Experiência

Sou psicóloga clínica e atuo com Avaliação Neuropsicológica e Psicoterapia.

Realizo Avaliação Neuropsicológica presencial de crianças, adolescentes, adultos e idosos, investigando o funcionamento da atenção, memória, funções executivas, raciocínio, aprendizagem e aspectos emocionais e comportamentais. A avaliação pode contribuir para a investigação de TDAH, TEA, Altas Habilidades/Superdotação, dificuldades de aprendizagem e alterações cognitivas e de memória, entre outras demandas.

Na Psicoterapia, atendo adolescentes, adultos e idosos, presencialmente e online, acompanhando questões como ansiedade, depressão, dificuldades emocionais e relacionais, conflitos familiares, autoestima, autocobrança, regulação emocional e autoconhecimento.

Meu trabalho busca compreender cada pessoa para além de sintomas ou diagnósticos, considerando sua história, seu contexto, suas dificuldades e também suas potencialidades.

Sou especialista em Neurociência, Comportamento e Psicopatologia pela PUCPR e atualmente curso especialização em Neuropsicologia pela UNIFESP, além de possuir formação em Terapia Cognitivo-Comportamental e especializações nas áreas de Psicologia Hospitalar, Saúde Pública e Psicologia Organizacional.

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Joyce Paschotto
Joyce Paschotto

Rua Alegre 470, Barcelona, São Caetano do Sul 09550-250

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4 opiniões

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  • B

    Bruno Carvalho

    Uma ótima profissional, extremamente comprometida e atenciosa.

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  • G

    Graciana Maria

    Excelente psicóloga, esta sempre se atualizando e atenta ao paciente. Ofertando diversas formas da melhora da paciente.
    Humana, e ser humano incrível. Estou com ela desde 2023.
    Super recomendo.

     • Joyce Paschotto Outro  • 

  • G

    Guilherme Fragali

    Faço acompanhamento com a Dra Joyce a mais de 3 anos. Iniciamos presencial depois migramos para atendimento remoto e a qualidade nunca caiu. A Dra é extremamente atenciosa, muito pontual e sempre me acolheu bem. Quando foi necessário ela mudou a abordagem e sempre foi cuidadosa. Obrigado pelo cuidado.

     • Joyce Paschotto Outro  • 

  • A

    Adriane

    Uma excelente profissional, atenciosa e prestativa. Sabe ouvir, e é direta nas orientações.

     • Joyce Paschotto Outro  • 

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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do

Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do quarto, moro com a minha mãe, mas me sinto estagnada aqui e
eu queria muito trabalhar, mas deixei oportunidades passar por conta do meu estado, eu passo no caps as vezes e tomo antidepressivo, mas preciso de mais acompanhamento e algo mais efetivo pra sair disso, por isso pensei em internação, mas queria a ajuda de vocês sobre o que posso fazer nessa situação.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Joyce Paschotto

Olá. Sinto muito que você esteja passando por um momento tão difícil. Pelo que você descreve, a depressão tem afetado bastante sua rotina, sua autonomia e até atividades básicas do dia a dia. Quando chegamos a esse nível de sofrimento, é importante não precisar enfrentar tudo isso sozinha.

O fato de você estar buscando ajuda e percebendo que precisa de um acompanhamento mais próximo é muito importante. Além do uso da medicação, o tratamento da depressão costuma se beneficiar do acompanhamento psicológico associado ao acompanhamento médico/psiquiátrico, principalmente quando os sintomas estão interferindo de forma tão significativa na vida cotidiana.

Sobre a internação, ela pode ser necessária em algumas situações, especialmente quando existe risco à própria vida, dificuldade importante de autocuidado ou quando o tratamento não consegue ser realizado com segurança fora do ambiente hospitalar. Mas essa decisão precisa ser feita a partir de uma avaliação profissional cuidadosa. Existem também possibilidades de intensificar o tratamento sem necessariamente recorrer à internação.

Como você já é acompanhada pelo CAPS, eu recomendaria contar à equipe exatamente o que relatou aqui: que está com dificuldade até para realizar tarefas básicas e sair do quarto, que sente que o acompanhamento atual não está sendo suficiente e que chegou a considerar uma internação. Peça uma reavaliação do seu plano de tratamento e da frequência do acompanhamento. Se possível, converse também com o profissional responsável pela sua medicação.

E tente não transformar, neste momento, conseguir trabalhar ou recuperar toda a sua rotina em uma medida do seu progresso. Em quadros depressivos mais intensos, objetivos menores — como retomar gradualmente o autocuidado, sair do quarto, organizar o sono e voltar a realizar algumas atividades — também fazem parte do tratamento e da recuperação.

Caso esteja tendo pensamentos de morte, de se machucar, ou perceba que não consegue se manter em segurança, procure imediatamente um serviço de urgência/emergência, o CAPS responsável pelo seu atendimento ou peça ajuda a alguém de confiança para acompanhá-la.

Você não precisa decidir sobre uma internação sozinha. O mais importante agora é comunicar à sua equipe a intensidade do que está vivendo para que possam avaliar, junto com você, qual nível de cuidado é mais adequado neste momento.


Eu tava tomando sertralina parei uma semana, voltei tomar tem 14 dias tô sentindo dor de cabeça faz

Eu tava tomando sertralina parei uma semana, voltei tomar tem 14 dias tô sentindo dor de cabeça faz 6 dias e não passa é normal?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Joyce Paschotto

Olá! A dor de cabeça pode acontecer como efeito colateral da sertralina, principalmente nas primeiras semanas de uso ou após a retomada do medicamento. Em algumas pessoas, esses efeitos diminuem conforme o organismo se adapta.

No entanto, como você relata uma dor de cabeça persistente há cerca de 6 dias, é importante conversar com o médico que prescreveu a medicação para avaliar o que está acontecendo e verificar se realmente está relacionado à sertralina ou se existe outra causa.

Evite interromper novamente ou modificar a dose por conta própria, pois pausas e retomadas do antidepressivo também podem provocar sintomas e interferir no tratamento.

Se a dor for muito intensa ou diferente das dores que você costuma ter, surgir de forma súbita, ou vier acompanhada de sintomas como confusão, desmaio, febre, rigidez no pescoço, alterações na visão, fraqueza ou dificuldade para falar, procure atendimento médico com urgência.

Espero que você fique bem e, principalmente pela duração da dor, procure orientação do profissional que acompanha seu tratamento.


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