terapia de casal
- Hipnoterapia
- Terapia individual
- Especialista em relacionamentos
- Saúde comportamental
- Trauma emocional
- Saúde mental
- Especialista em saúde mental
Principais doenças tratadas
- Ansiedade
- Ansiedade da Separação
- Relacionamento tóxico
- Separação conjugal
- Problemas de relacionamentos
- +106 a11y_sr_more_diseases
Pacientes que trato
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Teleconsulta
A partir de R$ 180 -
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Tratamento da autoestima
R$ 200 -
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Terapia Focada nas Emoções
R$ 180 -
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Terapia online
R$ 200 -
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Terapia psicossomática
R$ 200 -
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Consultórios (6)
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Planos de saúde não aceitos
Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
Opiniões
15 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
- Eficácia do tratamento
- Atencioso durante a consulta
- Explicações detalhadas
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G
G.h
Isaias é um ótimo profissional, atendimento excelente!
• Teleconsulta • Teleconsulta •
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G
G.H
Com Isaias realmente senti evolução, a cada sessão me conheço melhor e compreendo melhor as coisas em minha volta
• Teleconsulta • Teleconsulta •
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H
H.L.S.
Excelente profissional, muito competente no que faz, recomento seu trabalho!
• Teleconsulta • Teleconsulta •
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T
Tatsiana Narkevich
O Amorim teve um impacto muito grande na minha vida e na forma como eu me enxergo. Ao longo das sessões, fui me conhecendo melhor e entendendo vários pontos que antes passavam despercebidos.
Cada encontro com ele é sempre muito produtivo e, de verdade, faz diferença no dia a dia. Com a ajuda dele, consegui mudar completamente alguns hábitos e finalmente resolver questões que eu vinha carregando há anos.• Teleconsulta • Teleconsulta •
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J
Jeane Elen
Muito grata pelo trabalho do Amorim. Ele me ajudou a compreender minha história, ressignificar traumas e crenças limitantes, além de melhorar meu relacionamentos familiares e afetivo. Com acolhimento e sensibilidade me guiou em uma jornada de autoconhecimento, mais consciência e confiança.
• Teleconsulta • Terapia individual de relacionamentos •
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G
Guilherme Nunes
Excelente profissional, muitas habilidades,técnicas eficazes para vários tipos de traumas e aclaramento em pensamentos e conflitos. Ótimo profissional!
• Isaias Tupi Amorim - online • Primeira consulta psicanálise •
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N
Naty
Há mais de quatro anos, iniciei um processo de terapia que teve um impacto profundo na minha vida. Cheguei em um momento de muitos conflitos internos e incertezas, sem muita clareza sobre como lidar com o que eu estava vivendo. Aos poucos, esse espaço se tornou um ponto de apoio importante para mim.
Ao longo desse tempo, o que mais me marcou foi a forma humana e clara com que meu terapeuta conduz o trabalho. Ele consegue ouvir com atenção e traduzir o que trago em palavras que fazem sentido, ajudando a organizar pensamentos e emoções de uma forma que torna o processo mais leve e compreensível.
Hoje, percebo mudanças importantes em mim ao longo dessa jornada. Consegui elaborar melhor algumas questões internas, ganhar mais equilíbrio e desenvolver uma relação mais consciente comigo mesmo. É um profissional em quem confio muito e que recomendo com tranquilidade.• Teleconsulta • Teleconsulta •
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S
Sandra Paixão
Sou muito grata pelo acompanhamento, sua dedicação , sensibilidade e capacidade de acolher fazem com que cada sessão seja transformadora
• outro lugar • Outro •
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Z
Zulimar Paulo
Profissional excelente , tenho recebido ajuda em todos âmbitos. Tem sido fundamental em minha vida
• Isaias Tupi Amorim - online • Primeira consulta psicanálise •
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G
Guilherme F.
Isaías é um excelente profissional, evoluí e evoluo muito com ele e as ferramentas que coloca em minha vida.
• Teleconsulta • Tratamento psicanalítico para adultos •
Dúvidas respondidas
70 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do pont
Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do ponto de vista da psicanálise.
Estou em um relacionamento em que há muitos conflitos, ofensas e perda de respeito mútuo. As brigas são frequentes e muitas vezes acontecem na frente dos nossos filhos. Já não existe mais convivência afetiva entre nós: não dormimos mais juntos e o carinho praticamente desapareceu.
Sinto que, ao longo do relacionamento, houve um acúmulo de mágoas e quebra de confiança. Antes do casamento, minha esposa teve comportamentos que me geraram muita insegurança e desconfiança, o que fez com que eu entrasse no casamento já com o respeito e a admiração bastante abalados. Com o tempo, apesar de tentativas de reconstrução, o relacionamento foi se desgastando ainda mais.
Hoje percebo um ciclo constante de conflito: eu reconheço meus erros e tento assumir responsabilidade pelas minhas atitudes durante as brigas, mas sinto que minha esposa não reconhece a própria participação nos problemas, o que me gera frustração e sensação de impotência. Isso acaba intensificando os conflitos entre nós.
Também percebo em mim um grande desgaste emocional, sentimentos de baixa autoestima, medo de ficar sozinho e dúvida constante sobre se devo continuar tentando ou me afastar. Ao mesmo tempo, amo muito meus filhos e tenho muito medo de prejudicar a convivência com eles caso haja separação.
Gostaria de entender, sob uma perspectiva psicanalítica, como esses padrões emocionais e relacionais podem estar se repetindo na minha vida e de que forma um processo terapêutico poderia me ajudar a compreender melhor minhas escolhas, meus vínculos afetivos e minha dificuldade em lidar com essa situação.
Também gostaria de saber como a psicanálise enxerga situações em que há perda de respeito e repetição de conflitos dentro do casal, e quando isso pode indicar um limite emocional para a continuidade da relação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pela perspectiva psicanalítica, mais do que responder se você deve permanecer ou se separar, a pergunta central seria: o que mantém esse vínculo, mesmo quando ele se tornou uma fonte importante de sofrimento? A psicanálise procura compreender não apenas o que acontece entre o casal, mas também o que cada um leva para essa relação a partir de sua história emocional.
Você descreve alguns elementos muito significativos: o casamento começou já marcado por uma ruptura na confiança, houve um acúmulo progressivo de mágoas, o respeito foi sendo perdido, os conflitos se tornaram frequentes e, hoje, existe um distanciamento afetivo importante. Além disso, aparecem sentimentos de baixa autoestima, medo da solidão e receio de perder a convivência com os filhos. Esses aspectos merecem ser compreendidos em profundidade.
Do ponto de vista psicanalítico, todo relacionamento mobiliza expectativas, fantasias e experiências emocionais construídas muito antes do encontro com o parceiro. Quando você relata que entrou no casamento já com a admiração e a confiança abaladas, isso sugere que a relação começou sem que uma ferida importante tivesse sido verdadeiramente elaborada. Em muitos casos, aquilo que não é simbolizado retorna repetidamente sob a forma de desconfiança, vigilância, ressentimento ou necessidade constante de confirmação.
Outro aspecto relevante é o ciclo que você descreve: conflitos, ofensas, arrependimento, novas tentativas e, posteriormente, a repetição das mesmas dificuldades. Na psicanálise, isso pode ser compreendido pela ideia de compulsão à repetição, conceito desenvolvido por Freud. Muitas vezes, o sujeito revive padrões de sofrimento não porque os deseje conscientemente, mas porque conflitos inconscientes ainda não encontraram outra forma de elaboração. A repetição, nesse sentido, não representa uma escolha racional, mas uma tentativa inconsciente de resolver algo que permanece aberto.
Também chama atenção quando você diz que costuma reconhecer seus próprios erros, mas sente que sua esposa não faz o mesmo. É importante lembrar que, na clínica psicanalítica, escutamos apenas uma das partes da relação. Isso significa que é possível compreender seu sofrimento e suas vivências, mas não concluir como sua esposa vivencia ou interpreta esses mesmos acontecimentos. Cada parceiro participa da dinâmica conjugal com sua própria história psíquica, seus mecanismos de defesa e suas formas de lidar com a dor. Assim, sem escutar ambos, não é possível atribuir responsabilidades ou fazer afirmações sobre o funcionamento psicológico dela.
A perda do respeito é um elemento particularmente importante. O amor pode atravessar momentos de frustração, conflito e ambivalência, mas quando o desprezo, as humilhações e as ofensas passam a organizar a relação, o vínculo tende a se tornar profundamente comprometido. Na perspectiva psicanalítica, o respeito está ligado ao reconhecimento da alteridade, isto é, à capacidade de reconhecer o outro como um sujeito separado, com dignidade e limites próprios. Quando esse reconhecimento se rompe de forma persistente, o casal frequentemente passa a funcionar mais a partir de ataques e defesas do que de encontros genuínos.
Outro ponto delicado é que você relata que as brigas acontecem na frente dos filhos. Embora conflitos ocasionais façam parte da vida familiar, a exposição frequente das crianças a um ambiente de hostilidade pode gerar insegurança emocional, ansiedade e dificuldades na construção de seus próprios modelos de relacionamento. Isso não significa que a separação seja necessariamente a melhor solução, mas indica que a forma atual de convivência merece atenção, sobretudo pelo impacto que pode ter sobre o desenvolvimento emocional deles.
O medo de ficar sozinho também merece ser explorado. Na psicanálise, muitas vezes descobrimos que o temor da separação não está relacionado apenas ao parceiro atual, mas também à maneira como cada pessoa vivenciou perdas, abandonos ou vínculos significativos ao longo da vida. Em alguns casos, o sofrimento de permanecer em uma relação pode parecer mais suportável do que a angústia despertada pela possibilidade da ruptura. Compreender essa dinâmica é uma parte importante do processo analítico.
Quanto à sua dúvida sobre quando existe um limite emocional para a continuidade da relação, a psicanálise não estabelece critérios objetivos nem determina quando um casal deve permanecer junto ou se separar. O trabalho analítico consiste em ajudar a pessoa a compreender o significado de sua permanência, de seu desejo, de seus medos e dos custos emocionais envolvidos em cada possibilidade. Em outras palavras, o objetivo não é dizer qual decisão tomar, mas favorecer uma escolha mais consciente, menos determinada por culpas, medos ou repetições inconscientes.
Um processo terapêutico pode ajudá-lo a:
compreender por que essa relação ocupa esse lugar em sua vida;
identificar padrões repetitivos nos seus vínculos afetivos;
elaborar as mágoas e frustrações acumuladas;
fortalecer sua autoestima e sua capacidade de estabelecer limites;
diferenciar o medo da solidão do desejo genuíno de preservar o casamento;
refletir sobre como exercer sua função paterna de forma saudável, independentemente do futuro da relação conjugal.
Se ambos ainda desejarem reconstruir o casamento, além do trabalho individual, a terapia de casal pode ser um recurso importante para favorecer a comunicação e compreender a dinâmica do vínculo. Entretanto, quando apenas um dos parceiros está disposto a refletir sobre a relação, a psicoterapia individual continua sendo valiosa, pois permite compreender seu lugar nessa história e tomar decisões de forma mais consciente.
Por fim, um aspecto merece destaque: quando há perda persistente de respeito, humilhações constantes ou qualquer forma de violência psicológica, verbal ou física, isso não deve ser naturalizado em nome da manutenção do casamento ou da convivência com os filhos. Nesses casos, além da compreensão psicanalítica, é fundamental considerar medidas que preservem a segurança e a saúde emocional de todos os envolvidos. O objetivo da psicanálise não é manter um relacionamento a qualquer custo, mas favorecer que o sujeito compreenda seus vínculos e possa construir relações em que exista espaço para respeito, reconhecimento e desenvolvimento emocional
“Como se estrutura o manejo clínico do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na
“Como se estrutura o manejo clínico do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na perspectiva psicanalítica, e qual a função da escuta analítica em articulação (ou não) com a psiquiatria?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na perspectiva psicanalítica, o manejo clínico do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) fundamenta-se na construção de um enquadre terapêutico estável, na escuta do sofrimento psíquico e na compreensão da dinâmica inconsciente que sustenta os sintomas. Diferentemente de uma abordagem centrada apenas na eliminação dos comportamentos impulsivos ou da instabilidade emocional, a psicanálise busca compreender o sentido subjetivo dessas manifestações, entendendo-as como expressões de conflitos internos, falhas na constituição do ego e dificuldades na integração das experiências afetivas.
O manejo clínico exige do analista uma postura de continência emocional, constância e neutralidade técnica. Pacientes com TPB frequentemente apresentam intensas oscilações afetivas, medo de abandono, relações marcadas por idealização e desvalorização, além de mecanismos de defesa primitivos, como a cisão, a identificação projetiva e a atuação (acting out). Diante disso, o analista deve sustentar um enquadre firme e previsível, oferecendo um espaço seguro para que o paciente possa simbolizar experiências que anteriormente eram expressas por meio da impulsividade ou do sofrimento corporal e emocional.
A transferência ocupa um lugar central nesse processo. O paciente tende a reviver, na relação com o analista, experiências precoces de abandono, rejeição ou invasão. A forma como essas vivências emergem no vínculo terapêutico torna-se um importante material clínico para interpretação e elaboração. Paralelamente, a contratransferência também assume grande relevância, pois as intensas emoções despertadas no analista podem fornecer elementos valiosos para a compreensão da dinâmica psíquica do paciente, desde que sejam reconhecidas e elaboradas pelo profissional.
A escuta analítica tem como função principal acolher a singularidade do sujeito, permitindo que ele atribua significado às suas experiências emocionais e inconscientes. Trata-se de uma escuta que vai além da observação dos sintomas, buscando compreender desejos, fantasias, angústias e conflitos que organizam o funcionamento psíquico. Ao favorecer a simbolização dos afetos, a escuta analítica possibilita que o paciente desenvolva formas mais elaboradas de lidar com suas emoções, reduzindo gradativamente a necessidade de recorrer à atuação impulsiva.
No que se refere à articulação com a psiquiatria, a psicanálise não se opõe ao tratamento medicamentoso quando este se faz necessário. Em casos de intenso sofrimento psíquico, impulsividade grave, episódios dissociativos, sintomas depressivos importantes ou elevado risco de suicídio, o acompanhamento psiquiátrico pode ser um recurso essencial para estabilizar o paciente e possibilitar condições mais favoráveis ao trabalho analítico. Nesses casos, a medicação não é compreendida como tratamento do conflito inconsciente, mas como um recurso auxiliar para reduzir a intensidade dos sintomas e preservar a capacidade de elaboração psíquica.
Assim, a atuação conjunta entre psicanálise e psiquiatria pode ser complementar. Enquanto a psiquiatria intervém principalmente na estabilização sintomática por meio dos recursos farmacológicos, a psicanálise dedica-se à investigação das causas subjetivas do sofrimento, promovendo um processo de autoconhecimento e transformação estrutural. Essa integração, quando realizada de maneira ética e respeitando as especificidades de cada abordagem, oferece melhores condições para o cuidado integral do paciente com TPB.
Em síntese, o manejo psicanalítico do Transtorno de Personalidade Borderline estrutura-se na manutenção de um enquadre seguro, na valorização da transferência, na escuta analítica e na elaboração dos conflitos inconscientes. A articulação com a psiquiatria, quando indicada, não substitui o processo analítico, mas atua como suporte terapêutico, favorecendo a estabilização clínica e ampliando as possibilidades de desenvolvimento psíquico do paciente
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.
Perguntas frequentes
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Quais são as principais especialidades de Isaías Amorim?Isaías Amorim é psicanalista, terapeuta complementar. Te mostramos alguns dos serviços oferecidos pelo especialista graças à sua trajetória e vasta experiência: Teleconsulta, Primeira consulta Psicanalise Online, Tratamento psicanalítico para adultos, Psicanalise para relacionamentos, Terapia de Casal Online, Hipnoterapia Clínica, Orientação profissional, Tratamento da ansiedade, Tratamento do luto, Luto por animal doméstico (pet).
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Onde fica o consultório de Isaías Amorim?Isaías Amorim atende em:
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- Avenida Eduardo Ribeiro 620 Manaus
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Posso passar por atendimento online com Isaías Amorim, sem ter que ir até o consultório?Sim, Isaías Amorim oferece atendimento online. Basta selecionar "Teleconsulta" ao agendar sua consulta e você poderá ver as datas e horários disponíveis.
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Quais métodos de pagamento são aceitos por Isaías Amorim?Isaías Amorim aceita os seguintes métodos de pagamento: Cartão de Crédito, Cartão de Débito, PIX.
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Em quais idiomas Isaías Amorim atende?Isaías Amorim atende em Português.
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Como posso marcar uma consulta com Isaías Amorim?O calendário que Isaías Amorim exibe em seu perfil na Doctoralia é atualizado em tempo real. Tudo o que precisa é escolher o dia e a hora que forem mais convenientes para você. O agendamento é gratuito e você também recebe um lembrete antes da consulta.
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Quando poderia me consultar com Isaías Amorim?Isaías Amorim costuma ter horários disponíveis dentro da mesma semana ou para a semana seguinte. Verifique o calendário: você verá o primeiro horário disponível, atualizado em tempo real. Caso o horário sugerido não funcione para você, verifique outras datas. Agendar uma consulta é sempre imediato e gratuito.
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O que outros pacientes opinam sobre Isaías Amorim?Um total de 15 pacientes já deixou uma opinião honesta e real sobre Isaías Amorim, que tem uma avaliação média de 5 estrelas (de 5).
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