Prof. Karla Coelho

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP SP 196260

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Experiência

SOU KARLA COÊLHO, PSICÓLOGA (CRP 06/196260), PSICOTERAPEUTA E NEUROPSICÓLOGA. ATENDO CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS, OFERECENDO UM ESPAÇO DE ESCUTA, ACOLHIMENTO E CUIDADO, SEMPRE COM ÉTICA E RESPEITO À SINGULARIDADE DE CADA PESSOA. MEU TRABALHO É VOLTADO PARA O AUTOCONHECIMENTO, A REGULAÇÃO EMOCIONAL E O DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS DA VIDA. TAMBÉM REALIZO AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA, CONTRIBUINDO PARA UMA COMPREENSÃO MAIS AMPLA DO FUNCIONAMENTO COGNITIVO E EMOCIONAL.ACREDITO QUE A PSICOTERAPIA É UM PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO, NO QUAL PACIENTE E TERAPEUTA CAMINHAM JUNTOS EM BUSCA DE MAIS EQUILÍBRIO, AUTONOMIA E QUALIDADE DE VIDA.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Neuropsicologia

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 180

  • Orientação aos pais

    R$ 200

  • Tratamento da ansiedade

    R$ 200

  • Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - TDAH

    R$ 200

  • Terapia Cognitivo Comportamental

    R$ 180

Consultórios (4)

Karla Coelho

Teleconsulta

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Karla Coelho
Karla Coelho Psicóloga

Praça Sebastião Teixeira N°10, Alvinópolis, Atibaia 12942-611

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Karla Coêlho Psicóloga

Praça Sebastião Teixeira N°10, AllClinic espaço saúde, Jardim Do Lago, Atibaia 12942-611

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Karla Coelho
Karla Coêlho Psicóloga

Praça Sebastião Teixeira 10, 2º andar, Alvinópolis, Atibaia 12942-611

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

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  • M

    Marco Lessa

    Excelente profissional, atenciosa, humana, carismática, acolhedora. Recomendo!!!

     • Atendimento Online Teleconsulta  • 

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Dúvidas respondidas

6 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet

Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.

Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.

Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.

Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Karla Coelho

Olá! Obrigada por confiar e compartilhar algo tão íntimo. Imagino o quanto essa situação tem sido dolorosa para você.

Pelo que você descreve, esse pensamento, por si só, não significa que você ainda tenha sentimentos por essa pessoa. Nossa mente cria lembranças, hipóteses e possibilidades o tempo todo, e elas nem sempre refletem aquilo que desejamos ou sentimos. Quando existe um diagnóstico de TOC, é comum que alguns pensamentos venham acompanhados de muita culpa e da sensação de que eles precisam ter algum significado.

O que mais me chama a atenção no seu relato é que seu companheiro conseguiu perdoá-la, mas você ainda não conseguiu se perdoar. Talvez esse pensamento tenha apenas reativado uma dor que ainda não foi elaborada, e não seja uma prova de que você fez algo errado novamente.

Em vez de tentar encontrar uma resposta definitiva sobre o que esse pensamento significa, talvez seja mais importante olhar para o que ele despertou em você. A culpa pode estar dizendo mais sobre a forma como você tem se tratado do que sobre o pensamento em si.

Se esse sofrimento tem sido frequente, leve essa questão para o seu processo terapêutico. Você merece viver sua história com mais leveza e aprender, aos poucos, a olhar para si com a mesma compaixão que consegue oferecer às outras pessoas.


Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s

Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Karla Coelho

Olá! Obrigada por confiar e dividir uma parte tão delicada da sua história.

Antes de qualquer coisa, quero dizer que sinto muito pelo quanto isso tem feito você sofrer. Dá para perceber que o que mais tem machucado você não foi apenas o que viu, mas tudo o que passou a sentir depois.

Pelo seu relato, esse episódio despertou uma culpa e uma angústia muito intensas. O fato de você ter interrompido a visualização rapidamente e perdido o interesse não significa, por si só, que esse conteúdo represente um desejo ou defina quem você é.

Também percebo que essa experiência parece ter reaberto uma ferida que já havia aparecido no passado. Quando isso acontece, é comum que a mente fique tentando entender o que tudo isso significa, mas essa busca nem sempre traz alívio — muitas vezes, aumenta ainda mais o sofrimento.

Você já deu um passo importante ao buscar acompanhamento psiquiátrico e reconhecer que a psicoterapia pode ajudá-la nesse momento. Você merece um espaço onde possa falar sobre isso com liberdade, ser acolhida com respeito e compreender o que está vivendo sem precisar carregar tanto peso.

Cuide de você com a mesma gentileza que ofereceria a alguém que ama. Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha.


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Perguntas frequentes